<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688</id><updated>2011-11-27T20:56:07.834-03:00</updated><category term='CNJ'/><title type='text'>DIRETO DE BRASÍLIA</title><subtitle type='html'>Notícias e análises sobre a situação dos Direitos Humanos no Brasil e no mundo.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>655</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-7852676961623091030</id><published>2011-10-26T12:24:00.000-03:00</published><updated>2011-10-26T12:26:58.721-03:00</updated><title type='text'>Escravidão sem fim</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Autor(es): agência o globo:Geralda Doca&lt;br /&gt;O Globo - 26/10/2011&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;OIT diz que Bolsa Família e fiscalização não conseguiram vencer o&lt;br /&gt;trabalho degradante&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;Oprincipal programa de transferência de renda do governo, o Bolsa&lt;br /&gt;Família, e a fiscalização não têm sido suficientes para extirpar o&lt;br /&gt;trabalho escravo no Brasil. Estudo divulgado ontem pela Organização&lt;br /&gt;Internacional do Trabalho (OIT) traçou, pela primeira vez, o perfil&lt;br /&gt;das vítimas do trabalho escravo no país. Elaborado a partir do&lt;br /&gt;depoimento de 121 trabalhadores resgatados entre 2006 e 2007, o estudo&lt;br /&gt;mostrou a baixa escolaridade dos resgatados e a falta de ações para&lt;br /&gt;criar oportunidades nas regiões que mais fornecem este tipo de mão de&lt;br /&gt;obra.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;Em 67% das famílias de trabalhadores libertados, existiam crianças e&lt;br /&gt;adolescentes, sendo que 28% (quase um terço) delas eram beneficiárias&lt;br /&gt;do Bolsa Família. O levantamento revelou também que quase 60% dos&lt;br /&gt;trabalhadores resgatados no país já foram escravizados antes e que a&lt;br /&gt;fiscalização do governo conseguiu libertar apenas 12,6% do universo de&lt;br /&gt;trabalhadores nestas condições, de acordo os dados do Ministério do&lt;br /&gt;Trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;A pesquisa apontou forte relação entre trabalho escravo e infantil no&lt;br /&gt;país: 92,6% do total de entrevistados começaram a trabalhar antes dos&lt;br /&gt;16 anos. Na média, aos 11,4 anos, mas cerca de 40% já trabalhavam&lt;br /&gt;antes.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;Segundo Luiz Antonio Machado, coordenador do projeto da OIT de combate&lt;br /&gt;ao trabalho escravo no Brasil, o Bolsa Família ajuda a reduzir a&lt;br /&gt;vulnerabilidade dos trabalhadores porque melhora a alimentação das&lt;br /&gt;famílias. Mas, por si só, não evita que os chefes dessas famílias se&lt;br /&gt;submetam a condições degradantes de trabalho, com cerceamento de&lt;br /&gt;liberdade - o que caracteriza o trabalho escravo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;- O Bolsa Família é insuficiente e a fiscalização não consegue cobrir&lt;br /&gt;todo o país ou mesmo os estados com maior concentração (da&lt;br /&gt;irregularidade) - afirmou Machado.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Agropecuária concentra trabalho escravo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;Machado destacou que o alto índice de recorrência - 59,7% dos&lt;br /&gt;resgatados já haviam estado na situação de escravidão anteriormente -&lt;br /&gt;deve-se à falta de alternativas, restando aos trabalhadores sem&lt;br /&gt;qualificação nas áreas rurais apenas a "empreitada", que exige só&lt;br /&gt;força física. Segundo ele, também é preciso investir em campanhas de&lt;br /&gt;conscientização frequentes para estimular os próprios trabalhadores a&lt;br /&gt;fazerem a denúncia. Na maioria das vezes, eles são liberados no fim da&lt;br /&gt;empreitada sem receber pelo serviço.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;A renda média declarada desses trabalhadores foi de 1,3 salário&lt;br /&gt;mínimo, sendo que 40% informaram ser o único responsável pela renda&lt;br /&gt;das famílias que têm, em média, 2,4 filhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;Ele defende a necessidade de ações complementares para tornar as&lt;br /&gt;politicas mais efetivas. Entre elas, estimular a criação de empregos&lt;br /&gt;nos locais de residência dos trabalhadores e oferecer cursos de&lt;br /&gt;capacitação profissional.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;De acordo com a pesquisa, 85% dos trabalhadores entrevistados, além de&lt;br /&gt;terem baixíssima escolaridade (analfabetos e com menos de quatro anos&lt;br /&gt;de estudo), nunca fizeram curso de qualificação. No entanto, 81,2%&lt;br /&gt;declararam que gostariam de fazer algum curso, principalmente os mais&lt;br /&gt;jovens (95,2% dos que têm menos de 30 anos). A preferência recai nas&lt;br /&gt;áreas de mecânica de automóveis, operação de máquinas, construção&lt;br /&gt;civil (pedreiro, encanador, pintor) e computação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;Maranhão, Paraíba e Piauí são os exportadores de mão de obra escrava&lt;br /&gt;para outros estados. Eles estão entre as principais origens dos&lt;br /&gt;trabalhadores resgatados em Goiás (88%) e no Pará (47%). No Mato&lt;br /&gt;Grosso e na Bahia, 95% deles eram da própria região.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;Segundo a OIT, a agropecuária continua sendo o setor de maior&lt;br /&gt;concentração de trabalho escravo, sobretudo nas fazendas de&lt;br /&gt;cana-de-açúcar e produção de álcool, como é o caso do Pará; plantações&lt;br /&gt;de arroz (Mato Grosso); culturas de café, algodão e soja (Bahia); e&lt;br /&gt;lavoura de tomate e cana (Tocantins e Maranhão).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;Segundo a pesquisa, o aliciamento se dá, na maioria dos casos, pela&lt;br /&gt;rede de relações pessoais; os "gatos" (aliciadores) e escritórios que&lt;br /&gt;funcionam como agências de emprego aparecem em segundo lugar. Em&lt;br /&gt;terceiro estão hotéis, pensões e locais públicos, como rodoviárias,&lt;br /&gt;estações de trem e ruas das cidades.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: left;"&gt;O conceito de trabalho escravo apontado pela OIT considera, além das&lt;br /&gt;condições precárias (falta de alojamento, água potável e sanitários,&lt;br /&gt;por exemplo), cerceamento à liberdade pela presença de homens armados,&lt;br /&gt;dificuldades de acesso às fazendas e dívidas contraídas de forma&lt;br /&gt;forçada pelos trabalhadores para pagar alimentação e despesas com&lt;br /&gt;ferramentas usadas no serviço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;  O Ministério do Trabalho informou que a pasta não comentaria a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; pesquisa porque o responsável pela área de fiscalização estava&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; incomunicável ontem.&lt;/span&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-7852676961623091030?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/7852676961623091030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=7852676961623091030&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/7852676961623091030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/7852676961623091030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/escravidao-sem-fim.html' title='Escravidão sem fim'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-1920358551730325715</id><published>2011-10-13T14:43:00.000-03:00</published><updated>2011-10-13T14:44:03.382-03:00</updated><title type='text'>CNJ cobra resultado em mutirão de Pernambuco</title><content type='html'>&lt;h2&gt; 			&lt;font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="6"&gt;CNJ cobra resultado em mutirão de Pernambuco		&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt;  	 	 		&lt;br&gt;                 &lt;div&gt;                     13/10/2011 - 00h00                    &lt;div style="float:right"&gt;                                                                                    &lt;div class="fb-like fb_edge_widget_with_comment fb_iframe_widget"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                     &lt;/div&gt;                     &lt;div style="float:right"&gt;                         &lt;a href="https://twitter.com/share" class="twitter-share-button"&gt;                             Tweet                         &lt;/a&gt;                                              &lt;/div&gt;                 &lt;/div&gt;                                  &lt;br&gt;&lt;br&gt;  		 	  	 	 &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://farm7.static.flickr.com/6078/6051374184_3c304a01bd_m.jpg" alt="" align="left"&gt;O  coordenador do mutirão carcerário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)  em Pernambuco, juiz Éder Jorge, vai procurar o corregedor-geral da  justiça do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) para cobrar empenho  dos magistrados pernambucanos nos trabalhos. Iniciado em 16 de agosto,  até  sexta-feira (07/10), o mutirão só cadastrou um terço dos processos  de presos provisórios.&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align: justify;"&gt;"O sistema tem aproximadamente 11 mil  presos provisórios e os juízes cadastraram apenas 3.657 processos até o  momento", afirmou o juiz Éder Jorge. Semana passada, o magistrado enviou  ofício a todos os juízes com competência criminal no Estado com  instruções para facilitar o cadastramento dos processos no sistema  mutirão carcerário. "Infelizmente não houve resposta satisfatória até o  momento", revelou. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Alguns contratempos e problemas estruturais  ajudam a entender o entrave. A 3ª Vara de Execuções Penais (VEP) de  Caruaru foi criada e instalada pouco antes do início do mutirão. Com  isso, a competência sobre cerca de 2,5 mil processos de execução penal  da 1ª e 2ª VEP foi transferida para a vara recém-criada no interior.  Assim, enquanto os trabalhos do mutirão eram iniciados, os processos  estavam sendo enviados de Recife a Caruaru, que fica a 130 quilômetros  da capital.    &lt;br&gt;&lt;br&gt;A lentidão das pesquisas no sistema do TJPE e a  ausência de cálculo de penas e certidão carcerária em todos os processos  também prejudicam o trabalho dos magistrados. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Na  segunda-feira  (10/10), o juiz Éder Jorge  reuniu-se com o coordenador do mutirão  indicado pelo TJPE para avaliar se será possível concluir a análise de  todos os processos até a data prevista para o encerramento do mutirão,  20 de outubro. "Até o momento, cadastramos 6.376 dos processos de  condenados, dentro de um universo de 9 mil, aproximadamente, a julgar  pelo bom ritmo de trabalho que conseguimos estabelecer nas últimas duas  semanas, acredito que seja possível&amp;quot;, informou. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Manuel Carlos Montenegro&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Agência CNJ de Notícias&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-1920358551730325715?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/1920358551730325715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=1920358551730325715&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/1920358551730325715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/1920358551730325715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/cnj-cobra-resultado-em-mutirao-de.html' title='CNJ cobra resultado em mutirão de Pernambuco'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm7.static.flickr.com/6078/6051374184_3c304a01bd_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3913059719550110819</id><published>2011-10-13T13:50:00.001-03:00</published><updated>2011-10-13T13:50:58.939-03:00</updated><title type='text'>Um terço dos funcionáros da Polícia Federal se aposenta até 2016</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span class="h1"&gt;Um terço dos funcionáros da Polícia Federal se aposenta até 2016  &lt;/span&gt;           				            &lt;br&gt;   &lt;span id="items_noticia" style="display: inline;"&gt;     &lt;p&gt;&lt;a class="yellowlight" href="mailto:"&gt;Cristiane Bonfanti  &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;       &lt;span class="bluelight"&gt;Publicação:&lt;/span&gt; &lt;span&gt;13/10/2011 07:46&lt;/span&gt;       &lt;span class="bluelight"&gt;Atualização:&lt;/span&gt;      &lt;/p&gt;   &lt;/span&gt;                  &lt;table class="image center"&gt;&lt;tbody&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/10/13/273696/20111013080214901386o.jpg" alt=" (Iano Andrade/CB/D.A Press)" title=" (Iano Andrade/CB/D.A Press)" border="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;A três anos da Copa do Mundo, não  bastassem as filas nos  aeroportos e a rede hoteleira saturada, a  situação crítica vivida pela  Polícia Federal ameaça a segurança do país  que sediará o torneio de  futebol e as Olimpíadas. Levantamento da  Associação dos Delegados de  Polícia Federal (ADPF) revelou que 2.270  servidores da carreira — que  inclui agentes, escrivães, delegados,  peritos e papiloscopistas —  poderão se aposentar até 2016. Isso sem  contar os atuais 1.379 que já  reúnem condições para parar de trabalhar,  mas optaram por ganhar abono  de permanência. Com isso, o total de  funcionários que deixariam a  corporação chegaria a 3.649, o que  equivale a 32% do total em atividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;Segundo  o Ministério do  Planejamento, há 6.185 agentes, 1.889 escrivães, 1.791  delegados,  1.110 peritos e 439 papiloscopistas na PF. Outros 2.646 estão  no  chamado Plano Especial de Cargos, que abrange os servidores   administrativos. Nas contas de Cláudio Tusco, diretor da ADPF, somente   entre os delegados, uma média de 25 pessoas por ano chegam à idade de se   aposentar. Desde 2006, 235 cargos ficaram vagos. "Enquanto o número de   delegacias cresce, o de profissionais diminui. Ao cortar recursos para  a  segurança, o governo causa impunidade e aumenta a corrupção. Poucas   operações nossas estancam rombos de bilhões de reais nos cofres  públicos  do país", disse Tusco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;O levantamento da associação  revelou  também que o quadro de servidores da PF está ficando cada vez  mais  envelhecido. Hoje, 13,2% do atual efetivo têm mais de 51 anos de  idade.  No caso do Plano Especial de Cargos, esse índice chega a 37,3%.  Tusco  estimou que, para receber os próximos grandes eventos esportivos,  a  Polícia Federal necessitará de 4.174 novos profissionais. "Esse é um   assunto que preocupa muito a gente. Nos últimos anos, o nosso efetivo   não aumentou. A Argentina, um país muito menor que o nosso, tem 40 mil   policiais federais. Aqui, a categoria está cada dia mais  sobrecarregada.  Não conseguimos investigar tudo o que é necessário",  observou o  diretor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;Procurada, a Polícia Federal se limitou a  informar  que aguarda do Ministério do Planejamento autorização para  abrir  concurso com 1.024 vagas, mas não quis dar detalhes sobre o  quadro de  pessoal da corporação. As oportunidades previstas são para os  cargos de  agente, escrivão, delegado e papiloscopista. No entanto, o  corte nas  seleções públicas e nas nomeações anunciado pelo governo para  garantir o  ajuste fiscal e proteger o país da crise global está  emperrando a  abertura do processo seletivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;Jones Borges  Leal, presidente  do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito  Federal (Sindipol-DF),  disse que um exemplo da escassez de  profissionais é o Aeroporto  Internacional Juscelino Kubitschek, em  Brasília. "São apenas quatro  policiais para cuidar de todo o terminal.  Além disso, as nossas  fronteiras estão desguarnecidas. Há trechos de  até 400 quilômetros que  não têm sequer um agente de polícia. Hoje, 20  mil servidores na  corporação ainda não atenderiam a demanda", avaliou.&lt;br&gt;Desde  o início  do ano, o Sindipol-DF organiza assembleias para discutir o  caminho a ser  tomado para pressionar o governo a conceder reajustes  salariais. Embora  a categoria não tenha conseguido dinheiro na proposta  orçamentária de  2012 para garantir os aumentos, ela assinou com o  secretário de Recursos  Humanos, Duvanier Paiva Ferreira, um protocolo  que define as diretrizes  das negociações nos próximos meses. O  documento diz respeito apenas aos  cargos de agente, escrivão e  papiloscopista, que recebem salário  inicial de R$ 7.514,33 e final de  R$ 11.879,08. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;Eles discutem  uma reestruturação para que, em  três anos, a remuneração final chegue  ao topo da carreira de oficial de  inteligência, de R$ 18,4 mil, o que  representa um aumento de 54,9%. No  caso dos delegados e peritos, os  vencimentos já vão de R$ 13,3 mil a  R$ 19,6 mil. "A possibilidade de  greve não está descartada. Estamos  aguardando que o governo cumpra o que  está estabelecido no protocolo e  dê continuidade às negociações. O  prazo vai até março de 2012", disse  Leal. &lt;br&gt;A Polícia Federal é apenas  um exemplo do problema vivido no  governo como um todo. Estima-se que,  até 2015, cerca de 40% do atual  1,1 milhão de servidores públicos  federais em todo o Brasil estejam em  condições de se aposentar. Ao menos  452 mil pessoas poderão deixar os  órgãos públicos a qualquer momento.  Hoje, 80 mil funcionários já  recebem abono de permanência. &lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3913059719550110819?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3913059719550110819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3913059719550110819&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3913059719550110819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3913059719550110819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/um-terco-dos-funcionaros-da-policia.html' title='Um terço dos funcionáros da Polícia Federal se aposenta até 2016'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-6272936286209296261</id><published>2011-10-13T08:52:00.000-03:00</published><updated>2011-10-13T08:53:07.122-03:00</updated><title type='text'>A tinta vermelha: discurso de Slavoj Žižek aos manifestantes do movimento Occupy Wall Street</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;h1 class="entry-title"&gt;A tinta vermelha: discurso de Slavoj Žižek aos manifestantes do movimento Occupy Wall Street&lt;/h1&gt;  					&lt;div class="entry-meta"&gt; 						&lt;span class="meta-prep meta-prep-author"&gt;Posted on&lt;/span&gt; &lt;a href="http://boitempoeditorial.wordpress.com/2011/10/11/a-tinta-vermelha-discurso-de-slavoj-zizek-aos-manifestantes-do-movimento-occupy-wall-street/" title="13:21" rel="bookmark"&gt;&lt;span class="entry-date"&gt;11/10/2011&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span class="byline"&gt;&lt;span class="meta-sep"&gt;by&lt;/span&gt; &lt;span class="author vcard"&gt;&lt;a class="url fn n" href="http://boitempoeditorial.wordpress.com/author/boitempoeditorial/" title="Ver todos os posts de boitempoeditorial"&gt;boitempoeditorial&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="comments-link"&gt;&lt;span class="meta-sep"&gt;|&lt;/span&gt; &lt;a href="http://boitempoeditorial.wordpress.com/2011/10/11/a-tinta-vermelha-discurso-de-slavoj-zizek-aos-manifestantes-do-movimento-occupy-wall-street/#comments" title="Comentário para A tinta vermelha: discurso de Slavoj Žižek aos manifestantes do movimento Occupy Wall Street"&gt;48 comentários&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; 											&lt;/div&gt;  					 						&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://boitempoeditorial.files.wordpress.com/2011/10/11-10-11_discurso-de-slavoj-zizek-para-manifestantes-do-occupy-wall-street.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-2031" title="11.10.11_Discurso de Slavoj Zizek para manifestantes do Occupy Wall Street" src="http://boitempoeditorial.files.wordpress.com/2011/10/11-10-11_discurso-de-slavoj-zizek-para-manifestantes-do-occupy-wall-street.jpg?w=500&amp;amp;h=332" alt="" height="332" width="500"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Slavoj Žižek&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; visitou a Liberty Plaza, em Nova Iorque, para falar ao acampamento de manifestantes do movimento &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Occupy Wall Street&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;  (Ocupe Wall Street), que vem protestando contra a crise financeira e o  poder econômico norte-americano desde o início de setembro deste ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O filósofo nos enviou a íntegra de seu discurso para publicarmos em nosso Blog, que segue abaixo em tradução de &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Rogério &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Bettoni&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Não se  apaixonem por si mesmos, nem pelo momento agradável que estamos tendo  aqui. Carnavais custam muito pouco – o verdadeiro teste de seu valor é o  que permanece no dia seguinte, ou a maneira como nossa vida normal e  cotidiana será modificada. Apaixone-se pelo trabalho duro e paciente –  somos o início, não o fim. Nossa mensagem básica é: o tabu já foi  rompido, não vivemos no melhor mundo possível, temos a permissão e a  obrigação de pensar em alternativas. Há um longo caminho pela frente, e  em pouco tempo teremos de enfrentar questões realmente difíceis –  questões não sobre aquilo que não queremos, mas sobre aquilo que  QUEREMOS. Qual organização social pode substituir o capitalismo vigente?  De quais tipos de líderes nós precisamos? As alternativas do século XX  obviamente não servem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#000000;"&gt;Então  não culpe o povo e suas atitudes: o problema não é a corrupção ou a  ganância, mas o sistema que nos incita a sermos corruptos. A solução não  é o lema "Main Street, not Wall Street", mas sim mudar o sistema em que  a Main Street não funciona sem o Wall Street. Tenham cuidado não só com  os inimigos, mas também com falsos amigos que fingem nos apoiar e já  fazem de tudo para diluir nosso protesto. Da mesma maneira que compramos  café sem cafeína, cerveja sem álcool e sorvete sem gordura, eles  tentarão transformar isto aqui em um protesto moral inofensivo. Mas a  razão de estarmos reunidos é o fato de já termos tido o bastante de um  mundo onde reciclar latas de Coca-Cola, dar alguns dólares para a  caridade ou comprar um cappuccino da Starbucks que tem 1% da renda  revertida para problemas do Terceiro Mundo é o suficiente para nos fazer  sentir bem. Depois de terceirizar o trabalho, depois de terceirizar a  tortura, depois que as agências matrimoniais começaram a terceirizar até  nossos encontros, é que percebemos que, há muito tempo, também  permitimos que nossos engajamentos políticos sejam terceirizados – mas  agora nós os queremos de volta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#000000;"&gt;Dirão  que somos "não americanos". Mas quando fundamentalistas conservadores  nos disserem que os Estados Unidos são uma nação cristã, lembrem-se do  que é o Cristianismo: o Espírito Santo, a comunidade livre e igualitária  de fiéis unidos pelo amor. Nós, aqui, somos o Espírito Santo, enquanto  em Wall Street eles são pagãos que adoram falsos ídolos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#000000;"&gt;Dirão  que somos violentos, que nossa linguagem é violenta, referindo-se à  ocupação e assim por diante. Sim, somos violentos, mas somente no mesmo  sentido em que Mahatma Gandhi foi violento. Somos violentos porque  queremos dar um basta no modo como as coisas andam – mas o que significa  essa violência puramente simbólica quando comparada à violência  necessária para sustentar o funcionamento constante do sistema  capitalista global?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#000000;"&gt;Seremos  chamados de perdedores – mas os verdadeiros perdedores não estariam lá  em Wall Street, os que se safaram com a ajuda de centenas de bilhões do  nosso dinheiro? Vocês são chamados de socialistas, mas nos Estados  Unidos já existe o socialismo para os ricos. Eles dirão que vocês não  respeitam a propriedade privada, mas as especulações de Wall Street que  levaram à queda de 2008 foram mais responsáveis pela extinção de  propriedades privadas obtidas a duras penas do que se estivéssemos  destruindo-as agora, dia e noite – pense nas centenas de casas  hipotecadas…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#000000;"&gt;Nós  não somos comunistas, se o comunismo significa o sistema que  merecidamente entrou em colapso em 1990 – e lembrem-se de que os  comunistas que ainda detêm o poder atualmente governam o mais implacável  dos capitalismos (na China). O sucesso do capitalismo chinês liderado  pelo comunismo é um sinal abominável de que o casamento entre o  capitalismo e a democracia está próximo do divórcio. Nós somos  comunistas em um sentido apenas: nós nos importamos com os bens comuns –  os da natureza, do conhecimento – que estão ameaçados pelo sistema.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#000000;"&gt;Eles  dirão que vocês estão sonhando, mas os verdadeiros sonhadores são os  que pensam que as coisas podem continuar sendo o que são por um tempo  indefinido, assim como ocorre com as mudanças cosméticas. Nós não  estamos sonhando; nós acordamos de um sonho que está se transformando em  pesadelo. Não estamos destruindo nada; somos apenas testemunhas de como  o sistema está gradualmente destruindo a si próprio. Todos nós  conhecemos a cena clássica dos desenhos animados: o gato chega à beira  do precipício e continua caminhando, ignorando o fato de que não há chão  sob suas patas; ele só começa a cair quando olha para baixo e vê o  abismo. O que estamos fazendo é simplesmente levar os que estão no poder  a olhar para baixo…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#000000;"&gt;Então,  a mudança é realmente possível? Hoje, o possível e o impossível são  dispostos de maneira estranha. Nos domínios da liberdade pessoal e da  tecnologia científica, o impossível está se tornando cada vez mais  possível (ou pelo menos é o que nos dizem): "nada é impossível", podemos  ter sexo em suas mais perversas variações; arquivos inteiros de  músicas, filmes e seriados de TV estão disponíveis para download; a  viagem espacial está à venda para quem tiver dinheiro; podemos melhorar  nossas habilidades físicas e psíquicas por meio de intervenções no  genoma, e até mesmo realizar o sonho tecnognóstico de atingir a  imortalidade transformando nossa identidade em um programa de  computador. Por outro lado, no domínio das relações econômicas e  sociais, somos bombardeados o tempo todo por um discurso do "&lt;em&gt;você não pode&lt;/em&gt;"  se envolver em atos políticos coletivos (que necessariamente terminam  no terror totalitário), ou aderir ao antigo Estado de bem-estar social  (ele nos transforma em não competitivos e leva à crise econômica), ou se  isolar do mercado global etc. Quando medidas de austeridade são  impostas, dizem-nos repetidas vezes que se trata apenas do que tem de  ser feito. Quem sabe não chegou a hora de inverter as coordenadas do que  é possível e impossível? Quem sabe não podemos ter mais solidariedade e  assistência médica, já que não somos imortais?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#000000;"&gt;Em  meados de abril de 2011, a mídia revelou que o governo chinês havia  proibido a exibição, em cinemas e na TV, de filmes que falassem de  viagens no tempo e histórias paralelas, argumentando que elas trazem  frivolidade para questões históricas sérias – até mesmo a fuga fictícia  para uma realidade alternativa é considerada perigosa demais. Nós, do  mundo Ocidental liberal, não precisamos de uma proibição tão explícita: a  ideologia exerce poder material suficiente para evitar que narrativas  históricas alternativas sejam interpretadas com o mínimo de seriedade.  Para nós é fácil imaginar o fim do mundo – vide os inúmeros filmes  apocalípticos –, mas não o fim do capitalismo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#000000;"&gt;Em  uma velha piada da antiga República Democrática Alemã, um trabalhador  alemão consegue um emprego na Sibéria; sabendo que todas as suas  correspondências serão lidas pelos censores, ele diz para os amigos:  "Vamos combinar um código: se vocês receberem uma carta minha escrita  com tinta azul, ela é verdadeira; se a tinta for vermelha, é falsa".  Depois de um mês, os amigos receberam a primeira carta, escrita em azul:  "Tudo é uma maravilha por aqui: os estoques estão cheios, a comida é  abundante, os apartamentos são amplos e aquecidos, os cinemas exibem  filmes ocidentais, há mulheres lindas prontas para um romance – a única  coisa que não temos é &lt;em&gt;tinta vermelha&lt;/em&gt;." E essa situação, não é a  mesma que vivemos até hoje? Temos toda a liberdade que desejamos – a  única coisa que falta é a "tinta vermelha": nós nos "sentimos livres"  porque somos desprovidos da linguagem para articular nossa falta de  liberdade. O que a falta de tinta vermelha significa é que, hoje, todos  os principais termos que usamos para designar o conflito atual – "guerra  ao terror", "democracia e liberdade", "direitos humanos" etc. etc. –  são termos FALSOS que mistificam nossa percepção da situação em vez de  permitir que pensemos nela. Você, que está aqui presente, está dando a  todos nós tinta vermelha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-6272936286209296261?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/6272936286209296261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=6272936286209296261&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6272936286209296261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6272936286209296261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/tinta-vermelha-discurso-de-slavoj-zizek.html' title='A tinta vermelha: discurso de Slavoj Žižek aos manifestantes do movimento Occupy Wall Street'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5674323505690020802</id><published>2011-10-12T11:24:00.000-03:00</published><updated>2011-10-12T11:25:04.799-03:00</updated><title type='text'>Governo pretende erradicar fome até 2014, diz Maria do Rosário</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="4"&gt;Governo pretende erradicar fome até 2014, diz Maria do Rosário&lt;/font&gt;&lt;br&gt;   	   		    	 		&lt;font size="1"&gt;&lt;em style="font-weight: normal;"&gt;11 de outubro de 2011 &lt;strong&gt;•&lt;/strong&gt; 00h34  			 				 &lt;strong&gt;•&lt;/strong&gt; atualizado às 00h35   &lt;/em&gt;&lt;/font&gt; 	&lt;/h1&gt; 						 					&lt;div class="mod-content mod-article tab-content"&gt; 				&lt;div class="ctn-tools printing"&gt; 								 								 							&lt;/div&gt;&lt;div class="page fontsize p1 printing"&gt; 								&lt;dl class="author"&gt;&lt;dt&gt;Daniel Mello&lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt; 							&lt;/div&gt;&lt;div class="page fontsize p1 printing" id="SearchKey_Text1"&gt; 								  &lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da  República, Maria do Rosário, disse na noite dessa segunda-feira que a  erradicação da fome é uma meta que o governo pretende cumprir até 2014.  Segundo ela, a luta para que não falte comida a nenhum brasileiro está  incluída na agenda de combate à miséria.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;  &amp;quot;A meta nossa, do governo federal, é no final do mandato da presidente  Dilma já termos um processo em que possamos dizer que nenhum brasileiro  ou brasileira vive em miséria extrema, a fome é miséria extrema&amp;quot;,  declarou ao comentar a posição de liderança do Brasil no ranking da  organização não governamental (ONG) ActionAid de países que mais  combatem a fome.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;  O relatório da ONG destaca os resultados do Programa Fome Zero, com a  diminuição da desnutrição infantil em 73% entre 2002 e 2008. Além de  elogiar a inclusão do direito à alimentação na Constituição Federal em  fevereiro de 2010.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;  A ministra disse ainda que merece comemoração o fato de o Brasil estar  adotando uma política que busque tanto o desenvolvimento econômico como o  bem-estar humano e social. &amp;quot;Nós estamos aqui para fazer com que o PIB  Produto Interno Bruto real seja a qualidade de vida dos brasileiros e  brasileiras e que o Brasil tenha uma boa integração com o mundo  contemporâneo&amp;quot;, declarou ao participar da abertura da 6ª Mostra Cinema e  Direitos Humanos na América do Sul.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;  Para Maria do Rosário, o festival cinematográfico integra as ações da  sociedade e do governo para promover uma cultura de direitos humanos no  país. &amp;quot;Ela soma em toda uma movimentação que o Brasil faz, que governo  brasileiro faz e que a sociedade faz&amp;quot;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;dl class="credits fontsize printing"&gt;&lt;dd&gt;Agência Brasil&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-5674323505690020802?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/5674323505690020802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=5674323505690020802&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5674323505690020802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5674323505690020802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/governo-pretende-erradicar-fome-ate.html' title='Governo pretende erradicar fome até 2014, diz Maria do Rosário'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-7325036736242869177</id><published>2011-10-12T11:18:00.001-03:00</published><updated>2011-10-12T11:18:27.072-03:00</updated><title type='text'>‘Foco da Comissão da Verdade será a ditadura’, diz Aloysio Nunes</title><content type='html'>&lt;div class="bb-gu_first"&gt; 						&lt;div class="bb-md-noticia"&gt; 							&lt;h2&gt;'Foco da Comissão da Verdade será a ditadura', diz Aloysio Nunes&lt;/h2&gt; 							&lt;h3 style="font-weight: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="2"&gt;Relator do projeto no Senado, tucano diz que pretende entregar relatório à CCJ na próxima quarta-feira, 19&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h3&gt; 							&lt;div class="bb-md-noticia-fecha"&gt;11 de outubro de 2011 | 23h 04&lt;/div&gt; 							&lt;div id="bb-md-noticia-tabs"&gt; 								&lt;div id="bb-md-noticia-tabs-1" class="bb-md-noticia_tab"&gt; 									&lt;div class="texto-noticia"&gt; 										&lt;div class="bb-md-noticia-autor"&gt;Roldão Arruda / SÃO PAULO - O Estado de S.Paulo&lt;/div&gt; 										&lt;div class="corpo"&gt; 											&lt;p&gt;Em entrevista ao Estado, o relator do projeto de lei da  Comissão da Verdade, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado,  senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), disse que ela só terá sucesso  se focalizar as investigações no período da ditadura militar. Ele  considera o projeto bom e acredita que não enfrentará problemas em sua  tramitação no Senado.                  &lt;/p&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-extras"&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-foto"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O fato de ter sido perseguido e condenado no período do  regime militar pode causar algum tipo de problema ou constrangimento  para o senhor como relator?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;Sou um senador da República, comprometido com a questão dos  direitos humanos, e não um perseguido político. Fui condenado,  anistiado, reintegrado à vida política e hoje estou aqui.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais suas impressões iniciais do projeto de lei?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;Eu o conheço bem. Conversei com o ministro Nelson Jobim,  antes de sua saída do Ministério da Defesa, quando ainda estava sendo  elaborado, e acompanhei os debates na Câmara. Na minha avaliação é um  bom projeto, que dá continuidade a uma série de mudanças institucionais  que começam lá atrás, com o fim do AI-5, a Lei da Anistia, a criação da  Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos no governo de  Fernando Henrique Cardoso, as reparações, a criação de memoriais em  vários Estados, a digitalização dos arquivos públicos do período da  ditadura. Enfim, trata-se de mais uma etapa num processo iniciado há  longo tempo e que precisa ser concluído.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;&lt;b&gt;Para familiares de mortos e desaparecidos, a comissão  também deveria promover a reparação judicial, com a condenação dos  responsáveis pelos crimes.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;A comissão não tem caráter judicial, não vai funcionar como  um tribunal de exceção. O objetivo é esclarecer as violações de direitos  humanos ocorridas entre 1946 e 1988, com foco especial no período da  ditadura. A apuração pode ter consequências na área do Judiciário, mas o  objetivo da comissão não é este.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outra crítica ao projeto é o período que abrange, considerado excessivamente longo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;Os autores do projeto decidiram adotar esse marco temporal,  assim como poderiam ter adotado algum outro. É evidente, porém, que o  foco da comissão deve ser o período da ditadura militar e as graves  violações de direitos humanos praticadas naquele período. Deve ser uma  abordagem ampla, que permita o esclarecimento de desaparecimentos  forçados, a ocultação de cadáveres, a identificação das circunstâncias e  das instituições relacionadas à pratica de violações de direitos  humanos e suas eventuais ramificações nos diversos aparelhos estatais e  do conjunto da sociedade. Se eu fosse membro da comissão, esse seria o  meu foco.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não acha o prazo de dois anos curto para essa tarefa?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;A comissão não vai partir do zero. Já existe um acervo grande  acumulado. Acho que o período de dois anos é suficiente, mas vale  lembrar que o trabalho só termina quando a comissão concluir o seu  relatório e que o prazo pode ser prorrogado por medida provisória. Seria  importante, no entanto, que a comissão concluísse seu trabalho no  governo da presidente Dilma.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;Por causa do engajamento pessoal da presidente nessa questão.  Pelas declarações que tenho ouvido dela, esse engajamento pode  contribuir para o bom resultado e a eficácia do trabalho da comissão.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;&lt;b&gt;O que mais poderia contribuir para o bom resultado?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;A qualidade dos membros que foram escolhidos para integrar a  comissão, os meios que tiverem para trabalhar e sua capacidade para  focalizar os pontos mais críticos.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Acha que o projeto pode enroscar no Senado?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;Não acredito. Pelas conversas iniciais do ministro José  Eduardo Cardozo, da Justiça, com as bancadas dos partidos, a tramitação  será tranquila. Mas não posso garantir nada. Da minha parte vou  trabalhar intensamente para entregar o meu relatório ao presidente da  CCJ na próxima quarta-feira. Não sou de segurar projeto.&lt;/p&gt; 										&lt;/div&gt; 									&lt;/div&gt; 								&lt;/div&gt; 							&lt;/div&gt; 						&lt;/div&gt; 					&lt;/div&gt; 					 &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-7325036736242869177?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/7325036736242869177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=7325036736242869177&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/7325036736242869177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/7325036736242869177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/foco-da-comissao-da-verdade-sera.html' title='‘Foco da Comissão da Verdade será a ditadura’, diz Aloysio Nunes'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-418773513289522272</id><published>2011-10-12T10:51:00.000-03:00</published><updated>2011-10-12T10:52:03.121-03:00</updated><title type='text'>Justiça paulista decide se envolver no combate ao crack</title><content type='html'>&lt;p class="twoWords"&gt;Atuação direta&lt;/p&gt;&lt;h2 style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;font size="4"&gt;Justiça paulista decide se envolver no combate ao crack&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p class="author"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-out-08/justica-paulista-decide-envolver-diretamente-combate-crack#autores"&gt;Por Camila Ribeiro de Mendonça&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="wysiwyg"&gt;&lt;p&gt;O  Judiciário paulista vai se envolver diretamente no combate ao crack.  Trata-se de uma iniciativa inédita e pioneira, desenvolvida pelo  desembargador &lt;span&gt;Antonio Carlos Malheiros, coordenador da Infância e  Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo.&lt;u&gt; Um posto de atendimento  para definir a internação compulsória de crianças e adolescentes  viciados será colocado na região conhecida como Cracolândia.&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"A  proposta é conhecer a situação da criança. Ela será beneficiada porque  vamos procurar os dois lados dessa questão, do menor e da família. Com  isso, teremos condições de decidir se encaminhamos a criança para um  abrigo, para uma clínica, ou até se tem condições de voltar para casa",  afirma o desembargador idealizador desse projeto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma equipe móvel  vai circular pelas ruas para entrevistar os jovens e avaliar o que pode  ser feito para ajudá-los. "Vamos ouvir as crianças e os adolescentes  para saber quem são, de onde vêm, onde estão as suas famílias", explicou  o desembargador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com as informações das entrevistas, os  integrantes do Judiciário poderão tomar, com mais rapidez, medidas para  auxiliar os menores em suas necessidades. "Vamos exigir vagas [nos  centros de recuperação de dependentes químicos], exigir qualidade na  prestação dos serviços e evitar, mesmo que não haja resistência das  crianças e adolescentes, a internação. O tratamento em meio aberto é  nossa pretensão", destacou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o defensor público &lt;strong&gt;Carlos Weis&lt;/strong&gt;,  que está envolvido com o projeto e falando diariamente com o  desembargador, a posição da Defensoria é clara: eles estão totalmente  envolvidos numa perspectiva de levar o Estado de direito para  Cracolândia, uma vez reconhecido que os serviços municipais são  insuficientes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Weis, a ideia do projeto é justamente  fiscalizar se os direitos das crianças e aos adolescentes, garantidos  pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), estão sendo devidamente  cumpridos. Para isso, estarão presentes na Cracolândia juízes,  defensores e promotores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Geralmente essas crianças têm problemas  familiares, o craque surgiu para elas como um substituto dos vínculos  sociais. O poder público deve abrigá-las, fornecer atividades,  aconselhamento psicológico, não se trata de favor da prefeitura e sim um  direito", afirma Weis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele ainda enfatizou que a Defensoria  Pública de São Paulo é totalmente contra a internação compulsória, o  que, segundo ele, contraria o artigo 4 da Lei 10.216 (a internação, em  qualquer de suas modalidades, só será indicada quando os recursos  extra-hospitalares se mostrarem insuficientes). "Jovens não se podem ser  tratados como coisas e levados por uma carrocinha até o canil",  defendeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o defensor, será feito um mapeamento dos pais, a  fim de checar se assistente social foi até a casa da família, se os  familiares estão cumprindo com suas obrigações. Os juízes eventualmente  vão garantir se as crianças têm acesso aos serviços como abrigo, caso  contrário, determinarão ordem judicial para obrigar a prefeitura  providenciá-los.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="about"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:%63%61%6d%69%6c%61%40%63%6f%6e%73%75%6c%74%6f%72%6a%75%72%69%64%69%63%6f%2e%63%6f%6d%2e%62%72"&gt;Camila Ribeiro de Mendonça&lt;/a&gt; é repórter da revista &lt;strong&gt;Consultor Jurídico&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="signature"&gt;Revista &lt;strong&gt;Consultor Jurídico&lt;/strong&gt;,  8 de outubro de 2011&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-418773513289522272?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/418773513289522272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=418773513289522272&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/418773513289522272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/418773513289522272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/justica-paulista-decide-se-envolver-no.html' title='Justiça paulista decide se envolver no combate ao crack'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-4051152841460067397</id><published>2011-10-12T10:30:00.001-03:00</published><updated>2011-10-12T10:30:57.318-03:00</updated><title type='text'>PEC do Trabalho Escravo tramita há dez anos na Câmara</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;p class="twoWords"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Longa espera&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;font size="6"&gt;PEC do Trabalho Escravo tramita há dez anos na Câmara&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="wysiwyg"&gt;&lt;p&gt;"As  propriedades rurais e urbanas de qualquer região do país onde forem  localizadas culturas ilegais de plantas psicotrópicas ou a exploração de  trabalho escravo serão expropriadas e destinadas à reforma agrária e a  programas de habitação popular, sem qualquer indenização ao proprietário  e sem prejuízo de outras sanções previstas em lei, observando, no que  couber, o disposto no Artigo 5º da Constituição Federal". A previsão  está na Proposta de Emenda à Constituição 438, de 2001, conhecida como  PEC do Trabalho Escravo, que tramita há dez anos na Câmara dos  Deputados. As informações são da &lt;em&gt;Agência Brasil&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Votada  em primeiro turno na casa, a proposta ainda precisa passar por uma  segunda discussão. Se alterada, retorna ao Senado, onde acontecerá uma  nova apreciação. &lt;u&gt;Até agora, só em 2011, quase dez requerimentos foram  feitos ao plenário da Câmara pedindo a inclusão na ordem do dia da  proposta. A última vez que ela entrou em pauta foi em 2009. Não foi  apreciada.&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O artigo 5º, que deve ser alterado caso a PEC seja  aprovada, determina que o direito à propriedade é garantido, mas que ela  deverá atender à função social. Além disso, o artigo prevê que uma lei  estabelecerá o procedimento de desapropriação, ressalvando-se os caos  previstos na Constituição.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, possível haver desapropriação sem  indenização quando a propriedade é usada para plantação de drogas  psicotrópicas. O que a PEC do Trabalho Escravo pretende fazer é incluir  neste mesmo trecho, o artigo 243 da Constituição Federal, a hipótese de  desapropriação por causa da constatação de trabalho análogo à  escravidão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS) é contrário à  proposta. Segundo ele, a preocupação dos setores do agronegócio quanto à  matéria é que algumas questões precisam estar claras na lei para que  não haja desapropriações injustas. &lt;em&gt;"[Ainda falta clareza]&lt;/em&gt; sobre  o que é trabalho degradante, sobre o que é uma jornada exaustiva. Temos  que definir o que é esse tipo de coisa", explicou. "&lt;em&gt;[Há]&lt;/em&gt;  pressão em cima dos produtores, como se estivessem praticando trabalho  escravo. Em alguns casos há, mas na maioria não", completou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dados  do Ministério do Trabalho apontam que em 20010 mais de 2,6 mil  trabalhadores foram resgatados de regimes de trabalho análogos à  escravidão, e 309 estabelecimentos foram inspecionados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De outro  lado, o deputado Federal Cláudio Puty (PT-PA) é um dos que defendem a  PEC. Ele acredita que ser preciso aprovar uma legislação mais rigorosa  contra a prática do trabalho escravo. "Precisamos de uma legislação mais  dura contra esse instrumento que é reduzir custos nas empresas por meio  da precarização do trabalho, chegando ao trabalho análogo à escravidão.  Escravidão por dívida, por ameaças, por impedimento do direito de ir e  vir", disse.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="signature"&gt;Revista &lt;strong&gt;Consultor Jurídico&lt;/strong&gt;,  9 de outubro de 2011&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-4051152841460067397?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/4051152841460067397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=4051152841460067397&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4051152841460067397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4051152841460067397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/pec-do-trabalho-escravo-tramita-ha-dez.html' title='PEC do Trabalho Escravo tramita há dez anos na Câmara'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3724844196275884466</id><published>2011-10-12T10:18:00.000-03:00</published><updated>2011-10-12T10:19:14.355-03:00</updated><title type='text'>Direito Humanos são o pão nosso de cada dia</title><content type='html'>&lt;h2 style="font-family: georgia,serif; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;em&gt;Direito Humanos são o pão nosso de cada dia&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style="font-family: georgia,serif;" class="author"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-out-12/direito-humanos-celebrados-pao-nosso-cada-dia#autores"&gt;Por João Baptista Herkenhoff&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="font-family: georgia,serif;" class="wysiwyg"&gt;&lt;p&gt;24  de Outubro, Dia das Nações Unidas. A data é oportuna para tratar do  tema deste artigo, pois um dos objetivos perseguidos na criação da ONU  foi a pregação dos Direitos Humanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de todas as negações de Humanismo, na sociedade brasileira e no mundo, podemos celebrar os Direitos Humanos?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Creio que sim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isto porque os Direitos Humanos constituem uma conquista na longa e muitas vezes penosa caminhada da Humanidade. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A &lt;em&gt;Declaração Universal dos Direitos Humanos&lt;/em&gt;  é documento fundamental, como expressão desta caminhada. Mas não foi  uma obra instantânea, nem foi produto de um círculo reduzido de  pensadores europeus e norte-americanos. Filósofos, profetas, líderes  religiosos, gente anônima do povo, de todos os Continentes, de épocas as  mais recuadas contribuíram para a formação deste patrimônio da cultura  humana, que a Declaração tentou corporificar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, os  Direitos Humanos não se estabilizaram na Declaração formulada em 1946.  Acréscimos e enriquecimentos posteriores foram feitos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, expressões anteriores de Humanismo não foram plenamente ouvidas pelo documento que a ONU aprovou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De tudo isto se conclui que a &lt;em&gt;Declaração Universal dos Direitos Humanos&lt;/em&gt;  é um texto da mais alta relevância. Entretanto, essa proclamação não  monopoliza os ideais de Direitos Humanos presentes na história e no  grito de Justiça dos homens e mulheres, sobretudo daqueles que, por  qualquer circunstância, se encontrem numa situação de opressão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  ideia de Direitos Humanos é fundamental para a vida brasileira de hoje.  Negações de humanismo estão presentes no nosso cotidiano: desde as  grandes negações, como aquelas que marginalizam parcela ponderável do  povo, até negações a varejo como, por exemplo, fazer olho cego à cena de  uma pessoa atropelada numa estrada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entendemos que sejam princípios cardeais de Direitos Humanos aqueles estatuídos pela &lt;em&gt;Declaração Universal&lt;/em&gt; aprovada pela ONU e aqueles que constam de proclamações complementares. Dentre estas devem ser citadas a &lt;em&gt;Carta Universal dos Direitos dos Povos&lt;/em&gt;, a &lt;em&gt;Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos&lt;/em&gt;, a &lt;em&gt;Carta Americana de Direitos e Deveres do Homem&lt;/em&gt;, a &lt;em&gt;Declaração Islâmica Universal dos Direitos do Homem&lt;/em&gt;, a &lt;em&gt;Declaração Solene dos Povos Indígenas do Mundo&lt;/em&gt;.   Essa enumeração não exclui outros documentos que buscaram, nas mais  diferentes situações e lugares, afirmar o princípio fundamental da  dignidade da pessoa humana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se crianças que perambulam por nossas  ruas, sem pão e sem teto, são assassinadas, essas mesmas crianças são  capazes de lutar por sua própria Humanidade nesta bela afirmação de  Direitos Humanos que é o Movimento Nacional de Meninos e Meninas de  Rua. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isto creio que os Direitos Humanos devem ser celebrados, cotidianamente. Seja essa celebração o pão nosso de cada dia.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;a style="font-family: georgia,serif;" name="autores"&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style="font-family: georgia,serif;" class="about"&gt;  &lt;a class="name" href="mailto:%6a%62%68%65%72%6b%65%6e%68%6f%66%66%40%75%6f%6c%2e%63%6f%6d%2e%62%72"&gt;João Baptista Herkenhoff&lt;/a&gt; é professor pesquisador da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha e escritor.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia,serif;" class="signature"&gt;  Revista &lt;strong&gt;Consultor Jurídico&lt;/strong&gt;, 12 de outubro de 2011&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3724844196275884466?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3724844196275884466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3724844196275884466&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3724844196275884466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3724844196275884466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/direito-humanos-sao-o-pao-nosso-de-cada.html' title='Direito Humanos são o pão nosso de cada dia'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-4234477557931057316</id><published>2011-10-06T12:23:00.000-03:00</published><updated>2011-10-06T12:24:12.115-03:00</updated><title type='text'>O perfeito imbecil politicamente incorreto</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;h1 class="tit-arial padding-bottom" style="margin-top: 20px;"&gt;O perfeito imbecil politicamente incorreto&lt;/h1&gt; 		&lt;span class="post-author arial-normal " style="display: block;"&gt;&lt;em&gt;Cynara Menezes&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; 		 		&lt;span class="post-author arial-normal" style="display: block; padding: 40px 0 14px; "&gt;&lt;em&gt;3 de outubro de 2011 às  21:54h&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; 		&lt;div class="content-post arial-normal border-bottom padding-top" id="content"&gt; 			&lt;div id="attachment_50267" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"&gt;&lt;a rel="attachment wp-att-50267" href="http://www.cartacapital.com.br/politica/o-perfeito-imbecil-politicamente-incorreto/attachment/nelson"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-50267" title="O perfeito imbecil politicamente incorreto" src="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/nelson-300x200.jpg" alt="" height="200" width="300"&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;  No  Brasil, é aquele sujeito que se sente no direito de ir contra as idéias  mais progressistas e civilizadas possíveis em nome de uma pretensa  independência de opinião. Saiba como reconhecê-lo. Por Cynara Menezes.  Foto: Reprodução&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Em 1996, três jornalistas –entre eles o filho do Nobel de Literatura  Mario Vargas Llosa, Álvaro –lançaram com estardalhaço o "Manual do  Perfeito Idiota Latino-Americano". Com suas críticas às idéias de  esquerda, o livro se tornaria uma espécie de bíblia do pensamento  conservador no continente. Vivia-se o auge do deus mercado e a obra  tinha como alvo o pensamento de esquerda, o protecionismo econômico e a  crença no Estado como agente da justiça social. Quinze anos e duas  crises econômicas mundiais depois, vemos quem de fato era o perfeito  idiota.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia mais:&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/politica/pelo-direito-de-criticar"&gt;&lt;strong&gt;Criticar também pode&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;a title="'Fui ridicularizada'" href="http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/tentaram-me-ridicularizar"&gt;'Estupro não é piada, é crime', diz ministra das Mulheres&lt;br&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas, quem diria, apesar de derrotado pela história, o Manual continua  sendo não só a única referência intelectual do conservadorismo  latino-americano como gerou filhos. No Brasil, é aquele sujeito que se  sente no direito de ir contra as idéias mais progressistas e civilizadas  possíveis em nome de uma pretensa independência de opinião que, no  fundo, disfarça sua real ideologia e as lacunas em sua formação. Como de  fato a obra de Álvaro e companhia marcou época, até como homenagem  vamos chamá-los de "perfeitos imbecis politicamente incorretos". Eles se  dividem em três grupos:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;1. o "pensador" imbecil politicamente incorreto: ataca líderes LGBTs  (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trânsgeneros) e defende homofóbicos sob o  pretexto de salvaguardar a liberdade de expressão. Ataca a política de  cotas baseado na idéia que propaga de que não existe racismo no Brasil.  Além disso, ações afirmativas seriam "privilégios" que não condizem com  uma sociedade em que há "oportunidades iguais para todos". Defende as  posições da Igreja Católica contra a legalização do aborto e ignora as  denúncias de pedofilia entre o clero. Adora chamar socialistas de  "anacrônicos" e os guerrilheiros que lutaram contra a ditadura de  "terroristas", mas apoia golpes de Estado "constitucionais". Um  torturado? "Apenas um idiota que se deixou apanhar." Foge do debate de  idéias como o diabo da cruz, optando por ridicularizar os adversários  com apelidos tolos. Seu mote favorito é o combate à corrupção, mas os  corruptos sempre estão do lado oposto ao seu. Prega o voto nulo para  ocultar seu direitismo atávico. Em vez de se ocupar em escrever livros  elogiando os próprios ídolos, prefere a fórmula dos guias que detonam os  ídolos alheios –os de esquerda, claro. Sua principal característica é  confundir inteligência com escrever e falar corretamente o português.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;2. o comediante imbecil politicamente incorreto: sua visão de humor é  a do bullying. Para ele não existe o humor físico de um Charles Chaplin  ou Buster Keaton, ou o humor nonsense do Monty Python: o único humor  possível é o que ri do próximo. Por "próximo", leia-se pobres, negros,  feios, gays, desdentados, gordos, deficientes mentais, tudo em nome da  "liberdade de fazer rir." Prega que não há limites para o humor, mas é  uma falácia. O limite para este tipo de comediante é o bolso: só é  admoestado pelos empregadores quando incomoda quem tem dinheiro e pode  processá-los. Não é à toa que seus personagens sempre estão no ônibus ou  no metrô, nunca num 4X4. Ri do office-boy e da doméstica, jamais do  patrão. Iguala a classe política por baixo e não tem nenhum respeito  pelas instituições: o Congresso? "Melhor seria atear fogo". Diz-se  defensor da democracia, mas adora repetir a "piada" de que sente  saudades da ditadura. Sua principal característica é não ser engraçado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;3. o cidadão imbecil politicamente incorreto: não se sabe se é a  causa ou o resultados dos dois anteriores, mas é, sem dúvida, o que dá  mais tristeza entre os três. Sua visão de mundo pode ser resumida na  frase "primeiro eu". Não lhe importa a desigualdade social desde que ele  esteja bem. O pobre para o cidadão imbecil é, antes de tudo, um  incompetente. Portanto, que mal haveria em rir dele? Com a mulher e o  negro é a mesma coisa: quem ganha menos é porque não fez por merecer.  Gordos e feios, então, era melhor que nem existissem. Hahaha. Considera  normal contar piadas racistas, principalmente diante de "amigos" negros,  e fazer gozação com os subordinados, porque, afinal, é tudo  brincadeira. É radicalmente contra o bolsa-família porque estimula uma  "preguiça" que, segundo ele, todo pobre (sobretudo se for nordestino)  possui correndo em seu sangue. Também é contrário a qualquer tipo de  ação afirmativa: se a pessoa não conseguiu chegar lá, problema dela, não  é ele que tem de "pagar o prejuízo". Sua principal característica é não  possuir ideias além das que propagam os "pensadores" e os comediantes  imbecis politicamente incorretos.&lt;/p&gt; 			 		 		&lt;/div&gt; 		&lt;div class="postauthor" style="font-size: 11px; "&gt;&lt;img alt="" src="http://0.gravatar.com/avatar/44aca0f55815bb51cb56bc5bb3fe923b?s=50&amp;amp;d=http%3A%2F%2F0.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D50&amp;amp;r=G" class="avatar avatar-50 photo" height="50" width="50"&gt;			&lt;h4 style="font-size: 11px; " class="tit-arial"&gt;  Cynara Menezes&lt;/h4&gt; 				 			&lt;p class="arial"&gt;Cynara Menezes é jornalista. Atuou no extinto  &amp;quot;Jornal da Bahia&amp;quot;, em Salvador, onde morava. Em 1989, de Brasília,  atuava para diversos órgãos da imprensa. Morou dois anos na Espanha e  outros dez em São Paulo, quando colaborou para a &amp;quot;Folha de S. Paulo&amp;quot;,  &amp;quot;Estadão&amp;quot;, &amp;quot;Veja&amp;quot; e para a revista &amp;quot;VIP&amp;quot;. Está de volta a Brasília há  dois anos e meio, de onde escreve para a CartaCapital.&lt;/p&gt; 			 		&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-4234477557931057316?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/4234477557931057316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=4234477557931057316&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4234477557931057316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4234477557931057316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/10/o-perfeito-imbecil-politicamente.html' title='O perfeito imbecil politicamente incorreto'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2096662362009438570</id><published>2011-09-30T10:48:00.001-03:00</published><updated>2011-09-30T10:48:55.507-03:00</updated><title type='text'>Ceará recebe a secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos</title><content type='html'>&lt;div id="titulo_artigo"&gt;&lt;h3 class="tema"&gt; 					Ceará recebe a secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos				&lt;/h3&gt; 	&lt;/div&gt;&lt;table class="contentpaneopen"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;    	 	 			 		 	 				 		 					&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;table id="content_sesa" class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 	&lt;td colspan="2" class="createdate" valign="top"&gt; 		Ter, 27 de Setembro de 2011 12:15	&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2" valign="top"&gt; &lt;div align="justify"&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Secretaria de Direitos Humanos da  Presidência da República (SDH/PR) está em Fortaleza com intuito de  realizar uma série de ações  que visam o estreitamento de programas e  projetos com a Secretaria da Justiça e  Cidadania do Estado do Ceará. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;As  reuniões acontecem nesta segunda e terça-feira, dias 26 e 27 de  setembro, com a  presença da secretária Nacional de Promoção e Defesa  dos Direitos Humanos, Maria  Ivonete Barbosa Tamboril e do  vice-presidente do Conselho Nacional de Defesa  dos Direitos da Pessoa  Humana, Percilio de Sousa Lima Neto.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na  primeira reunião agendada com a secretária da Justiça e  Cidadania,  Mariana Lobo, os representantes do poder público federal trataram sobre o   caso Zé Maria de Tomé, agricultor e comerciante executado em Limoeiro  do  Norte. O caso ganhou ampla repercussão nacional por tratar-se do  assassinato de um  dos principais líderes comunitários da Chapada do  Apodi e autor de denúncias envolvendo contaminação por agrotóxicos. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tiveram  assento na audiência: o delegado geral da Polícia  Civil, Luís Carlos  Dantas, a delegada da Divisão de Homicídios, Roberta Bruno, a &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;  coordenadora geral do Conselheiro Nacional de Defesa dos Direitos da  Pessoa Humana, Christiana Galvão de Freitas,  o coordenador de Mediação  de Conflitos Agrários da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência  da República (SDH/PR), Ailson Silveira Machado, a coordenadora do  Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos (PPDDH),  Clarissa Rihl, a assessora  especial da Secretaria da Justiça e  Cidadania do Ceará, Carmen Marques e o assessor  da Coordenadoria de  Direitos Humanos do Estado do Ceará, Roger Cid, além do advogado do   caso, representando a Rede de Advogados Populares (Renap), Cláudio  Silva.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.sejus.ce.gov.br/images/stories/reuniao_gab.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.sejus.ce.gov.br/images/stories/reuniao_gab.jpg" height="177" hspace="8" vspace="5" width="235" align="left" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;a  ocasião, os delegados apresentaram alguns pontos da investigação,  esclarecendo aos  presentes sobre os rumos do inquérito, bem como a  complexidade do caso e se mostraram otimistas quanto as soluções sobre o   homicídio.  "&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Nós temos dado grandes passos em direção  de uma finalização da  investigação. Esta cobrança das pessoas que  militam pelos direitos  humanos é importante, pois estamos abertos a  colaborar e principalmente, ouvir",  informou Dr. Dantas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para  a secretária Mariana Lobo, a solução apontada à mesa  dirimiu uma série  de entraves entre os partícipes com a dedicação de um delegado  exclusivo ao caso. "Nós estamos dispostos a acertar. É um compromisso do   Governo do Estado em desvendar este caso não mediremos esforços pela   responsabilização do criminoso. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Este diálogo com todos os  vértices envolvidos nesta luta pelos direitos da pessoa humana denotam  nosso modo  de trabalho, pois só com transparência se constrói  credibilidade e  confiança". A secretária ainda informou aos presentes  que "a Secretaria da Justiça e Cidadania, por meio do Conselho Estadual  de Direitos Humanos está de  portas abertas à comunidade da Chapada do  Apodi, aos familiares de José Maria,  bem como para outras pessoas que  sintam-se ameaças no que tange o exercício de  sua militância na área  dos direitos humanos".&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para  a secretária Nacional de Promoção e Defesa dos  Direitos Humanos, Maria  Ivonete Barbosa Tamboril, a reunião foi produtiva . "Por  parte da  ministra Maria do Rosário não pairam dúvidas sobre a intencionalidade   do Ceará na questão dos direitos humanos. Tanto que SDH escolheu o  Estado para  iniciar a Caravana Nacional de Direitos Humanos, no último  mês. Temos a convicção  de que a impunidade gera mais crimes, por isso  nossa presença física aqui",  informou. "Esperamos voltar mais vezes ao  Ceará para assinar os  convênios dos quais nos comprometemos,  reafirmando a confiança do governo federal no governador  Cid Gomes, que  tem se dedicado a questões importantes para o País na área de  direitos  humanos", pontuou dando por encerrada a reunião. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Além  da reunião supracitada, a SDR/PR também participou de um planejamento  das ações a serem lançadas pela Coordenadoria de  Cidadania da  Secretaria da Justiça do Ceará, tais como o Programa de Proteção aos   Defensores dos Direitos Humanos (PPDDH), que já está em fase de apuração  final de  seu edital de seleção, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;o Comitê Estadual de  Combate à Tortura, o Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes   Ameaçados de Morte (PPCAAM), previsto para 2012, bem como o Comitê&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;de Apoio à População de Rua. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2096662362009438570?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2096662362009438570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2096662362009438570&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2096662362009438570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2096662362009438570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/ceara-recebe-secretaria-nacional-de.html' title='Ceará recebe a secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5495100331933663398</id><published>2011-09-26T14:43:00.001-03:00</published><updated>2011-09-26T14:43:46.923-03:00</updated><title type='text'>Comissão ouve defensores de direitos humanos ameaçados de morte em Goiás</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;h2 style="font-family: georgia,serif; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="5"&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt"&gt;Comissão ouve defensores de direitos humanos ameaçados de morte em Goiás&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt"&gt;A Comissão de Direitos Humanos e Minorias realiza hoje audiência pública para avaliar ameaças contra militantes de direitos humanos feitas por grupos de extermínio em Goiás.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt"&gt;A comissão recebeu denúncias de que estão ameaçados de morte o deputado estadual Mauro Rubem, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do estado; o assessor da mesma comissão Fábio Fazzion; o padre Geraldo Labarrére, da Casa da Juventude; e o frei Marcos Sassattelli, militante de direitos humanos e crítico do sistema de segurança pública de Goiás. &lt;br&gt; &lt;br&gt; A comissão vai ouvir os depoimentos desses militantes e requerer as providências cabíveis de órgãos públicos federais e estaduais para garantir sua integridade física e a continuidade de inquéritos e processos judiciais contra policiais envolvidos em grupos de extermínio, desaparecimento forçado, ameaças e outras violações de direitos humanos.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt"&gt;Também participarão da reunião o coordenador do Programa Defensores de Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Fernando Mattos; e a superintendente de Direitos Humanos da Secretaria de Segurança Pública e coordenadora da Comissão de Defesa da Cidadania do Estado de Goiás, Adriana Accorsi, que investigou o desaparecimento forçado de 37 pessoas após abordagem policial.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt"&gt;A comissão deverá propor ao governo de Goiás a adoção de medidas estruturais contra a impunidade nos crimes de extermínio, além de ações de educação e cultura em direitos humanos na formação dos agentes públicos de segurança pública.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt"&gt;A reunião será realizada às 15 horas, no Plenário 9.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-5495100331933663398?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/5495100331933663398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=5495100331933663398&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5495100331933663398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5495100331933663398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/comissao-ouve-defensores-de-direitos.html' title='Comissão ouve defensores de direitos humanos ameaçados de morte em Goiás'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-7788939314060956596</id><published>2011-09-21T16:03:00.001-03:00</published><updated>2011-09-21T16:03:39.163-03:00</updated><title type='text'>MANIFESTO DE ARTISTAS E INTELECTUAIS EM APOIO À #COMISSÃODAVERDADE</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt; &lt;div&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri;font-weight:bold"&gt;MANIFESTO DE ARTISTAS  E INTELECTUAIS EM APOIO À COMISSÃO DA VERDADE&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri;font-weight:bold"&gt;&lt;br&gt;DEMOCRACIA DE VERDADE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;As  oportunidades da vida nos levaram ao caminho da arte, da música e do  espetáculo e, ao seguirmos esses passos, nos transformamos não apenas em  artistas e intelectuais, mas em militantes da liberdade, já que temos a  possibilidade de expressar nossas ideias e nossos sonhos na linguagem  da arte e do conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;A  democracia não nos foi dada, ela foi conquistada por uma geração que  não se calou diante da opressão. A experiência vivenciada naquele  período de repressão marcou vidas e foi capaz de mudar a história, mas  ainda não podemos celebrar a democracia se não tivermos pleno  conhecimento das violaçoes cometidas nesse passado tão recente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;O  que nos move nesse momento é a esperança de que os parlamentares  possibilitem a atual e as futuras gerações o conhecimento desses fatos,  para sabermos a verdadeira verdade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Como  defensores da livre expressão do pensamento e da democracia,  manifestamos ao Congresso Nacional nosso desejo de aprovação do projeto  de Lei 7.376/2010, que cria a Comissão Nacional da Verdade para que  essas violações sejam lembradas e conhecidas pelo povo brasileiro, pois  essa é a única forma de garantirmos que isso nunca mais aconteça. Chegou  a hora da verdade que o Brasil tanto espera.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Brasília, 21 de setembro de 2011.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri;font-weight:bold"&gt;Artistas e intelectuais que já aderiram ao manifesto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Chico Buarque de Hollanda – Compositor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Gilberto Gil – Compositor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Caetano Veloso – Compositor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Emir Sader – Sociólogo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Eduardo Galeano – Jornalista e escritor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marilena Chauí – Filósofa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Leonardo Boff – Teólogo e escritor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Frei Betto – Escritor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Noam Chomsky – Filósofo e linguista &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marieta Severo – Atriz  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Letícia Sabatella – Atriz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Fernando Morais – Escritor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Edu Lobo – Cantor e compositor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Osmar Prado – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ivan Lins – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;João Bosco - Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marcos Palmeira – Ator &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Beth Carvalho – Cantora  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Paulo Betti – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Fernanda Torres – Atriz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Fernanda Abreu – Cantora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Dira Paes – Atriz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marcelo Yuka – Músico e compositor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Alceu Valença – Cantor e compositor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Alcione – Cantora &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Francis Hime – Maestro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Miúcha – Cantora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José de Abreu – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Chico Díaz – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Sílvia Buarque – Atriz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Cássia Kiss – Atriz &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Chico Whitaker – Arquiteto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Chico Alvim – Poeta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Kiko Horta – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ângela Leal – Atriz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Margareth Menezes – Cantora    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Hugo Carvana – Ator e cineasta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ruy Guerra – Cineasta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Eric Nepomuceno – Escritor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Nelson Sargento – Compositor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Miguel Faria Jr. – Cineasta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Daniela Mercury – Cantora &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Hildegard Angel – Jornalista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Beto Almeida – Jornalista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Tássia Camargo – Atriz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marcos Winter – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Cacá Diegues – Cineasta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marcos Frota – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Gabriel O Pensador – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Sérgio Marone – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Bete Mendes – Atriz &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Cristina Pereira – Atriz   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Silvio Tendler – Documentarista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Milton Hatoum – Escritor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Herson Capri – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Leandra Leal – Atriz   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Carlos Nelson Coutinho – Professor da UFRJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Carlos Vainer – Professor da UFRJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Carlos Walter Porto-Gonçalves – Professor da UFF&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Cândido Grzybowski – Sociólogo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Carlinhos Vergueiro – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Nico Nicolaiewsky – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Bagre Fagundes – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Arthur de Faria – Músico &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Hique Gómez – Músico &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Santiago – Cartunista  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Agenor de Oliveira – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Noca da Portela ­­– Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Martha Alencar – Jornalista e produtora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Tereza Seiblitz – Atriz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Janaína Diniz Guerra – Produtora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Sérgio Ricardo – Músico &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Miguel Paiva – Cartunista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Martha Vianna – Ceramista &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Leonardo Avritzer – Professor da UFMG &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Leonardo Sakamoto – Jornalista e cientista político&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ivana Bentes – Professora da UFRJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Laura Tavares – Universidade Federal do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vavy Pacheco Borges – Historiadora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Juremir Machado da Silva – Jornalista e Escritor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Fogaça – Compositor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria Berenice Dias – Advogada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Celso Antônio Bandeira de Mello – Advogado e escritor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Lícia Peres – Socióloga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Nilo Batista – Jurista, ex-governador do RJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marcelo Cerqueira – Advogado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vladimir Palmeira – Professor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Joyce - Cantora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ronaldo Duque – Cineasta &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Luiz Antônio de Assis Brasil – Escritor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Carlos Gerbase – Cineasta e professor universitário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Zelito Viana – Cineasta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ricardo Rezende – Padre e professor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Luís Augusto Fischer – Escritor e professor universitário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Jéferson Assumção – Escritor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Tiago Flores – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Gaudêncio Fidélis – Historiador da arte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Morgana Marcon – Bibliotecária&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;André Venzon – Artista visual&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Pedro Figueiredo – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marlise Damin – Atriz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Paulo Wayne – Professor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Caroline Heck – Historiadora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Augusto Franke Bier – Jornalista e cartunista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Francisco Alves – Historiador da arte &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Luiz Alberto Cassol – Cineasta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marcelo Restori – Teatreiro e cineasta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Sérgio Verani - Desembargador do TJ/RJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Samuel Bezerra de Lima – Cantor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Adriana Facina – Antropóloga e professora da UFF&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Dante Guimarães Guazzelli – Historiador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vera Pellin – Artista visual&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Carlos Latuff – Cartunista  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Cecília Sá – Arquiteta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vera Malaguti – Socióloga &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Leopoldo Nunes da Silva Filho – Cineasta &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Débora Peters – Produtora cinematográfica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Joel Santana – Historiador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Francisco Alvim – Poeta  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Oded Grajew – Empresário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Santiago Neto – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Generosa de Oliveira Silva – Socióloga &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Tuca Moraes – Produtora cultural &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Priscila Camargo – Atriz &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Adair Rocha – Professor  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Roberto de Figueiredo Caldas - Advogado e Juiz ad hoc da Corte Interamericana de Direitos Humanos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Antônio de Carvalho – Grupo Tortutra Nunca Mais (BA) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Joviniano Soares de Carvalho Neto – Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea / Grupo Tortura Nunca Mais (BA)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria da Graça Nóbrega – Unisul&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marco Antônio Rodrigues Barbosa – Advogado e Presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Neylor Toscan – Jornalista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Amparo Araújo – Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Diva Santana - Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e Grupo Tortura Nunca Mais (BA)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Dirceu de Oliveira e Silva – Advogado &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Mauro Borba – Rede de Direitos Humanos RS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vitor Moreschi Filho – Médico &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Alcebíades de Oliveira Jr. – Universidade Federal do Rio Grande do Sul&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vicente de Paula Barreto – Universidade Estácio de Sá - RJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vladmir Oliveira da Silveira – PUC/SP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Roberto de Vasconcelos Galdino – Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Guillermo Williamson – Universidad de La Frontera (Chile)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Pablo Gentili – Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais - FLACSO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Breno Bringel – Universidade Estadual do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Oscar Jara – Universidade de Costa Rica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Alexandre Veronese – Universidade Federal Fluminense&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Moacir Gadotti – Universidade de São Paulo e Instituto Paulo Freire&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Andrea Moraes Alves – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Luiz Fernando Lobo – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Daniel Souza – Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Alberto Croce – Fundación SES (Argentina)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marco Braghero – Peace Waves&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Sonia Maria Schneider – Universidade Estadual do RJ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Azril Bacal – Poeta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;João Pedro Stédile – Economista / MST&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Manuel Dios Diz – Fundación Cultura de Paz (Espanha)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Albert Sansano – Sindicato de Trajadoras y Trabajadores de La Educación (Espanha)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Leslie  Campaner de Toledo – Federació Moviments de Renovació Pedagògiva del  País Valencià e União de Mulheres Alternativa e Resposta (Portugal) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Agostinho dos Reis Monteiro – Universidade de Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Perly Cipriano – Advogado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Nelson Paulo – Educador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria Helena Arrochellas – Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade/CAALL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Amerigo Incalcaterra – Representante para a América do Sul do Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Fabiana Rabelo – Pedagoga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Elisa Lucinda – Atriz e Poeta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Guillermo Scherping – Professor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Alessandro Martins Prado – Professor da UEMS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Juliano Zaiden Benvindo – Professor da UnB&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Dulce Chaves Pandolfi – Cientista Social &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vânia C. Motta – Professora da UFRJ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ricardo Paiva – Médico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Danyelle Nilin Gonçalves – Professora da UFCE &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Tânia Mara Franco – Professora &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Clarice Gatto – Psicanalista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Dalila Andrade Oliveira – Professora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Breno Bringel – Professor da UERJ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Fernando Vieira – Historiador &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria Inês de Souza Bravo – Professora da UERJ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Walter Omar Kohan – Professor da UERJ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria Inês de Carvalho Delorme – Professora da UERJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vera Maurity – Professora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Caroline Silveira Bauer – Historiadora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Orlando Zacconi – Advogado &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Sarah Escorel – Professora da ENSP/Fiocruz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Eliza Bartoluzzi – Professora da UFES &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria Lúcia Ribeiro Vilarinhos – Geógrafa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Rodrigo Nobile – Pesquisador &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Flávio Chedid Henriques – Pesquisador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Regina Reyes Novaes – Professora da UFRJ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Roberto Pereira Novaes – Professor da UFRJ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Eloiza da Silva Gomes de Oliveira – Professora da UERJ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Esther Kuperman – Professora &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Lucia Ribeiro – Socióloga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Luiz Alberto Gómez de Souza – Sociólogo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Patricia Couto – Professora/Pesquisadora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Zacarias Gama – Universidade Estadual do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ana Chrystina Mignot – Universidade Estadual do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Theófilo Rodrigues – Universidade Federal Fluminense&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Pablo Benetti – Universidade Federal do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Sonia Correa – Pesquisadora Associada da ABIA &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José María Gómez – PUC/RJ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ludmila Cerqueira Correia – Universidade Estadual de Feira de Santana – Bahia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Andréia Macedo Barreto – Universidade Federal do Pará &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Edna Raquel Hogemann – Conselheira OAB&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Leila Menezes Duarte – PUC/RJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Rubim Santos Leão de Aquino – Professor e Historiador – Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ligia Maria Motta Lima Leão de Aquino – Universidade Estadual do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;João Batista Damasceno – Cientista político e juiz de Direito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Elizabeth Dezouzart Cardoso – Professora &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;João Paulo Saraiva Leão Viana – Professor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria Helena Mendonça – Professora &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Lia Faria – Universidade Estadual do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria Luiza Franco Busse – Jornalista &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marildo José Nercolini – Professor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Luiza Lemos - Universidade Estadual do Rio de Janeiro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;João Paulo Vianna - Professor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ligia Giovanella - FIOCRUZ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Lilian Vaz – Professora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Gaudêncio Frigotto – Universidade Estadual do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Evandro de Carvalho – Presidente da Associação Brasileira de Ensino de Direito &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José María Gómez – Professor da PUC-Rio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Rodrigo Gonçalves – Advogado e Professor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria Cristina G. Vicentin – Professora da PUC-SP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Elisabeth da Silva Gelli – Professora da UNESP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maiara Fafini Seveiano – psicóloga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ludmila Fernandes da Cunha – servidora pública federal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Flavia Cristina Silveira Lemos – Professora de psicologia social&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maria Christina Barbosa – Psicóloga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Angela Caniato – Professora da Universidade Estadual de Maringá/PR&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Lourdes A Machado – Psicóloga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ângela Fátima Soligo – Professora da Faculdade de Educação da Unicamp &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marcos Ferreira – Psicólogo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Túlio Loucahrd Picinini Teixeira – Professor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Claudia dos Santos Cruz – Psicóloga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Anderson Pereira de Andrade – Promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Amanda Aguiar Ayres – Arte-Educadora e Atriz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Sami A. R. J. El Jundi – Professor da UFRGS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Pedro Lourenço de Luna Nogueira – Psicólogo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Katya Kozicki – Professora da Universidade Federal do Paraná e PUC-PR&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Carlos Moreira da Silva Filho – Professor da PUC-RS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Daniela Favaro Garrossini – Professora Adjunta da UnB; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Isabela Fadul de Freitas – Professora da UFBA &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Maurício Azevedo de Araújo – Professor da UFBA &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Antonio Arapiraca –Professor do Cefet/MG &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Douglas Guimarães Leite – Professor da UFF&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Marílson Santana – Professor da UFRJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Victor Abramovich – Secretário-Executivo do Instituto de Políticas Públicas em Direitos Humanos do Mercosul&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Jáder Ferreira Leite – Universidade Federal do Rio Grande do Norte &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Carlos José Wanderley Ferreira – Universidade Federal do Rio Grande do Norte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Daniel Araújo Valença – Universidade Federal Rural do Semi-Árido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Francisco de Assis Pereira Piolho – Universidade Federal do Rio Grande do Norte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ana Karenina de Melo Arraes Amorim – Universidade Federal do Rio Grande do Norte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Alex Reinecke de Alverga – Universidade Católica de Brasília &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Luiz Ferreira – Universidade Federal Rural do Semi-Árido &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ricardo Leite – Universidade Federal Rural do Semi-Árido &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Paulo Klautau Filho – Procurador Geral do Estado do Pará&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vera Santana – Advogada de direitos humanos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Percilio de Sousa Lima Neto – Advogado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Luís Roberto Cardoso de Oliveira – Universidade de Brasília&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Vicente de Paulo Barretto – Universidade do Estado do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;José Ricardo Ferreira Cunha –  Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Universidade Federal do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Pedro Fernando Russo – Produtor Projeto Mídia Livre&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Bebeto Alves – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Carlos Eduardo Freitas – Professor da UFBA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Didu Nogueira – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Claudio Jorge – Músico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Ruy Faria – Músico &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Fernando Santana – Professor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Valeria Viana Labrea – Educadora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Adélia  Bezerra de Meneses – Escritora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Jesús Mª Sánchez – Presidente da Confederação Espanhola de Associações de Pais e Mães de Alunos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Aléssio Surian – Professor da Universidade de Padova (Itália)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Júlio Rocha – Professor da Faculdade de Direito da UFBA &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Érico Figueiredo – Professor da Universidade Federal do Recôncavo Baiano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Bruno Heim – Professor da Universidade Estadual da Bahia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Pedro Diamantino – Professor da Universidade Estadual da Bahia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Rafael Wanderley – Professor do IFBA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt;Valdencastro Villasboas – Professor do IFBA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;font-size:x-small"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Calibri"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:small"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:small"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-7788939314060956596?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/7788939314060956596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=7788939314060956596&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/7788939314060956596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/7788939314060956596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/manifesto-de-artistas-e-intelectuais-em.html' title='MANIFESTO DE ARTISTAS E INTELECTUAIS EM APOIO À #COMISSÃODAVERDADE'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3555490000214600873</id><published>2011-09-09T15:09:00.001-03:00</published><updated>2011-09-09T15:09:30.886-03:00</updated><title type='text'>Para ministra, projeto que cria Comissão da Verdade não divide governo e oposição</title><content type='html'>&lt;div class="detail-date"&gt;09 de setembro de 2011, às 14h34min&lt;/div&gt;&lt;h1&gt;Para ministra, projeto que cria Comissão da Verdade não divide governo e oposição&lt;/h1&gt;&lt;h2&gt;Segundo a ministra, a matéria não pretende causar polêmica, &amp;quot;mas um bom debate&amp;quot; na sociedade e no Parlamento   &lt;/h2&gt;&lt;div class="detail-author"&gt;	&lt;div class="detail-right" style="margin: 0px;"&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="float: right; padding-right: 5px; padding-top: 4px;"&gt;:&lt;/div&gt;	 		 	&lt;/div&gt; &lt;div style="padding-top: 4px;"&gt;Por &lt;strong&gt;Priscilla Mazenotti&lt;/strong&gt;, &lt;a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-09-09/para-ministra-projeto-que-cria-comissao-da-verdade-nao-divide-governo-e-oposicao"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 20px;"&gt;&lt;div style="float: left; width: 115px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="float: left; width: 115px;"&gt;&lt;span class="IN-widget" style="line-height: 1; vertical-align: baseline; display: inline-block; text-align: center;"&gt;&lt;span style="padding: 0pt ! important; margin: 0pt ! important; text-indent: 0pt ! important; display: inline-block ! important; vertical-align: baseline ! important; font-size: 1px ! important;"&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1315591616667_0"&gt;&lt;a id="li_ui_li_gen_1315591616667_0-link"&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1315591616667_0-logo"&gt;in&lt;/span&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1315591616667_0-title"&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1315591616667_0-mark"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1315591616667_0-title-text"&gt;Share&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt; &lt;div style="visibility: hidden; z-index: 2; left: 210px; top: 620px;" id="dialog-spam_c" class="yui-panel-container yui-dialog yui-overlay-hidden shadow"&gt;&lt;div style="visibility: inherit; width: 460px;" class="yui-module yui-overlay yui-panel" id="dialog-spam"&gt;   	&lt;div id="dialog-spam-content" class="bd"&gt;	 	&lt;form name="frm_dialog-spam"&gt;&lt;br&gt;&lt;/form&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Brasília - A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da  Presidência  da República, Maria do Rosário, reiterou hoje (9) que  espera a  aprovação, pelo Congresso Nacional, do projeto que cria a  Comissão da  Verdade. A proposta tramita na Câmara desde o ano passado, e  a  expectativa é que os deputados analisem a proposta até o fim deste  mês.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;quot;A agenda do Congresso diz respeito ao Congresso, mas aguardamos a   aprovação. É uma matéria que não divide nem governo nem oposição. Há uma   expectativa de toda a sociedade&amp;quot;, disse ao sair de reunião com a   presidenta Dilma Rousseff.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo a ministra, a matéria não pretende causar polêmica, &amp;quot;mas um bom debate&amp;quot; na sociedade e no Parlamento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O projeto está na Câmara, mas enfrenta dificuldade para entrar na  pauta  de votações. O objetivo da Comissão da Verdade será esclarecer  casos de  violação de direitos humanos ocorridos no período da ditadura   (1964-1985).&lt;span&gt; &lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3555490000214600873?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3555490000214600873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3555490000214600873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3555490000214600873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3555490000214600873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/para-ministra-projeto-que-cria-comissao.html' title='Para ministra, projeto que cria Comissão da Verdade não divide governo e oposição'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5283879512466032953</id><published>2011-09-09T10:27:00.000-03:00</published><updated>2011-09-09T10:28:02.155-03:00</updated><title type='text'>Presidenta Dilma sanciona lei que dá prioridade nos Inquéritos e processos com testemunhas e vítimas protegidas</title><content type='html'>RESENHA / D.O. U / SEÇÕES: 1, 2, e 3&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; EDIÇÃO Nº 174 – SEXTA-FEIRA,  9 DE SETEMBRO DE 2011&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; SEÇÃO 1&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; Ato do Poder Legislativo&lt;br&gt; &lt;br&gt; LEI No 12.483, DE 8 DE SETEMBRO DE 2011&lt;br&gt; &lt;br&gt; Acresce o art. 19-A à Lei no 9.807, de 13 de julho de 1999, que  estabelece normas para a organização e a manutenção de programas  especiais de proteção a vítimas e a testemunhas ameaçadas, institui o  Programa Federal de Assistência a Vítimas e a Testemunhas Ameaçadas e  dispõe sobre a proteção de acusados ou condenados que tenham  voluntariamente prestado efetiva colaboração à investigação policial e  ao processo criminal.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A P R E S I D E N T A D A R E P Ú B L I C A&lt;br&gt; &lt;br&gt; Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br&gt; &lt;br&gt; Art. 1o A Lei no 9.807, de 13 de julho de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 19-A:&lt;br&gt; &lt;br&gt; &amp;quot;Art. 19-A. Terão prioridade na tramitação o inquérito e o processo  criminal em que figure indiciado, acusado, vítima ou réu colaboradores,  vítima ou testemunha protegidas pelos programas de que trata esta Lei.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Parágrafo único. Qualquer que seja o rito processual criminal, o juiz,  após a citação, tomará antecipadamente o depoimento das pessoas  incluídas nos programas de proteção previstos nesta Lei, devendo  justificar a eventual impossibilidade de fazêlo no caso concreto ou o  possível prejuízo que a oitiva antecipada traria para a instrução  criminal.&amp;quot;&lt;br&gt; Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Brasília, 8 de setembro de 2011; 190o da Independência e&lt;br&gt; 123o da República.&lt;br&gt; DILMA ROUSSEFF&lt;br&gt; José Eduardo Cardozo &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-5283879512466032953?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/5283879512466032953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=5283879512466032953&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5283879512466032953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5283879512466032953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/presidenta-dilma-sanciona-lei-que-da.html' title='Presidenta Dilma sanciona lei que dá prioridade nos Inquéritos e processos com testemunhas e vítimas protegidas'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-6036496061106343770</id><published>2011-09-08T21:05:00.000-03:00</published><updated>2011-09-08T21:06:20.024-03:00</updated><title type='text'>Deputado denuncia espionagem da PM/MG</title><content type='html'>&lt;h1 style="margin-top: 20px;" class="tit-arial padding-bottom"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;Deputado denuncia espionagem da PM&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="display: block;" class="post-author arial-normal "&gt;&lt;em&gt;Ricardo Carvalho&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="padding: 40px 0px 14px; display: block;" class="post-author arial-normal"&gt;&lt;em&gt;8 de setembro de 2011 às  16:14h&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div id="content" class="content-post arial-normal border-bottom padding-top"&gt;  &lt;p&gt;Imagine a situação: o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ordena à Polícia Federal que membros da corporação à paisana sigam e grampeiem líderes da oposição ao Governo Federal. Desconfiados, os oposicionistas arquitetam um flagrante – com a participação de uma equipe de televisão – e abordam um suposto araponga dentro de um veículo "placa fria" a cerca de 50 metros da porta do quartel-general do partido. De que maneira a mídia abordaria o caso? Esse é o questionamento feito pelo deputado estadual mineiro Rogério Correia (PT) diante da apatia da imprensa do estado em noticiar uma denúncia de espionagem contra o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE). "Saíram notícias, mas a imprensa se esquiva de pedir por investigação e averiguação do ocorrido", diz ao site de &lt;em&gt;CartaCapital&lt;/em&gt; o deputado petista, criticando o modo brando como os meios de comunicação de Minas Gerais lidam com as denúncias&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Há aproximadamente duas semanas, as lideranças sindicais que desde junho estão em conflito com o governo estadual pelo cumprimento da lei do piso salarial do magistério, considerada legal em recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), notaram que algumas pessoas permaneciam longos períodos dentro de veículos diante do edifício do SindUTE, em Belo Horizonte. "Também notamos que os carros da entidade estavam sendo seguidos", revela um membro do sindicato. Na terça-feira 6, a coordenadora do SindUTE, Beatriz Cerqueira, contatou o deputado Correia e ambos conseguiram falar com um dos supostos espiões, que estava em um carro preto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8KFlO2cgY4Q&amp;amp;feature=player_embedded"&gt;&lt;strong&gt;Assista o vídeo aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nas cenas gravadas pela &lt;a href="http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=7&amp;amp;id_noticia=60555/noticia_interna.shtml"&gt;emissora regional TV Alterosa&lt;/a&gt;, o suspeito não quis se identificar, mesmo após Correia ter se apresentado como parlamentar. Depois de ser impedido de ir embora do local por um grupo de pessoas prostradas à frente do veículo, ele abandonou o carro e deixou a área a pé. O deputado e os sindicalistas suspeitam tratar-se de um policial militar à paisana. Isso porque as placas, tanto do veículo abandonado quanto de outros carros suspeitos – anotadas ao longo dos dias para checagem – aparecem no Detran como "veículo de consulta restrita". Por meio da Polícia Civil, Correia diz ter recebido a confirmação de que os automóveis são de uso da Polícia Militar mineira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/carta-na-escola/mg-contratara-14-mil-substitutos"&gt;&lt;strong&gt;Para ler mais sobre a greve dos professores mineiros, clique aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"É uma espionagem com o objetivo de monitorar e intimidar o movimento sindical e quem faz oposição ao governo estadual", denuncia o deputado. Recentemente, descobriu-se que o celular da coordenadora Beatriz Cerqueira estava grampeado. Ela desconfiou do monitoramento quando uma primeira tentativa de flagrar um suspeito na frente da sede do sindicato foi frustrada. "Nós estávamos planejando abordá-los (os suspeitos de espionagem). Na última quinta-feira (1º de setembro), eu liguei do meu celular para informar o Rogério Correia que um dos carros estava aqui no SindUTE. Pouco depois da chamada, não havia mais ninguém lá fora". Na ação desta terça-feira, Beatriz e o deputado estadual organizaram o flagrante por meio de telefones fixos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para Correia, o episódio evidencia que a Polícia Militar atua como se o estado "vivesse um estado de exceção". Quando o suposto espião abandonou o automóvel, o deputado afirma ter solicitado à corporação o envio de viaturas para identificar o proprietário do veículo. Diante da negativa, ele argumenta ter entrado em contato diretamente com o comandante da Polícia Militar de Minas Gerais, o coronel Renato Vieira de Souza. "Ele disse com todas as palavras que não enviaria uma viatura ao local para não causar um fato político", queixa-se Correia. O site de &lt;em&gt;CartaCapital&lt;/em&gt; entrou em contato com o comandante, que não se manifestou, sob a justificativa de que "o assunto estava sendo apurado". Perguntado se recebeu uma ligação do parlamentar petista no dia da ocorrência, o comandante insistiu que não tinha mais nada a dizer sobre o caso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O governo liderado por Antônio Anastasia (PSDB) enviou uma nota de esclarecimento, sem dirigir-se diretamente à denúncia feita por Rogério Correia. Ela se atém a destacar que a corporação "nos seus 236 anos de prestação de serviços à comunidade mineira tem dado provas de inequívoca vocação democrática". Mais adiante, o texto defende que "a Polícia Militar de Minas Gerais pauta seus atos pela transparência, não se prestando ao cerceamento de direitos ao realizar o seu trabalho de polícia ostensiva ou de inteligência aplicada à preservação da ordem pública e à segurança dos cidadãos".&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em razão do ocorrido, os deputados Correia e Durval Ângelo (PT), por sua vez, divulgaram que levarão as denúncia à Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, ligada a Presidência da República, e farão uma representação na Ouvidoria da PM mineira, já que não foi possível lavrar um boletim de ocorrência no flagrante, devido à ausência das viaturas no local. "Caso a Polícia Militar e seu comandante, Renato Vieira de Souza, não adotem as medidas funcionais exigidas para um evento desse tipo (registrar a ocorrência e iniciar a correta investigação dos fatos), será solicitada a apuração das responsabilidades e, de pronto, o afastamento do comandante da corporação", escrevem os deputados em um comunicado do movimento Minas Sem Censura. Eles também pedem investigações sobre as possíveis violações do sigilo telefônico dos líderes sindicais.&lt;/p&gt;    &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 11px;" class="postauthor"&gt;&lt;img class="avatar avatar-50 photo" alt="" src="http://0.gravatar.com/avatar/cb3b7c54719b45bd4cd9c94f2b89e1ca?s=50&amp;amp;d=http%3A%2F%2F0.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D50&amp;amp;r=G" width="50" height="50"&gt;&lt;h4 style="font-size: 11px;" class="tit-arial"&gt;  Ricardo Carvalho&lt;br clear="all"&gt;&lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-6036496061106343770?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/6036496061106343770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=6036496061106343770&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6036496061106343770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6036496061106343770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/deputado-denuncia-espionagem-da-pmmg.html' title='Deputado denuncia espionagem da PM/MG'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5589280753159773969</id><published>2011-09-08T16:40:00.001-03:00</published><updated>2011-09-08T16:40:29.599-03:00</updated><title type='text'>CNPCP revisa as diretrizes de construção de estabelecimentos penais</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="cEZTFont1"&gt;&lt;p&gt;Brasília,  02/09/2011 - O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária –  CNPCP, com apoio de uma comissão interinstitucional composta por  membros deste conselho, do Departamento Penitenciário Nacional – Depen e  do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Justiça, Direitos  Humanos e Administração Penitenciária – CONSEJ, iniciou o processo de  revisão das Diretrizes básicas para construção, ampliação e reforma de  estabelecimentos penais, documento publicado em 2005.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como uma das etapas desse processo instalou-se uma consulta pública  para receber observações ou sugestões da sociedade organizada sobre esse  tema.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estão sob análise todos capítulos da resolução e, em especial, os  aspectos sobre o dimensionamento de banheiros, alojamentos, celas e  solários; a estrutura do módulo de saúde para unidades e complexos  prisionais (com vistas à adequação à portaria interministerial No 1.777  de 2003); a localização das salas de tratamento penal e parlatório;  aspectos sobre os ambientes de ensino, celas adaptadas para idosos e  pessoas com deficiência (NBR9050), módulo de visita íntima e central de  monitoramento; e distinções entre as instalações e dimensões de Cadeia  Pública, Presídios, Penitenciária e Colônia Agrícola ou Industrial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As organizações que desejarem participar devem acessar o &lt;a href="http://portal.mj.gov.br/services/DocumentManagement/FileDownload.EZTSvc.asp?DocumentID=%7B2DEECFB6-5B10-43C9-BFD5-B83ACFE0FD1F%7D&amp;amp;ServiceInstUID=%7B4AB01622-7C49-420B-9F76-15A4137F1CCD%7D"&gt;formulário&lt;/a&gt;, preenche-lo e enviar até&lt;strong&gt; 30 de setembro&lt;/strong&gt; para o email: &lt;a href="mailto:cnpcp@mj.gov.br"&gt;cnpcp@mj.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-5589280753159773969?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/5589280753159773969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=5589280753159773969&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5589280753159773969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5589280753159773969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/cnpcp-revisa-as-diretrizes-de.html' title='CNPCP revisa as diretrizes de construção de estabelecimentos penais'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-8917116131997537444</id><published>2011-09-06T14:08:00.001-03:00</published><updated>2011-09-06T14:08:59.288-03:00</updated><title type='text'>Justiça confirma condenação de reú do caso Dorothy Stang</title><content type='html'>06/09/2011 - 11h56&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="6"&gt;Justiça confirma condenação de reú do caso Dorothy  Stang&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;FELIPE LUCHETE&lt;br&gt;DE SÃO PAULO&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Tribunal de  Justiça do Pará negou nesta terça-feira (6) pedido do&lt;br&gt;fazendeiro Regivaldo  Pereira Galvão, o Taradão, que tentava anular&lt;br&gt;decisão do júri que o condenou  pela morte da missionária Dorothy&lt;br&gt;Stang.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ele foi condenado no ano  passado a 30 anos de prisão, acusado de ter&lt;br&gt;sido um dos mandantes do crime,  mas pediu um novo julgamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Galvão é o único dos cinco réus em  liberdade. Os desembargadores da 1ª&lt;br&gt;Vara Criminal, no entanto, votaram na  sessão desta terça que ele seja&lt;br&gt;preso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na apelação enviada à Justiça,  a defesa negou envolvimento do&lt;br&gt;fazendeiro no crime e disse que ele teve o  direito de defesa cerceado&lt;br&gt;porque ficou sentado longe do seu defensor durante  o julgamento.&lt;br&gt;Alegou ainda que a pergunta enviada aos jurados foi má redigida  e os&lt;br&gt;induziu a erro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os quatro desembargadores rejeitaram todos os  argumentos, inclusive a&lt;br&gt;possibilidade da defesa de pedir novo julgamento.  Para eles, o&lt;br&gt;protesto por novo júri foi extinto após lei de 2008.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os  desembargadores também negaram pedido para diminuir a pena.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O advogado de  Galvão, Jânio Siqueira, disse que vai recorrer ao STJ&lt;br&gt;(Superior Tribunal de  Justiça) e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Na&lt;br&gt;sessão de hoje, ele declarou  que o caso teve &amp;quot;pressões imediatistas&amp;quot;&lt;br&gt;de ONGs internacionais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O  CRIME&lt;br&gt;&lt;br&gt;A freira norte-americana naturalizada brasileira foi assassinada  em&lt;br&gt;2005 numa estrada em Anapu (PA), onde ela liderava o PDS (Projeto  de&lt;br&gt;Desenvolvimento Sustentável) Esperança.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo as investigações da  polícia, o crime foi encomendado por&lt;br&gt;Galvão e por Vitalmiro Bastos de Moura,  o Bida, porque ela denunciava&lt;br&gt;a intenção da dupla de tentar possuir  ilegalmente de um lote do&lt;br&gt;assentamento.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-8917116131997537444?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/8917116131997537444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=8917116131997537444&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/8917116131997537444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/8917116131997537444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/justica-confirma-condenacao-de-reu-do.html' title='Justiça confirma condenação de reú do caso Dorothy Stang'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-6744988042705871567</id><published>2011-09-06T10:32:00.000-03:00</published><updated>2011-09-06T10:33:07.340-03:00</updated><title type='text'>Polícia Rodoviária Federal fará escolta de pessoas incluídas em programas de proteção</title><content type='html'>Polícia Rodoviária Federal fará escolta de pessoas incluídas em programas de proteção&lt;br&gt; 05/09/2011 - 17h52&lt;br&gt; &lt;br&gt;  *   Nacional&amp;lt;&lt;a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/assunto/nacional" target="_blank"&gt;http://agenciabrasil.ebc.com.br/assunto/nacional&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Daniella Jinkings&lt;br&gt; Repórter da Agência Brasil&lt;br&gt; &lt;br&gt; Brasília – A Polícia Rodoviária Federal (PRF) vai colocar à disposição  policiais e veículos para escolta e deslocamento das pessoas que  participam dos programas de proteção da Secretaria de Direitos Humanos  (SDH). O termo de cooperação, assinado hoje (5) entre a SDH e a PRF,  prevê ainda um conjunto de ações que permite a alocação de recursos  técnicos para as atividades dos programas de proteção aos direitos  humanos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; De acordo com a ministra da SDH, Maria do Rosário, muitas das pessoas  protegidas pelos programas do governo estão nessa situação porque  denunciaram redes criminosas. "Fazer com que essas pessoas sejam  deslocadas em segurança pelo território nacional é uma tarefa difícil."&lt;br&gt; &lt;br&gt; As ações da PRF vão beneficiar as pessoas inseridas no Programa de  Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCaam), no  Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas (Provita) e no Programa de  Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH).&lt;br&gt; &lt;br&gt; "Somente com a ação de inteligência dos policiais rodoviários federais  que fazem a escolta é que conseguiremos desenvolver adequadamente essas  políticas, para que essas pessoas protegidas possam colaborar para  enfrentar o crime organizado", disse Maria do Rosário.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Além da escolta, a PRF vai colocar informações da área de inteligência  da polícia à disposição da SDH para ajudar nas estratégias de proteção  de beneficiários dos programas estaduais e municipais. A polícia também  cuidará do sigilo dos dados dos programas para garantir a integridade  física e psicológica dos protegidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A capacitação profissional dos policiais, além do custeio de diárias e  passagens para aqueles que participarem das operações, será de  responsabilidade da SDH. A secretaria também deverá informar à PRF  eventuais alterações ou situação de irregularidade que venham a ocorrer.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A PRF esclareceu que não será criado um serviço exclusivo para fazer o  acompanhamento das pessoas protegidas. A Polícia Rodoviária Federal vai  designar agentes para fazer o trabalho sempre que for acionada pela SDH.  Ainda segundo a PRF, o apoio à secretaria não prejudicará a atividade  fim do órgão, que é fazer a segurança das estradas federais.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Edição: João Carlos Rodrigues&lt;br&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-6744988042705871567?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/6744988042705871567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=6744988042705871567&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6744988042705871567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6744988042705871567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/policia-rodoviaria-federal-fara-escolta.html' title='Polícia Rodoviária Federal fará escolta de pessoas incluídas em programas de proteção'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3730075385931534108</id><published>2011-09-04T13:18:00.001-03:00</published><updated>2011-09-04T13:18:37.742-03:00</updated><title type='text'>Por Comissão da Verdade, governo procura oposição</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;h6&gt;Política&lt;/h6&gt; 			 			&lt;h4 class="tituloPost"&gt; 				&lt;font size="4"&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/09/04/por-comissao-da-verdade-governo-procura-oposicao-403263.asp"&gt;Por Comissão da Verdade, governo procura oposição&lt;/a&gt;&lt;/font&gt; 			&lt;/h4&gt; 			 			 			&lt;p&gt;&lt;em&gt;Convocados pela presidente Dilma, ministros estão em campo com a missão de convencer parlamentares a apoiar proposta&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Roldão Arruda, &lt;/strong&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  governo federal está mobilizando suas forças para conseguir aprovar até  o final deste mês o projeto de lei que cria a Comissão Nacional da  Verdade. O esforço é capitaneado pelo ministro da Defesa, Celso Amorim.  Nos últimos dias ele fez várias ligações para os líderes dos partidos de  oposição na Câmara, pedindo apoio à proposta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ministro da  Justiça, José Eduardo Cardozo, também está em campo. Ex-deputado, com  trânsito fácil no meio parlamentar, ele já se reuniu com os líderes do  PSDB, DEM, PPS e PV. A presidente Dilma Rousseff, que, na sexta-feira,  na abertura do Congresso do PT, prometeu à militância que a comissão  será instalada, também mobilizou a ministra de Direitos Humanos, Maria  do Rosário, para o trabalho de vencer resistências à proposta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  objetivo é aprovar o projeto por meio de um acordo entre líderes  partidários, em caráter de urgência. A votação ocorreria numa sessão  extraordinária, convocada especialmente para isso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na conversa com  a oposição, a maior preocupação dos três ministros é deixar claro que a  comissão não terá caráter revanchista, nem abrirá debates sobre uma  possível revisão da Lei da Anistia. O governo diz entender que o assunto  se encerrou no ano passado, quando o Supremo Tribunal Federal (STF)  negou à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) o pedido para que policiais e  militares acusados de violações de direitos humanos nos anos da  ditadura fossem excluídos da anistia. Na avaliação da corte, eles também  foram beneficiados pela lei de 1979.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;A comissão terá apenas  preocupações históricas, de esclarecimento de fatos ocorridos naquele  período&amp;quot;, afirma José Genoino, assessor especial do ministro da Defesa.  &amp;quot;Não existem preocupações revanchistas nem punitivas.&amp;quot;&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3730075385931534108?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3730075385931534108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3730075385931534108&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3730075385931534108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3730075385931534108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/por-comissao-da-verdade-governo-procura.html' title='Por Comissão da Verdade, governo procura oposição'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2641836756644972275</id><published>2011-09-04T12:16:00.000-03:00</published><updated>2011-09-04T12:17:13.577-03:00</updated><title type='text'>MP-RJ arquiva 96% dos casos de homicídio para cumprir meta</title><content type='html'>&lt;div class="page fontsize p1 printing" id="SearchKey_Text1"&gt; 								&lt;p&gt;O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) arquivou 6.447  inquéritos de homicídios (96% do total de casos reexaminados) apenas de  abril a julho deste ano. As mortes devem ficar sem esclarecimentos para  que o MP-RJ cumpra a Meta 2, do Conselho Nacional do Ministério Público  (CNMP), que determina que todos os inquéritos de homicídios dolosos  abertos até 2007 sejam concluídos ainda neste ano. O objetivo era  combater a impunidade, desenterrando 140 mil inquéritos abandonados nos  cartórios policiais, mas os promotores têm optado por arquivamentos em  massa. Nos primeiros quatro meses de Meta 2, os MPs do País já  arquivaram 11.282 casos e ofereceram denúncia em apenas 2.194. As  informações são do jornal &lt;i&gt;O Globo&lt;/i&gt;. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a Estratégia Nacional de Justiça  e Segurança  Pública (Enasp) estabeleceu a meta, o objetivo era combater  a  impunidade, sacudindo a poeira de 140 mil inquéritos abandonados nos   cartórios policiais do país. Na prática, porém, os promotores optaram   por arquivar em massa, em vez de investir mais nas investigações, para   chegar a dezembro com prateleiras vazias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alguns promotores arquivam investigações que nem chegaram a começar.  Em abril, quando o trabalho começou, o Rio acumulava 47.177 inquéritos  em aberto. As vítimas eram, geralmente, moradores de áreas pobres. O  servente Geílson de Carvalho, 35 anos, foi morto a pauladas por  traficantes em 1998. Para receber o DPVAT, a então companheira da vítima  mentiu na delegacia ao dizer que ele fora atropelado, fraude  desmascarada pelo irmão do morto e admitida pela mulher. Além de não  apurar a fraude, a polícia manteve a classificação de &amp;quot;atropelamento&amp;quot;.  Em 9 de agosto, a promotora Andréa Amin pediu o arquivamento do caso.  Segundo o jornal, ela disse que não leu as peças do inquérito que  revelavam a fraude, mas que, mesmo se tivesse lido, teria pedido o  arquivamento. Já há métodos para arquivamentos em massa: a decisão de  uma das promotoras é exatamente igual em 11 casos, mudando só o nome da  vítima. Em nota, ela alegou que os textos são iguais porque &amp;quot;os  fundamentos são os mesmos&amp;quot;. O estado  fluminense, só superado por Goiás (97%), tem mais  da metade de todos os  inquéritos arquivados no Brasil por causa  da  Meta 2.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;span class="assinaturaUltimas"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;Da Agência O Globo&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2641836756644972275?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2641836756644972275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2641836756644972275&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2641836756644972275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2641836756644972275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/mp-rj-arquiva-96-dos-casos-de-homicidio.html' title='MP-RJ arquiva 96% dos casos de homicídio para cumprir meta'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2442163521656184001</id><published>2011-09-04T11:10:00.001-03:00</published><updated>2011-09-04T11:10:34.946-03:00</updated><title type='text'>De cada 5 assassinatos registrados na cidade de SP, 1 é de autoria da PM</title><content type='html'>&lt;div class="materia-titulo"&gt;                 &lt;h1 class="entry-title"&gt;De cada 5 assassinatos registrados na cidade de SP, 1 é de autoria da PM&lt;/h1&gt;                &lt;h2&gt;Em 2011, capital do Estado teve 629 pessoas mortas, 128 pela polícia.&lt;br&gt;Corporação diz que 60% dos confrontos no período não tiveram mortos.&lt;/h2&gt;              &lt;/div&gt;             &lt;div class="materia-assinatura-letra"&gt;                                                                                &lt;div class="materia-assinatura"&gt;                         &lt;p class="vcard author"&gt;                                                              &lt;strong class="fn"&gt;Raphael Prado&lt;/strong&gt;                                                                                            &lt;span class="adr"&gt;                                     &lt;span class="locality"&gt;Do G1 SP&lt;/span&gt;                                 &lt;/span&gt;                                                      &lt;/p&gt;                     &lt;/div&gt;                                                   &lt;div class="materia-impressao"&gt;                     &lt;a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/09/de-cada-5-assassinatos-registrados-na-cidade-de-sp-1-e-de-autoria-da-pm.html#" title="Imprimir"&gt;imprimir&lt;/a&gt;                 &lt;/div&gt;             &lt;/div&gt;              &lt;div class="materia-conteudo entry-content" id="materia-letra"&gt;                 &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="foto componente_materia midia-largura-620"&gt; 	&lt;img alt="A aposentada Valquíria Marques dos Santos, que teve o filho de 15 anos assassinado por um PM: &amp;quot;Os policiais que levaram meu menino continuam na ativa&amp;quot; (Foto: Raphael Prado/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/09/01/valquiria-tratada.jpg" title="A aposentada Valquíria Marques dos Santos, que teve o filho de 15 anos assassinado por um PM: &amp;quot;Os policiais que levaram meu menino continuam na ativa&amp;quot; (Foto: Raphael Prado/G1)" height="465" width="620"&gt;&lt;strong&gt;A  aposentada Valquíria Marques dos Santos, que teve o filho de 15 anos  assassinado por um PM: &amp;#39;Os policiais que levaram meu menino continuam na  ativa&amp;#39; (Foto: Raphael Prado/G1)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	De cada cinco pessoas assassinadas na cidade de São Paulo em 2011, uma  foi morta pela Polícia Militar. Os dados fazem parte de relatório da  Secretaria da Segurança Pública do estado.&lt;br&gt;&lt;br&gt; 	Nos primeiros meses do ano, entre janeiro e julho, 629 pessoas foram  assassinadas na capital paulista. Deste total, 128 registros foram  feitos como "pessoas mortas em confrontos com a Polícia Militar em  serviço". O tipo de ocorrência, conhecido em outros estados como "auto  de resistência", é um indicativo de revides da PM a ataque de criminosos  ou enfrentamento em ação policial.&lt;/p&gt; &lt;div class="saibamais componente_materia"&gt; 	&lt;strong&gt;saiba mais&lt;/strong&gt; 	&lt;ul&gt;&lt;li&gt; 			&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/08/pm-de-sp-investiga-10-policiais-por-video-violento.html"&gt;PM de SP investiga dez policiais por vídeo violento&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 			&lt;a href="http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/08/presos-dez-pms-suspeitos-de-nao-socorrer-assaltantes-baleados-em-sp.html"&gt;Presos dez PMs suspeitos de não socorrer assaltantes baleados em SP&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;   &lt;p&gt; 	Em todo o estado de São Paulo, no primeiro semestre de 2011, foram  registrados 2.241 homicídios. Desses, 241 foram cometidos por policiais -  o que dá uma proporção de um assassinato pela PM para cada 9,3  cometidos por outros cidadãos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A proporção de um assassinato cometido pela polícia para cada cinco que  acontecem na capital faz da PM na cidade uma das tropas mais violentas  do mundo.&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 0);"&gt; Nos Estados Unidos, em 2009, foram registradas 406 mortes  causadas por policiais em um total de 14.402 homicídios - o que  significa que de cada 34 assassinatos um foi cometido pela polícia  norte-americana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Na Argentina, de acordo com o CELS (Centro de Estudos Legais e  Sociais), em todo o ano de 2007 – os últimos dados disponíveis –, a  região metropolitana de Buenos Aires (que tinha, à época, 12 milhões de  habitantes) registrou 79 casos de pessoas mortas em confronto com a  polícia. Neste mesmo 2007, só na capital paulista – excluídas as cidades  da Grande São Paulo -, a PM registrou 203 mortes "em confronto". Moram  na capital 11 milhões de habitantes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Na semana passada, tornou-se público um vídeo em que policiais observam &lt;a href="http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/08/presos-dez-pms-suspeitos-de-nao-socorrer-assaltantes-baleados-em-sp.html"&gt;um homem agonizando e outro ferido&lt;/a&gt; atrasando o atendimento e pedindo que eles "estrebuchem". A PM &lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/08/pm-de-sp-investiga-10-policiais-por-video-violento.html"&gt;investiga dez policiais pela conduta&lt;/a&gt; mostrada nas imagens.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; 	Para o deputado estadual Adriano Diogo (PT), presidente da Comissão de  Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo, os dados  informados pela secretaria são "subdimensionados". "A execução está  liberada no estado", afirma o parlamentar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Ele diz que não vê perspectivas de redução nesse índice de letalidade  da PM. "Porque tem um calor, um coro midiático pedindo sangue", diz.  &lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;"Antigamente estava-se tentando legalizar a pena de morte. Hoje não  precisa mais. Ela está institucionalizada"&lt;/b&gt;, afirma, acrescentando que o  método de registro dessas ocorrências é o mesmo que se usava no regime  militar. "Matavam as pessoas e o resultado era 'morreu atropelado',  'resistência seguida de morte'. Agora acontece o mesmo", diz. As  vítimas, segundo o deputado, geralmente são jovens, negros e pobres da  periferia.&lt;br&gt;&lt;br&gt; 	A PM, por meio da assessoria de imprensa, diz que o confronto fatal é o  "último recurso" adotado pelos policiais em caso de abordagem. A  corporação informa que, no primeiro semestre de 2011, na capital  paulista, não houve mortes em 60% dos confrontos – "quando existiu  necessidade de confronto" – e 82% dos envolvidos foram somente presos ou  feridos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A Polícia Militar afirma ainda que é necessário "fazer distinção" entre  os homicídios dolosos e as mortes decorrentes de abordagens policiais  porque são "situações sociais distintas" e que casos como a negativa de  socorro por policiais são "condutas individuais, contrárias ao que é  pregado pela corporação e rigorosamente investigadas".&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A corporação refuta as declarações do deputado e afirma que "está  comprometida com a legalidade, arriscando a vida dos policiais em defesa  da população, com respeito integral aos direitos humanos".&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Nos seis primeiros meses de 2011, foram mortos cinco policiais militares em trabalho.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Morto tomando refrigerante&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 	A morte do filho Wagner dos Santos por um policial militar há 15 anos  fez com que a aposentada Valquíria Marques dos Santos passasse a estudar  a legislação para tentar culpar o assassino.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Era uma sexta-feira, 6 de dezembro de 1996. Wagner não teve aula  naquele dia e foi, então, jogar bola com os amigos. Passou o dia em um  parque no Jabaquara, rodeado de colegas com quem sempre estava - garotos  da mesma faixa etária que a dele: 15 anos de idade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Terminada a partida, todos se sentaram na porta de uma favela onde  alguns moravam. Conversavam em um grupo, tomando refrigerante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Perto dali, um jovem descia acompanhado de uma garota: estava levando a  irmã para a escola. De acordo com os relatos das testemunhas, o rapaz  esbarrou em um policial. Começou uma discussão, que terminou em um  espancamento. O PM foi embora e, segundo contam, prometeu: "&amp;#39;Fica  esperto, porque a gente volta pra te matar". Não demorou.&lt;/p&gt; &lt;div class="foto componente_materia midia-largura-300"&gt; 	&lt;img alt="Valquíria mostra o Código Penal e a Constituição Federal: ela passou a estudar a legislação na tentativa de condenar os assassinos do filho (Foto: Raphael Prado/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/09/01/valquiria-vert.jpg" title="Valquíria mostra o Código Penal e a Constituição Federal: ela passou a estudar a legislação na tentativa de condenar os assassinos do filho (Foto: Raphael Prado/G1)" height="400" width="300"&gt;&lt;strong&gt;Valquíria mostra o Código Penal e a Constituição:&lt;br&gt;   	ela passou a estudar a legislação na tentativa de&lt;br&gt; 	condenar o assassino do filho (Foto: Raphael&lt;br&gt; 	Prado/G1)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	Sentado como estava, Wagner foi alvejado no pulso - uma demonstração de  que tentou se proteger do tiro, colocando a mão no rosto, segundo a  mãe. "O policial foi e atirou com uma espingarda 12. Tinha quatro ou  cinco amigos [na roda], mas mataram só o meu menino", diz a aposentada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O crime é antigo, mas só em julho, 15 anos depois, três policiais  acusados de matar Wagner foram a julgamento. Amedrontadas, as pessoas  que testemunharam a ação não apareceram. Os PMs foram absolvidos, mas  Valquíria recorreu da decisão. "A gente não se sente amparada por esse  Estado, para quem eu pago imposto, que matou meu menino", afirma a mãe.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Trauma&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 	"Sou meio traumatizada. Eu vejo viatura, vejo enquadrando, não gosto  nem de olhar, porque eu entro em pânico". A afirmação é da recepcionista  Selma Martins Dulfrayer. Ela diz se sentir assim sempre que cruza com  um carro da Polícia Militar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Em 16 de janeiro de 2008, a família Dulfrayer estava em festa. Nascia o  filho do porteiro Sidney Martins Dulfrayer, então com 23 anos, irmão de  Selma. A alegria durou pouco.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Cinco dias depois, em 21 de janeiro, Sidney "trocou tiros com a  polícia" - na versão dos oficiais da Rota - e foi morto com duas balas:  uma na barriga e outra na virilha. Chegou vivo ao hospital, mas morreu  em seguida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	"Por se tratar da Rota e pelos tiros que ele tomou, eu tenho certeza  que ele se entregou", afirma Selma. Dulfrayer tinha cumprido quatro anos  de pena por roubo e estava há três meses em liberdade. "Mesmo que ele  estivesse aprontando de novo na hora, não dá direito de fazer o que eles  [os policiais] fizeram", diz Selma. A última foto que ela tem do irmão  foi no hospital, segurando o filho de poucos dias.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;             &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2442163521656184001?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2442163521656184001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2442163521656184001&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2442163521656184001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2442163521656184001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/de-cada-5-assassinatos-registrados-na.html' title='De cada 5 assassinatos registrados na cidade de SP, 1 é de autoria da PM'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3275318088516558812</id><published>2011-09-02T14:55:00.001-03:00</published><updated>2011-09-02T14:55:37.587-03:00</updated><title type='text'>Maior parte da área desmatada da Amazônia foi transformada em pastos</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span class="h1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;   &lt;span id="items_noticia" style="display: inline;"&gt;     &lt;p&gt;&lt;a class="yellowlight" href="mailto:"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;       &lt;span class="bluelight"&gt;Publicação:&lt;/span&gt; &lt;span&gt;02/09/2011 14:05&lt;/span&gt;       &lt;span class="bluelight"&gt;Atualização:&lt;/span&gt;      &lt;/p&gt;   &lt;/span&gt;                  &lt;div id="abanoticia" style="display: block;"&gt;Mais de 60% da área  já desmatada na Amazônia foram transformados em pastos. A conclusão está  em um levantamento divulgado nesta sexta-feira (2/9) e que, pela  primeira vez, mapeou o uso das áreas desmatadas do bioma e mostrou o que  foi feito com os 720 mil quilômetros quadrados de florestas derrubados  até 2008 – uma área equivalente ao tamanho do Uruguai. A maior parte foi  convertida para a pecuária.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O levantamento, feito pelo Instituto  Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de  Pesquisa Agropecuária (Embrapa), dividiu a área desmatada em dez classes  de uso, que incluem pecuária, agricultura, mineração, áreas de  vegetação secundária, ocupações urbanas e outros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A pecuária  ocupa 62,1% de tudo o que foi desmatado no bioma, com pastos limpos –  onde houve investimento para limpar e utilizar a área –, mas também com  pastagens degradadas ou abandonadas. Na avaliação do diretor do Inpe,  Gilberto Câmara, o número confirma a baixa produtividade da pecuária na  região e que o desmatamento não gerou necessariamente desenvolvimento  econômico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Mostra que a pecuária ainda hoje é extensiva e  precisa de politicas públicas para se intensificar e usar a terra que  foi roubada da natureza. Não é, nem do ponto de vista econômico, um uso  nobre das áreas. Não fizemos da floresta o uso mais produtivo possível,  que seria a agricultura."&lt;br&gt;&lt;br&gt;A produção agrícola ocupa cerca de 5%  da área total desmatada na Amazônia. Apenas em Mato Grosso a agricultura  representa um percentual significativo do uso das áreas que eram  ocupadas originalmente por florestas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A ministra do Meio  Ambiente, Izabella Teixeira, disse que a baixa participação da  agricultura na ocupação das áreas desmatadas contrapõe o argumento de  defensores de mudanças no Código Florestal, de que é preciso  flexibilizar a lei para viabilizar a produção agrícola no país.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Temos  que eliminar da agenda falsas ideias, falsas colocações de que o meio  ambiente impede o desenvolvimento da agricultura. Está provado que a  agricultura anual, consolidada, não é a responsável pelo uso das terras  desmatadas da Amazônia. É preciso aumentar a produtividade, menos de uma  cabeça por hectare é algo inaceitável, é um desperdício substituir a  floresta por algo que não dá retorno para o país", avaliou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o  ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, os  novos dados poderão dar mais racionalidade ao debate sobre o Código  Florestal no Senado. "Espero que essa racionalidade ilumine o Congresso,  para que o debate se ancore mais nos dados para chegar ao equilíbrio  entre potencial produtivo e preservação. O Brasil não tem porque  flexibilizar o desmatamento, não tem razão nenhuma para desmatar, já  temos área suficiente para aumentarmos a produção."&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 21% da  área desflorestada, o Inpe e a Emprapa registraram vegetação secundária,  áreas que se encontram em processo de regeneração avançado ou que  tiveram florestas plantadas com espécies exóticas. Essas áreas, segundo  Gilberto Câmara, do Inpe, poderão representar oportunidades de ganhos  para o Brasil na negociação internacional sobre mudanças climáticas,  porque funcionam como absorvedoras de dióxido de carbono, principal gás  de efeito estufa.&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3275318088516558812?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3275318088516558812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3275318088516558812&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3275318088516558812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3275318088516558812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/maior-parte-da-area-desmatada-da.html' title='Maior parte da área desmatada da Amazônia foi transformada em pastos'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-1266538507114084051</id><published>2011-09-01T15:02:00.001-03:00</published><updated>2011-09-01T15:02:27.951-03:00</updated><title type='text'>Os 11 macrodesafios do PPA</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;table style="WIDTH: 375pt" class="MsoNormalTable" width="500" border="1" cellpadding="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: black; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="black"&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: center" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;Os 11  Macrodesafios do PPA&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #cccccc; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#cccccc"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style3"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;. Projeto Nacional de  Desenvolvimento&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style3"&gt;: apoiado na  redução&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style3"&gt;das desigualdades regional e entre o rural  e o urbano e na&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style3"&gt;continuidade da transformação  produtiva ambientalmente&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style3"&gt;sustentável, com geração  de empregos e distribuição de renda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #999999; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#999999"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;II. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Erradicação da Pobreza Extrema&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;: prosseguir reduzindo as desigualdades  sociais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #cccccc; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#cccccc"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;III. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Ciência, Tecnologia e Inovação&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;: como eixo estruturante do&lt;/span&gt;&lt;br&gt;  &lt;span class="style4"&gt;desenvolvimento econômico brasileiro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #999999; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#999999"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;IV. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Educação, Conhecimento, Cultura e  Esportes&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;: propiciar o&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style4"&gt;acesso da população brasileira com equidade, qualidade  e&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style4"&gt;valorização da diversidade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #cccccc; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#cccccc"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;V. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Saúde, Previdência e Assistência  Social&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;: promover o acesso  universal,&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style4"&gt;assegurando equidade e qualidade de  vida&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #999999; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#999999"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;VI. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Cidadania&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;:  promover a igualdade de gênero e étnico-racial,&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style4"&gt;respeitar a diversidade das relações humanas, promover  a&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style4"&gt;universalização do acesso e elevação da qualidade  dos serviços&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style4"&gt;públicos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #cccccc; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#cccccc"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;VII. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Infraestrutura&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;:  produtiva, urbana e social de qualidade, garantindo a&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style4"&gt;integração do território nacional e do País com a América do  Sul&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #999999; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#999999"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;VIII. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Democracia e Participação Social&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;: fortalecer a democracia e estimular a &lt;/span&gt;&lt;br&gt;  &lt;span class="style4"&gt;participação da sociedade, ampliando a transparência da ação  pública&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #cccccc; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#cccccc"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;IX. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Integridade e Soberania Nacional&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;: participar ativamente da&lt;/span&gt;&lt;br&gt;  &lt;span class="style4"&gt;promoção e  defesa dos direitos humanos, da paz e do desenvolvimento no  mundo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #999999; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#999999"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;X. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Segurança Pública&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;:  promover a segurança e a integridade dos cidadãos, por meio do combate à  violência e do desenvolvimento de uma cultura de paz&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="PADDING-BOTTOM: 0.75pt; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BACKGROUND: #cccccc; PADDING-TOP: 0.75pt" bgcolor="#cccccc"&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style4"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;XI. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Gestão Pública&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="style4"&gt;:  aperfeiçoar os instrumentos de gestão do&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style4"&gt;Estado,  valorizando a ética no serviço público e a qualidade dos serviços  &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style4"&gt;prestados ao cidadão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-1266538507114084051?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/1266538507114084051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=1266538507114084051&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/1266538507114084051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/1266538507114084051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/09/os-11-macrodesafios-do-ppa.html' title='Os 11 macrodesafios do PPA'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-39717666877530470</id><published>2011-08-31T08:23:00.000-03:00</published><updated>2011-08-31T08:24:07.515-03:00</updated><title type='text'>Guarda compartilhada pode ser decretada mesmo sem consenso entre pais</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px;"&gt;    &lt;div class="tipo_texto"&gt;      DECISÃO                &lt;/div&gt;                   &lt;b&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;span class="titulo_texto"&gt;Guarda compartilhada pode ser decretada mesmo sem consenso entre pais&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div class="conteudo_texto"&gt;Mesmo que não haja consenso entre os pais, a  guarda compartilhada de menor pode ser decretada em juízo. A Terceira  Turma adotou esse entendimento ao julgar recurso contra decisão do  Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), interposto por pai que  pretendia ter a guarda exclusiva do filho. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O pai requereu a  guarda do filho sob a alegação de que a ex-mulher tentou levá-lo para  morar em outra cidade. Alegou ter melhores condições para criar a  criança do que a mãe. Na primeira instância, foi determinada a guarda  compartilhada, com alternância de fins de semana, férias e feriados.  Além disso, o filho deveria passar três dias da semana com um dos pais e  quatro com outro, também alternadamente. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O pai recorreu, mas o  TJMG manteve o julgado anterior por considerar que não havia razões para  alterar a guarda compartilhada. Para o tribunal mineiro, os interesses  do menor são mais bem atendidos desse modo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;No recurso ao STJ, o  pai alegou que a decisão do TJMG teria contrariado os artigos 1.583 e  1.584 do Código Civil, que regulam a guarda compartilhada – a qual, para  ele, só deveria ser deferida se houvesse relacionamento cordato entre  os pais. Alegou ainda que a alternância entre as casas dos pais  caracterizaria a guarda alternada, repudiada pela doutrina por causar  efeitos negativos à criança. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A questão da necessidade de  consenso entre os pais é um tema novo no STJ, destacou a relatora do  processo, ministra Nancy Andrighi. Ela lembrou que a guarda  compartilhada entrou na legislação brasileira apenas em 2008 (com a Lei  11.698, que alterou o Código Civil de 2002) e que a necessidade de  consenso tem gerado acirradas discussões entre os doutrinadores. &lt;br&gt;&lt;br&gt;"Os  direitos dos pais em relação aos filhos são, na verdade, outorgas  legais que têm por objetivo a proteção à criança e ao adolescente",  asseverou, acrescentando que "exigir-se consenso para a guarda  compartilhada dá foco distorcido à problemática, pois se centra na  existência de litígio e se ignora a busca do melhor interesse do menor".  &lt;br&gt;&lt;br&gt;A ministra disse que o CC de 2002 deu ênfase ao exercício  conjunto do poder familiar em caso de separação – não mais apenas pelas  mães, como era tradicional. "O poder familiar deve ser exercido, nos  limites de sua possibilidade, por ambos os genitores. Infere-se dessa  premissa a primazia da guarda compartilhada sobre a unilateral",  afirmou. Ela apontou que, apesar do consenso ser desejável, a separação  geralmente ocorre quando há maior distanciamento do casal. Portanto, tal  exigência deve ser avaliada com ponderação. &lt;br&gt;&lt;br&gt;"É questionável a  afirmação de que a litigiosidade entre os pais impede a fixação da  guarda compartilhada, pois se ignora toda a estruturação teórica,  prática e legal que aponta para a adoção da guarda compartilhada como  regra", disse a ministra. O foco, salientou, deve ser sempre o bem estar  do menor, que é mais bem atendido com a guarda compartilhada pelo  ex-casal. A ação de equipe interdisciplinar, prevista no artigo 1.584,  parágrafo 3º, visa exatamente a facilitar o exercício da guarda  compartilhada. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A ministra admitiu que o compartilhamento da  guarda pode ser dificultado pela intransigência de um ou de ambos os  pais, contudo, mesmo assim, o procedimento deve ser buscado. "A guarda  compartilhada é o ideal a ser buscado no exercício do poder familiar  entre pais separados, mesmo que demande deles reestruturações,  concessões e adequações diversas, para que seus filhos possam usufruir,  durante sua formação, do ideal psicológico de duplo referencial",  afirmou ela. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Nancy Andrighi, "a drástica fórmula de  imposição judicial das atribuições de cada um dos pais, e o período de  convivência da criança sob guarda compartilhada, quando não houver  consenso, é medida extrema, porém necessária à implementação dessa nova  visão". &lt;br&gt;&lt;br&gt;A relatora também considerou que não ficou caracterizada  a guarda alternada. Nesses casos, quando a criança está com um dos  pais, este exerce totalmente o poder familiar. Na compartilhada, mesmo  que a "custódia física" esteja com um dos pais, os dois têm autoridade  legal sobre o menor. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ela afirmou ainda que "a guarda  compartilhada deve ser tida como regra, e a custódia física conjunta,  sempre que possível, como sua efetiva expressão". Detalhes como  localização das residências, capacidade financeira, disponibilidade de  tempo e rotinas do menor, de acordo com a ministra, devem ser levados em  conta nas definições sobre a custódia física. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Rejeitado o recurso do pai, a guarda compartilhada foi mantida nos termos definidos pela Justiça de Minas Gerais. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;O número deste processo não é divulgado em razão de sigilo judicial. &lt;br&gt;  &lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt;  Coordenadoria de Editoria e Imprensa &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-39717666877530470?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/39717666877530470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=39717666877530470&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/39717666877530470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/39717666877530470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/guarda-compartilhada-pode-ser-decretada.html' title='Guarda compartilhada pode ser decretada mesmo sem consenso entre pais'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-7402569996030763028</id><published>2011-08-31T08:20:00.000-03:00</published><updated>2011-08-31T08:21:11.639-03:00</updated><title type='text'>Morte de ambientalistas custaria até R$ 80 mil no Pará, diz MPF</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;                             &lt;div class="materia-cabecalho"&gt;                                                 &lt;p&gt;                   &lt;abbr class="published"&gt;30/08/2011 21h48&lt;/abbr&gt;                   - Atualizado em                   &lt;abbr class="updated"&gt;30/08/2011 21h48&lt;/abbr&gt;                &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;              &lt;div class="materia-titulo"&gt;                 &lt;h1 class="entry-title"&gt;Morte de ambientalistas custaria até R$ 80 mil no Pará, diz MPF&lt;/h1&gt;                &lt;h2&gt;Procurador pede proteção para ambientalista Raimundo Belmiro, em Altamira.&lt;br&gt;Em Marabá, parentes dos extrativistas mortos em maio devem ser protegidos.&lt;/h2&gt;              &lt;/div&gt;             &lt;div class="materia-assinatura-letra"&gt;                                                                                &lt;div class="materia-assinatura"&gt;                         &lt;p class="vcard author"&gt;                                                              &lt;strong class="fn"&gt;Glauco Araújo&lt;/strong&gt;                                                                                            &lt;span class="adr"&gt;                                     &lt;span class="locality"&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/span&gt;                                 &lt;/span&gt;                                                      &lt;/p&gt;                     &lt;/div&gt;                                                   &lt;div class="materia-impressao"&gt;                     &lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/08/morte-de-ambientalistas-custaria-ate-r-80-mil-no-para-diz-mpf.html#" title="Imprimir"&gt;imprimir&lt;/a&gt;                 &lt;/div&gt;             &lt;/div&gt;              &lt;div class="materia-conteudo entry-content" id="materia-letra"&gt;                 &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="foto componente_materia midia-largura-300"&gt; 	&lt;img alt="Mapa de Marabá (Foto: Editoria de Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/08/25/maraba.jpg" title="Mapa de Marabá (Foto: Editoria de Arte/G1)" width="300" height="200"&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	O procurador Cláudio Terre do Amaral, do Ministério Público Federal  (MPF) do Pará, encaminhou, nesta segunda-feira (29), ofícios para a  Polícia Federal (PF) e às autoridades se segurança pública do estado  cobrando rigor nas investigações sobre ameaças de morte e assassinatos  cometidos contra ambientalistas, agricultores, extrativistas e  sindicalistas que atuam em proteção ao meio ambiente. Segundo Amaral,  madeireiros da região estariam oferecendo R$ 80 mil pela morte dessas  pessoas.&lt;/p&gt; &lt;div class="video componente_materia" id="1531878" style="width: 320px; height: 220px;"&gt; 	 &lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	O MPF pediu, também, medidas de proteção para familiares do casal de extrativistas &lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/05/ambientalistas-do-para-foram-mortos-em-tocaia-diz-delegado.html"&gt;José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo&lt;/a&gt;, que foram mortos em uma emboscada em maio deste ano, no assentamento Praialta Piranheira, em Nova Ipixuna (PA).&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; 	Segundo a Comissão Pastoral da Terra, em Marabá (PA), após a morte do  casal, outras quatro pessoas foram mortas nas ciades de Eldorado do  Carajás (PA), Breu Branco (PA), Marabá (PA) e Nova Ipixuna (PA). &amp;quot;As  investigações não estão surtindo efeito concreto. Foram seis mortes só  aqui na região sudeste do estado e ninguém foi preso&amp;quot;, disse José  Batista Afonso, advogado da pastoral.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Nos ofícios, o procurador pediu ainda que sejam investigadas as ameaças  de morte sofridas pelo ambientalista Raimundo Belmiro, da Reserva  Extrativista Riozinho do Anfrísio, em Altamira (PA). Segundo Amaral,  circula na região que a morte dele seria premiada por R$ 80 mil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Ainda de acordo com o procurador, as pessoas ameaçadas contrariam  interesses de madeireiros, grileiros e pistoleiros da região. &amp;quot;A  preocupação é com a vida e a segurança de Raimundo Belmiro, em Altamira,  e dos familiares de José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, em  Nova Ipixuna&amp;quot;, disse Amaral.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Ele pediu que a PF instaure inquérito para apurar ameaças a Raimundo  Belmiro. Ele vem denunciando ameaças de madeireiros que estão invadindo a  Resex do Riozinho do Anfrísio para derrubadas ilegais. Ele recomendou  que o Instituto Chico Mendes, responsável pela administração da reserva  Riozinho do Anfrísio, envie todas as informações e documentos que têm  sobre as invasões de madeireiros e a presença de pistoleiros na reserva.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Nos demais ofícios, enviados às Secretarias de Segurança Pública e de  Justiça e Direitos Humanos do Pará, os procuradores Tiago Rabelo, de  Marabá, Ubiratan Cazetta e Felício Pontes Júnior, de Belém, pediram a  inclusão dos familiares de José Cláudio e Maria do Espírito Santo em  programas de proteção. Eles foram ameaçados de morte e já sofreram  atentados a tiros neste mês, no assentamento Praialta Piranheira, em  Nova Ipixuna.&lt;/p&gt; &lt;div class="video componente_materia" id="1528229" style="width: 320px; height: 220px;"&gt; 	 &lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	 A Polícia Civil do Pará chegou a anunciar as identidades dos  assassinos do casal de extrativistas, mas não prendeu ninguém. Os  procuradores citaram que as famílias de Laisa Santos Sampaio (irmã de  Maria do Espírito Santo) e Claudelice Silva dos Santos (irmã de José  Cláudio) sofreram ameaças e tiveram os terrenos invadidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O procurador Tiago Rabelo, de Marabá, recorreu ao Tribunal Regional  Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, para que seja reconhecida a  competência da Justiça Federal para atuar no caso. A federalização do  processo que apura os crimes contra os ambientalistas do Pará é um  pedido dos familiares e defensores do meio ambiente no estado. Segundo  Rabelo, o motivo dos assassinatos foi a invasão de grileiros em lotes do  assentamento e, como as terras são da União, o caso deve tramitar na  esfera federal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Ainda de acordo com Rabelo, o recurso foi enviado para o TRF-1 no  começo deste mês, mas até agora não houve designação de um desembargador  para decidir sobre o pedido.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Crime mais recente&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/08/sindicalista-e-morto-por-pistoleiros-em-maraba-diz-pastoral-da-terra.html"&gt;O sindicalista Valdemar Oliveira Barbosa, conhecido como Piauí, foi morto a tiros na quinta-feira (25), em Marabá (PA)&lt;/a&gt;.  Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), ele estava andando de  bicicleta quando foi cercado por dois homens encapuzados e que estavam  em uma motocicleta preta. O crime aconteceu no Bairro São Félix. O crime  aconteceu &lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/05/ambientalistas-do-para-foram-mortos-em-tocaia-diz-delegado.html"&gt;três meses após a morte do casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo&lt;/a&gt;, ocorrida em maio deste ano.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; 	Barbosa era casado e integrante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais  de Marabá. Ele foi responsável por coordenar por vários anos um grupo de  famílias que ocupou a fazenda Estrela da Manhã, na cidade. Como a  fazenda não foi desapropriada, ele voltou a morar em uma ocupação urbana  que ajudou a organizar em Marabá.&lt;/p&gt; &lt;div class="saibamais componente_materia"&gt; 	&lt;strong&gt;saiba mais&lt;/strong&gt; 	&lt;ul&gt;&lt;li&gt; 			&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/08/sindicalista-e-morto-por-pistoleiros-em-maraba-diz-pastoral-da-terra.html"&gt;Sindicalista é morto por pistoleiros em Marabá, diz Pastoral da Terra&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 			&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/06/apos-tocaia-agricultores-do-para-recebem-protecao-federal.html"&gt;Após tocaia, agricultores do Pará recebem proteção federal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 			&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/08/forca-nacional-reforca-seguranca-de-agricultor-que-sofreu-atentado-no-pa.html"&gt;Força Nacional reforça segurança de agricultor que sofreu atentado no Pará&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;   			&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/06/governo-do-para-investiga-policiais-que-ameacaram-agricultor-assentado.html"&gt;Governo do Pará investiga policiais que ameaçaram agricultor assentado&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 			&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/05/ambientalistas-do-para-foram-mortos-em-tocaia-diz-delegado.html"&gt;Ambientalistas do Pará foram mortos em &amp;#39;tocaia&amp;#39;, diz delegado&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 			&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/06/policia-do-pa-divulga-retratos-falados-de-suspeitos-de-matar-ambientalistas.html"&gt;Polícia do PA divulga retratos falados de suspeitos de matar ambientalistas&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	Em nota, a CPT informou que o assassinato de Barbosa pode ter ligação  com a tentativa de reocupação da fazenda. A Polícia Civil de Marabá está  investigando o caso. Em um primeiro momento, a investigação informou  que a vítima não tinha passagem policial, mas depois voltou atrás e  informou que ele era investigado por homicídio. Com a morte dele é  extinta a punibilidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A morte do sindicalista ocorreu, também, um dia após a &lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/08/forca-nacional-reforca-seguranca-de-agricultor-que-sofreu-atentado-no-pa.html"&gt;Força Nacional anunciar que reforçou a segurança no assentamento Praialta Piranheira&lt;/a&gt;, em Nova Ipixuna.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; 	Segundo a pastoral, apenas o assassinato do casal de extrativistas José  Cláudio da Silva e Maria do Espírito Santo, ocorrido em uma emboscada  em Nova Ipixuna (PA) foi parcialmente investigado. De acordo com  Batista, ninguém foi preso por envolvimento nos crimes. &amp;quot;O comportamento  da Polícia Civil do Pará tem sido de investigar as vítimas e não os  responsáveis pelas mortes, quando se trata de crimes no campo&amp;quot;, disse o  advogado.&lt;/p&gt; &lt;div class="foto componente_materia midia-largura-300"&gt; 	&lt;img alt="Casal de extrativistas morto a tiros em estrada no Pará (Foto: Divulgação/Arquivo CNS)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/06/23/casal300.jpg" title="Casal de extrativistas morto a tiros em estrada no Pará (Foto: Divulgação/Arquivo CNS)" width="300" height="225"&gt;&lt;strong&gt;Casal de extrativistas morto a tiros em uma&lt;br&gt;   	emboscada estrada no Pará, em maio deste ano&lt;br&gt; 	(Foto: Divulgação/Arquivo CNS)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Emboscada&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 	O &lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/05/ambientalistas-do-para-foram-mortos-em-tocaia-diz-delegado.html"&gt;casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo foi morto em uma "tocaia"&lt;/a&gt;  em uma estrada na Zona Rural de Nova Ipixuna, em 24 de maio deste ano. A  polícia indiciou três pessoas por envolvimento no crime, mas não  prendeu ninguém após três meses do crime.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Outros atentados&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 	Familiares do casal de extrativistas José Cláudio e Maria, mortos em  emboscada em 24 de maio deste ano, relataram ter sofrido um novo  atentado a tiros, na madrugada desta quinta-feira (18), em Nova Ipixuna.  O ataque, desta vez, deixou ferido um dos cachorros da família, que  vivia em uma fazenda vizinha da de onde morava o casal morto.&lt;/p&gt; &lt;div class="video componente_materia" id="1529291" style="width: 320px; height: 220px;"&gt; 	 &lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	Em outro caso de violência na região, duas famílias de agricultores que  estavam sobre proteção policial desde que escaparam de um tocaia em 18  de junho, em Nova Ipixuna, voltaram para seus estados de origem. Após o  ataque, eles ficaram sob proteção da Força Nacional. Em julho, a  Defensoria Pública do Pará informou que os trabalhadores rurais, que  focam colocados em um programa de proteção à pessoa, optaram por sair do  Pará porque achavam que estariam mais seguros em suas cidades natais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Inércia investigativa e judicial&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 	Um levantamento feito pela CPT sobre a violência no campo no Brasil  apontou que cerca de 8% dos casos de assassinatos ocorridos desde 1985  devido a conflitos agrários foram julgados pelo menos em primeira  instância até abril deste ano.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Os 1.186 casos monitorados pela organização, com 1.580 vítimas,  resultaram em 94 condenações pelo menos de primeira instância até abril,  sendo 21 de réus acusados de serem os mandantes e 73 de serem os  executores dos homicídios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Os foram contabilizados com base em informações de fontes diversas  obtidas pela CPT, como relatos e notas da imprensa. Muitas das mortes  sequer resultaram em inquéritos.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;             &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-7402569996030763028?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/7402569996030763028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=7402569996030763028&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/7402569996030763028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/7402569996030763028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/morte-de-ambientalistas-custaria-ate-r.html' title='Morte de ambientalistas custaria até R$ 80 mil no Pará, diz MPF'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5400459799586557840</id><published>2011-08-30T15:59:00.000-03:00</published><updated>2011-08-30T16:00:13.697-03:00</updated><title type='text'>Ativista acusa Alckmin de restringir ação de conselho de direitos humanos</title><content type='html'>&lt;h1 class="documentFirstHeading"&gt;                       &lt;span class="" id="parent-fieldname-title"&gt;             Ativista acusa Alckmin de restringir ação de conselho de direitos humanos         &lt;/span&gt;              &lt;/h1&gt;          &lt;p class="documentDescription"&gt;                      &lt;span class="" id="parent-fieldname-description"&gt;                      &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;             &lt;span&gt;             &lt;p class="documentByLine"&gt;                        &lt;span id="autormateria"&gt; Por: &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/fale-com-o-autor?uid=virginiatoledo&amp;amp;assunto=Mensagem%20para%20Virginia%20Toledo,%20Rede%20Brasil%20Atual"&gt;Virginia Toledo, Rede Brasil Atual &lt;/a&gt;                                                                                   &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;         &lt;/span&gt;                 &lt;span&gt;   &lt;p class="documentByLine"&gt;Publicado em 29/08/2011, 18:28&lt;/p&gt;   &lt;p class="documentByLine"&gt;Última atualização às 18:28&lt;/p&gt;    &lt;/span&gt;                             &lt;div id="viewlet-social-like"&gt;         &lt;span class="link-external"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;                              &lt;div id="parent-fieldname-text" class="plain"&gt;              &lt;p&gt;São Paulo - O coordenador do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos  da Pessoa Humana (Condepe), Ivan Seixas, afirma que o governo paulista  intima e impede a autonomia do órgão, além de mudar as regras para  nomeação na ouvidoria da Polícia do estado. A denúncia foi levada à  ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, na tarde  desta segunda-feira (29), durante audiência pública na Assembleia  Legislativa de São Paulo. Ela ouviu representantes de diversas entidades  e movimentos sociais que denuciaram violações dos direitos humanos em  São Paulo e reivindicaram ações do poder público.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Ivan Seixas, ex-preso politico, os decretos tratam da  estrutura e da atuação do Condepe. Criado em 1991, o conselho não está  subordinado politicamente a nenhuma secretaria – têm apenas vínculo  operacional e financeiro com a Secretaria da Justiça e da Defesa da  Cidadania. Uma de suas atribuições é montar uma lista tríplice para que o  governador paulista escolha o ouvidor da polícia – que atua a partir de  denúncias de irregularidades cometidas tanto por policiais civis quanto  militares.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Decretos do governador Geraldo Alckmin (PSDB) podem interferir na  atuação do órgão. Um deles (57.234, de 15 de agosto de 2011) dispõe que  as entidades da sociedade civil que queiram fazer parte do conselho  teriam de fazer cadastro prévio junto à Secretaria da Justiça.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O segundo decreto (nº 57.235, de 15 de agosto de 2011) citado por  Seixas representa alteração na composição da lista tríplice de  indicações para a ouvidora da Polícia, criando pré-requisitos para que  se ocupe o posto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;quot;O Condepe tem hoje um ex-preso político. Talvez isso não agrade a  quem está no governo do estado. Talvez não agrade quando as entidades só  querem respeitar a lei&amp;quot;, afirmou Seixas. Por ser considerado um órgão  de Estado, mas desvinculado do  governo, as alterações são consideradas inconstitucionais – motivo por  que pretende recorrer à Justiça para barrar os decretos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na mesma audiência, falaram ativistas de vários outros movimentos. Do  início das atividades, às 14h, até às 17h, a ministra apenas ouviu as  denúncias e demandas, sem se manifestar. Participaram representantes da  Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da  Participação e das Questões Sociais; da SOS Racismo; da Associação  Nelson Werneck Sodré; do Coletivo de Mulheres pela Verdade e Justiça; da  Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos; da Comissão de  Justiça e Paz; do Fórum de ex-Presos Políticos; do Grupo Tortura Nunca  Mais; ativistas do movimento de lésbicas, gays, bissexuais e  transgêneros (LGBT); do movimento Nacional de Direitos Humanos e do  Núcleo de Preservação da Memória Política.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;          &lt;/div&gt;           &lt;span class="discreet"&gt;&lt;/span&gt;          &lt;div class="relatedItems"&gt;                                          &lt;/div&gt;     &lt;div&gt;   &lt;div id="palavraschaves"&gt;   Tags: &lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=alckmin"&gt;alckmin&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=maria%20do%20ros%C3%A1rio"&gt;maria do rosário&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=direitos%20humanos"&gt;direitos humanos&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=viola%C3%A7%C3%B5es"&gt;violações&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=condepe"&gt;condepe&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=ongs"&gt;ongs&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=audi%C3%AAncia%20p%C3%BAblica"&gt;audiência pública&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=sociedade%20civil"&gt;sociedade civil&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=s%C3%A3o%20paulo"&gt;são paulo&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=alesp"&gt;alesp&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=reivindica%C3%A7%C3%B5es"&gt;reivindicações&lt;/a&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=gest%C3%A3o%20tucana"&gt;gestão tucana&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-5400459799586557840?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/5400459799586557840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=5400459799586557840&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5400459799586557840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5400459799586557840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/ativista-acusa-alckmin-de-restringir.html' title='Ativista acusa Alckmin de restringir ação de conselho de direitos humanos'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-8365149625714965394</id><published>2011-08-30T11:56:00.002-03:00</published><updated>2011-08-30T12:03:04.618-03:00</updated><title type='text'>Relatório aponta dados sobre violações a defensores de direitos humanos no México</title><content type='html'>&lt;div id="header"&gt;&lt;div id="leftQuote"&gt;&lt;div id="tempo" style="font-family: arial; font-size: 10px; margin-left: 5px; margin-top: 10px; width: 144px;" title="Previsão do Tempo - Fonte: ClimaTempo - www.climatempo.com.br"&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;29/8/2011 15:29,&amp;nbsp; 			 Por &lt;a href="http://www.adital.com.br/"&gt;Adital&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="navcats"&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 80%;"&gt;			&lt;/div&gt;No México, portrás do discurso de uma guerra ao narcotráfico, o  Estado leva a cabo estratégiasde repressão contra a população. A  constatação é do Comitê Cerezo, que porocasião de seus dez anos de  atuação lançou o relatório Saldos da Repressão no México 2009-2010: uma guerra contra o Povo.&lt;br /&gt;O documentoapresenta dados sobre detenções políticas, execuções  extrajudiciais e desapariçõesforçadas, quadro em que o Estado mexicano  se constitui em "Estado terrorista". &lt;br /&gt;Entre oconjunto de estratégias que possibilitam as violações, o  Comitê cita aconstrução de um "inimigo interno", no caso, o crime  organizado e onarcotráfico, para restringir os direitos da população;  fazer uso sistemáticode terror para combater o "inimigo"; militarizar a  vida social; criminalizar osdefensores de direitos humanos, bem como a  sociedade em geral; criar marcosjurídicos de exceção que legalizem  violações e garantam impunidade.&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #ff6666;"&gt;&lt;b&gt;Neste contexto, em 2009 e 2010, dentre as agressões mais comuns a  defensores dos direitos humanos, 45% foram detençõespolíticas; 38%  execuções extrajudiciais e 17% desaparições forçadas.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;Houve casos de presos por motivos políticos em 17 estados, segundo  informações recolhidas em jornais, revistas ecorreios eletrônicos  remetidos por organizações agredidas. No total, foram 245detidos no  período. Hoje, mais da metade dos presos em 2009-2010 está livre  sobfiança, 25% está livre sem nenhum encargo e 13% permanece na prisão.&lt;br /&gt;O Estado em que houve mais detenções entre2009 e 2010 foi Puebla, com  37, seguido de Oaxaca, com 33. Segundo o relatório,a maioria das  prisões é ilegal e o traslado consiste no momento de  maiorvulnerabilidade e risco para os presos.&lt;br /&gt;As detenções se dividem em seletivas,quando vão contra alguns líderes  sociais, e massivas, quando atingem maispessoas, e se caracterizam por  uso exagerado de força, por parte das polícias federale municipal.&lt;br /&gt;Segundo o relatório, há uma tendênciado Estado mexicano em diminuir a  judicialização dos movimentos sociais e partirpara as estratégias de  execução extrajudicial e desaparições forçadas.&lt;br /&gt;Das 50 mil mortes creditadas à guerracontra o narcotráfico, muitas  foram execuções extrajudiciais, mas não se temcomo documentar isso.  Nesses casos, o Estado é responsável por ação,aquiescência (quando o  crime é cometido a mando do Estado) e omissão. &lt;br /&gt;De acordo com o relatório, a maioriadas execuções extrajudiciais são  levadas a cabo por militares contra apopulação em geral. Seguem um  padrão: ocorreram em lugares onde o exércitoestava realizando operações  contra o crime organizado; os civis estavam desarmadose não estavam em  zona de combate. "Consideramos que esta modalidade deexecução  extrajudicial obedece à política sistemática de gerar medo napopulação",  denunciam. &lt;br /&gt;Entre 2009 e 2010, foram, no mínimo, 15casos de execuções  extrajudiciais de defensores dos direitos humanos, documentados;15 casos  de civis executados pelo exército e 15 casos de jovens executados  emexecuções massivas. Essas mortes não são documentadas e muitas se  invizibilizamno meio da guerra ao narcotráfico, alerta o relatório.&lt;br /&gt;Já as execuções extrajudicias massivasou massacres têm como objetivo  "limpeza social", quando são dirigidasa grupos de imigrantes ou  dependentes químicos; prevenção, quando cometidascontra grupos que  desenvolvem trabalho social; e para o deslocamento forçado depopulações  estabelecidas em locais que se quer implantar megaprojetos, como no  casodo distrito de Guadalupe Bravos, em Ciudad Juárez, onde será  construída umaponte para ligar México aos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Segundo relatório do Observatório deDeslocamento interno (IDMC),  desde o início da gestão do presidente FelipeCalderón, em 2006, 230 mil  pessoas sofreram deslocamento forçado. Apenas em2009 foram 120 mil.&lt;br /&gt;Também há grande quantidade de ocorrênciasde desaparições forçadas.  Entre 2006 e 2010, foram 26 casos, segundo a CampanhaNacional contra a  Desaparição Forçada. Nenhum caso foi julgado e os familiaresdas vítimas  recebem ameaças quando exigem justiça. &lt;br /&gt;Dos 26 desaparecidos, pelo menos 13eram dirigentes de organizações  sociais. Do total, 15 se desconhece oparadeiro; 7 foram vítimas de  execuções extrajudiciais e 4 foram liberados nosprimeiros 15 dias de  desaparição. Militares, marinheiros e Polícia Federal sãoos principais  apontados. Há controvérsia sobre os números e os meios decomunicação  apontam até cinco mil casos entre 2006 e 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler o relatório na íntegra, acessehttp://&lt;a href="http://www.comitecerezo.org/IMG/pdf/informe_2011_web.pdf"&gt;www.comitecerezo.org/IMG/pdf/informe_2011_web.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-8365149625714965394?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/8365149625714965394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=8365149625714965394&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/8365149625714965394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/8365149625714965394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/relatorio-aponta-dados-sobre-violacoes.html' title='Relatório aponta dados sobre violações a defensores de direitos humanos no México'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3199491273959067207</id><published>2011-08-30T11:48:00.001-03:00</published><updated>2011-08-30T11:48:25.826-03:00</updated><title type='text'>Polícia Rodoviária Federal vai cooperar com programas de Proteção a Pessoas Ameaçadas da SDH</title><content type='html'>&lt;h1 style="color: rgb(51, 102, 255);" class="documentFirstHeading"&gt;Polícia Rodoviária Federal vai cooperar com programas de Proteção a Pessoas Ameaçadas da SDH&lt;/h1&gt;                     &lt;p class="documentDescription"&gt;             &lt;span&gt;Data&lt;/span&gt;: &lt;span&gt;30/08/2011&lt;/span&gt;         &lt;/p&gt;                                        &lt;div class="plain"&gt;             &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Secretaria de Direitos  Humanos da Presidência da República (SDH-PR) e a Polícia Rodoviária  Federal (PRF) firmam na próxima segunda-feira (5), em Brasília, um  Acordo de Cooperação Técnica. A solenidade de assinatura será às 11h, em  local a ser definido.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O termo de  cooperação, que será assinado pela ministra da SDH, Maria do Rosário, e a  diretora da PRF, Maria Alice Nascimento de Souza, prevê um conjunto  articulado de ações que permita a alocação de recursos humanos, técnicos  e materiais para promoção das atividades relativas aos programas de  proteção aos Direitos Humanos coordenados pela SDH. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As  ações compreendem o Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes  Ameaçados de Morte (PPCAAM), o Programa de Proteção a Vítimas e  Testemunhas (Provita), e o Programa de Proteção aos Defensores de  Direitos Humanos (PPDDH). Com o acordo, caberá à PRF disponibilizar  policiais e veículos, caracterizados ou não, para a realização de  escolta e deslocamento de protegidos dos programas de proteção. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A  PRF também se compromete a disponibilizar dados da área de inteligência  da polícia para auxiliar nas estratégias de proteção de beneficiários  dos programas no âmbito estadual e municipal. A Polícia Rodoviária  Federal também cuidará da segurança da comunicação dos dados referentes  aos programas de proteção da SDH, para preservar o sigilo dos dados e  proteger a integridade física e psicológica dos protegidos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em  contrapartida, a SDH ficará responsável pela realização de cursos e  seminários e demais atividades que possam contribuir na capacitação  profissional dos policiais, além do custeio de diárias e passagens para  os policiais envolvidos nas operações. A SDH também deverá informar à  PRF eventuais alterações ou situação de irregularidade que venham a  ocorrer, relacionadas à execução do presente acordo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Assessoria de Comunicação Social da SDH&lt;br&gt;&lt;/p&gt;         &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3199491273959067207?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3199491273959067207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3199491273959067207&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3199491273959067207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3199491273959067207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/policia-rodoviaria-federal-vai-cooperar.html' title='Polícia Rodoviária Federal vai cooperar com programas de Proteção a Pessoas Ameaçadas da SDH'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-1452855341141589144</id><published>2011-08-29T16:30:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T16:30:43.902-03:00</updated><title type='text'>A face urbana do trabalho escravo</title><content type='html'>&lt;h1 style="color: rgb(255, 0, 0);" class="documentFirstHeading"&gt;A face urbana do trabalho escravo &lt;/h1&gt;                    		   			      	                &lt;table summary="detalhe notícia"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 	                    &lt;td&gt;Vergonha fashion &lt;/td&gt; 	                &lt;/tr&gt; 					  	                 	                 					      					 					&lt;tr class="clipping-generico"&gt; 	                    &lt;td&gt;Autor(es): Gustavo Henrique Braga e Cristiane Bonfanti&lt;/td&gt; 	                &lt;/tr&gt;  					&lt;tr class="clipping-generico"&gt; 	                    &lt;td&gt;Correio Braziliense - 28/08/2011&lt;/td&gt; 	                &lt;/tr&gt;  					&lt;tr&gt;			 						&lt;td&gt; &lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 	                &lt;tr&gt; 	                    &lt;td&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="textos_sinopse"&gt;Exploração  ilegal de mão de obra chega às grandes cidades, principalmente no setor  de confecção de roupa, como no caso envolvendo a grife Zara, em São  Paulo. Pelo menos 20 mil pessoas, muitas estrangeiras, são obrigadas a  produzir sem as mínimas condições de higiene, segurança, e pior, sem  qualquer salário.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Bolivianos escravizados por uma confecção terceirizada da Zara são  apenas um dos vários casos envolvendo grifes e redes de lojas conhecidas  no Brasil. Autoridades alertam que crime tem avançado nos últimos anos e  afeta pelo menos 20 mil pessoasNotíciaGráfico&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O resgate de bolivianos em uma confecção de São Paulo, terceirizada  pela cadeia produtiva da grife internacional Zara, descortinou uma nova  face da escravidão no Brasil. Associado, geralmente, às áreas rurais e  isoladas, os fiscais comprovaram que, na verdade, esse tipo de problema é  cada vez mais comum nas cidades. Em galpões de metrópoles nacionais,  exércitos de trabalhadores, entre eles adolescentes e crianças, se  sacrificam para sustentar o glamour e a ostentação dos desfiles de moda  de grandes marcas. Não à toa, estão em andamento, pelo menos, mais 15  investigações contra grifes de roupas. Os nomes não são revelados, pois  os processos correm em sigilo. O Correio confirmou, contudo, que um  deles diz respeito às Casas Pernambucanas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em abril último, uma oficina na Zona Norte de São Paulo foi flagrada  com bolivianos que viviam e eram explorados em condições de escravidão.  Eles costuravam peças da coleção outono/inverno da Argonaut, uma das  marcas de roupas da linha jovem da Pernambucanas. Agora, a rede está sob  investigação. O próximo passo será a assinatura de um Termo de  Ajustamento de Conduta (TAC). Procurada, a Pernambucanas se defendeu sob  a alegação de exigir &amp;quot;que suas empresas fornecedoras adotem  certificações reconhecidas no que diz respeito às melhores práticas de  trabalho&amp;quot;. Adriano Dutra, especialista em auditorias trabalhistas da  Tgestiona/Saratt alerta, entretanto, que a gestão e o monitoramento  eficaz de toda a cadeia de terceiros e fornecedores são responsabilidade  de qualquer empresa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com a economia em ritmo de expansão, o Brasil funciona hoje como um  polo atrativo de imigrantes vindos de países vizinhos em busca de uma  oportunidade. Sozinhas em território estrangeiro e com medo de serem  deportadas, essas pessoas são alvo fácil dos criminosos, a exemplo do  que ocorre, há décadas, com africanos na Europa e latinos nos Estados  Unidos. &amp;quot;A situação dos imigrantes está entre as mais vulneráveis. Como  estão irregulares no país, têm medo de recorrer às autoridades, o que  dificulta a atuação dos fiscais&amp;quot;, explica Luiz Machado, coordenador de  combate ao trabalho escravo da Organização Internacional do Trabalho  (OIT).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Casos como o da Zara e da Pernambucanas se tornaram comuns no país ao  longo dos últimos anos. Em fevereiro do ano passado, a Superintendência  Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE-SP) aplicou 43 autos  de infração a diversos agentes da cadeia produtiva, começando pelos  aliciadores e se estendendo até a uma grande rede nacional de lojas, com  passivos superiores a R$ 630 mil. Registrada como Indústria de Comércio  e Roupas CSV, a oficina de costura ligada à rede foi flagrada com 17  trabalhadores imigrantes em condições análogas à escravidão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Também no ano passado, foram resgatados, em um galpão no Bairro Casa  Verde, em São Paulo, 15 imigrantes subcontratados pela F. G. Indústria e  Comércio de Uniformes e Tecidos para produzir coletes usados pelos  recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  A empresa venceu a licitação de R$ 4,3 milhões com o intuito de  produzir 230 mil peças e, entre as imposições degradantes, forçava  jornadas extenuantes, sob alegação de &amp;quot;prazo exíguo&amp;quot; para a entrega dos  coletes. É importante que as pessoas estejam atentas, até para fazer  escolhas enquanto consumidoras conscientes&amp;quot;, recomenda Ronaldo Lira,  procurador do MPT de Campinas (SP). Além das punições legais, os  empregadores condenados têm os nomes incluídos na &amp;quot;lista suja&amp;quot;, com a  qual as empresas se comprometem a romper qualquer tipo de vínculo.  Atualmente, 249 infratores são citados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entre as cenas comuns estão os alojamentos feitos de lona e de chão  batido. Faltam banheiros e condições de higiene adequadas. &amp;quot;O que vemos  nas fiscalizações é que eles bebem, muitas vezes, a mesma água dos  animais. No passado, o escravo era uma moeda de troca, tinha valor.  Hoje, vulnerável, ele é tratado como algo descartável&amp;quot;, descreve Paula  de Ávila e Silva Porto Nunes, procuradora do Trabalho da 10ª Região e  vice-coordenadora de erradicação do trabalho escravo do Ministério  Público do Trabalho (MPT). Apesar da realidade assustadora, o Brasil  avançou ao longo dos últimos anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dados do Ministério do Trabalho (MTE) mostram que, entre 2000 e 2010,  o valor de indenizações pagas pelos empregadores flagrados chegou a R$  62,2 milhões. O montante se refere a pagamentos devidos aos  funcionários, que incluem saldo de salários, de férias e 13º, entre  outros direitos. Quando são resgatados, o governo federal paga a eles um  seguro-desemprego no valor de um salário mínimo, durante três meses.  &amp;quot;Na maioria das vezes, é o primeiro momento da vida em que se sentem  cidadãos&amp;quot;, diz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Luiz Machado, da OIT, revela que, em muitos casos, os trabalhadores  explorados vivem em uma miséria tão intensa que nem sequer se consideram  vítimas de trabalho escravo. &amp;quot;Há pessoas que só conhecem essa  realidade&amp;quot;, diz. Em outras situações, os explorados sentem ter perdido a  dignidade e são tomados por uma vergonha tamanha que temem voltar para  casa de mãos vazias, sob a pecha de &amp;quot;fracassados&amp;quot; e, só conseguem  retomar uma vida normal com ajuda de assistentes sociais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Falsas promessas&lt;br&gt; Na prática, os empregadores contratam os chamados &amp;quot;gatos&amp;quot;, que vão para  as cidades e fazem promessas de bons salários e condições dignas de  trabalho e moradia a homens, mulheres e crianças que vivem de forma  precária. Sem dinheiro ou qualquer pespectiva, essas pessoas aceitam o  desafio. Os &amp;quot;gatos&amp;quot;, no entanto, os levam para lugares distantes e  impedem que eles retornem. Os empregados já chegam ao local endividados.  Os patrões cobram por transporte, alojamento, comida e até por  instrumentos de trabalho.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-1452855341141589144?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/1452855341141589144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=1452855341141589144&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/1452855341141589144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/1452855341141589144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/face-urbana-do-trabalho-escravo.html' title='A face urbana do trabalho escravo'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-9161457925951077366</id><published>2011-08-29T15:37:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T15:37:33.498-03:00</updated><title type='text'>OEA - Mecanismos internacionais se unem diante da gravidade da tortura e da superlotação carcerária nas Américas</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;b&gt;OEA - COMUNICADO DE IMPRENSA&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &amp;lt;&lt;a href="http://www.cidh.oas.org/Comunicados/Port/22.11port.htm" target="_blank"&gt;http://www.cidh.oas.org/Comunicados/Port/22.11port.htm&lt;/a&gt;&lt;div id=":23y"&gt;&amp;gt;&lt;a href="http://www.cidh.oas.org/Comunicados/Port/22.11port.htm" target="_blank"&gt;http://www.cidh.oas.org/Comunicados/Port/22.11port.htm&lt;/a&gt;&lt;br&gt;   &lt;br&gt; &lt;br&gt; COMUNICADO DE IMPRENSA&lt;br&gt; &lt;br&gt; No. 22/11&lt;br&gt; &lt;br&gt; MECANISMOS INTERNACIONAIS DE PROTEÇÃO SE UNEM DIANTE DA GRAVE SITUAÇÃO DE TORTURA E SUPERLOTAÇÃO CARCERÁRIA NAS AMÉRICAS&lt;br&gt; &lt;br&gt; Washington, D.C., 17 de março de 2011 - Diante das graves condições  carcerárias e de numerosos casos de tortura registrados na região, os  representantes dos mecanismos contra a tortura do Sistema das Nações  Unidas e da Relatoria sobre os Direitos das Pessoas Privadas de  Liberdade da CIDH consideraram fortalecer sua relação e a coordenação de  suas atividades. Com essa finalidade foi realizada uma primeira reunião  na sede da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em 16 de  março de 2011. Nessa reunião os participantes discutiram a relação  direta entre, por um lado, a tendência à adoção de políticas públicas  repressivas em matéria de segurança cidadã, e por outro, o crescimento  da população carcerária, o aumento do número de casos de tortura e  outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos e degradantes e a piora  das condições de detenção.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A CIDH e os membros dos mecanismos da ONU, no exercício de suas funções,  que emanam de seus respectivos mandatos, pronunciaram-se reiteradamente  sobre a preocupante situação das pessoas privadas de liberdade nas  Américas, divulgando diagnósticos coincidentes e apresentando  recomendações semelhantes e complementares. Entretanto, muitas dessas  recomendações continuam não sendo cumpridas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A reunião realizada em Washington teve por objetivo propiciar um  intercâmbio de informações com vistas a estimular a coordenação das  atividades voltadas para a erradicação da tortura e de outros  tratamentos ou penas cruéis, desumanos e degradantes na região e  auxiliar os Estados no cumprimento de seus deveres. Os representantes  presentes concordaram que é favorável incentivar uma maior coordenação  com relação à prática das visitas, à divulgação de comunicados de  imprensa, à elaboração de relatórios temáticos e ao acompanhamento das  recomendações aos Estados, entre outras atividades.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Também concordaram em relação à necessidade de se preparar um relatório  conjunto que analise alguns dos aspectos mais relevantes dessa  realidade, a saber:&lt;br&gt; &lt;br&gt; 1.        O uso excessivo da prisão preventiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 2.       A superlotação e superpopulação; as condições deficientes de  detenção no que concerne à infra-estrutura e à falta de provisão de  serviços básicos, como alimentação, água potável, atendimento médico e  condições higiênicas adequadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 3.       A utilização da tortura para fins de investigação criminal e o  uso excessivo da força por parte dos agentes de segurança nos locais de  detenção.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 4.       A persistência de padrões de impunidade em casos de violações  do direito à vida, à integridade pessoal e à liberdade pessoal, entre  outros.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 5.       Os altos índices de violência carcerária, com o registro anual  de um grande número de mortos e feridos, o que afeta ainda a terceiros,  como os familiares dos privados de liberdade e os próprios funcionários  dos centros de detenção.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 6.       A corrupção e a falta de transparência na gestão policial, judicial e penitenciária.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 7.       A inexistência de organismos nacionais independentes para  supervisionar os locais de privação de liberdade e a falta de abertura  de alguns Estados à supervisão de organismos internacionais.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Participaram da reunião o Relator sobre os Direitos das Pessoas Privadas  de Liberdade nas Américas, Rodrigo Escobar Gil; o Presidente da  Comissão da ONU contra a Tortura, Claudio Grossman; o Relator da ONU  sobre Tortura e Outros Tratamentos e Penas Cruéis, Desumanos ou  Degradantes, Juan Méndez; o Vice-Presidente da Subcomissão da ONU contra  a Tortura, Mario Coriolano; o Secretário Executivo da CIDH, Santiago A.  Canton; a Chefa da Seção Américas do Alto Comissariado das Nações  Unidas para os Direitos Humanos, María Clara Martin, entre outros  especialistas do Sistema Interamericano e Universal.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Links úteis:&lt;br&gt; Relator da CIDH sobre os Direitos das Pessoas Privadas de Liberdade nas Américas&amp;lt;&lt;a href="http://www.cidh.org/PRIVADAS/default.htm" target="_blank"&gt;http://www.cidh.org/PRIVADAS/default.htm&lt;/a&gt;&amp;gt; (em espanhol)&lt;br&gt; Relator Especial da ONU sobre a Tortura e outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos e Degradantes&amp;lt;&lt;a href="http://www2.ohchr.org/english/issues/torture/rapporteur/index.htm" target="_blank"&gt;http://www2.ohchr.org/english/issues/torture/rapporteur/index.htm&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br&gt;   Comitê contra a Tortura da ONU (CAT)&amp;lt;&lt;a href="http://www2.ohchr.org/english/bodies/cat/index.htm" target="_blank"&gt;http://www2.ohchr.org/english/bodies/cat/index.htm&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br&gt; Subcomitê de Prevenção da Tortura e outros ONU cruéis, desumanos ou degradantes da ONU (SPT)&amp;lt;&lt;a href="http://www2.ohchr.org/english/bodies/cat/opcat/index.htm" target="_blank"&gt;http://www2.ohchr.org/english/bodies/cat/opcat/index.htm&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br&gt;   Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos&amp;lt;&lt;a href="http://ohchr.org/SP/Pages/WelcomePage.aspx" target="_blank"&gt;http://ohchr.org/SP/Pages/WelcomePage.aspx&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br&gt; Website da CIDH&amp;lt;&lt;a href="http://www.cidh.org/comissao.htm" target="_blank"&gt;http://www.cidh.org/comissao.htm&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Leia este comunicado de imprensa em inglês – Read this press release in English&amp;lt;&lt;a href="http://www.cidh.oas.org/Comunicados/English/2011/22-11eng.htm" target="_blank"&gt;http://www.cidh.oas.org/Comunicados/English/2011/22-11eng.htm&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br&gt;   Leia este comunicado de imprensa em espanhol  - Lea este comunicado de prensa en español&amp;lt;&lt;a href="http://www.cidh.oas.org/Comunicados/Spanish/2011/22-11sp.htm" target="_blank"&gt;http://www.cidh.oas.org/Comunicados/Spanish/2011/22-11sp.htm&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;  &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-9161457925951077366?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/9161457925951077366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=9161457925951077366&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/9161457925951077366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/9161457925951077366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/oea-mecanismos-internacionais-se-unem.html' title='OEA - Mecanismos internacionais se unem diante da gravidade da tortura e da superlotação carcerária nas Américas'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3545146473561252591</id><published>2011-08-29T15:25:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T15:25:38.623-03:00</updated><title type='text'>Nota sobre o julgamento do Recurso do Regivaldo Taradão mandante do assassinato da Dorothy Stang</title><content type='html'>&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);" clear="all"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Amanhã, dia &lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;30, a&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt; 1ª Câmara Criminal do Pará julgará a apelação de Regivaldo Pereira Galvão contra condenação como idealizador, organizador – mandante-&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;do assassinato de Dorothy Stang em 12 de fevereiro de 2005.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;A família Stang e a congregação de Irmã Dorothy expressam sua confiança na manutenção da decisão soberana do julgamento de maio de 2010. &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Regivaldo Galvão não foi condenado por ser fazendeiro e empresário cujas terras legalmente possuídas eram objeto de inveja e ameaça de invasão. Nem os jurados de 2010 condenaram em contrariedade às provas dos autos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Regivaldo Galvão foi condenado por homicídio qualificado, como&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;idealizador e organizador, comandante dos atos dos outros quatro co-réus condenados, depois de cinco anos de processo, quatro condenações dos co-réus e&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;pelo assassinato da Irmã Dorothy Stang. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Regivaldo foi condenado porque ficou provado que sentenciou Dorothy à morte e prometeu recompensa, organizando as ações de Vitalmiro (Bida) e Amair (Tato) para que tratassem de "dar fim dessa mulher", usando a promessa de recompensa para armar e estimular Rayfran e Clodoaldo . &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Por ter dito a frase de morte, por ter prometido pagamento em seu escritório nas vésperas do crime, por ter fabricado a papelada de suposta compra e venda do lote 55 para envolver Vitalmiro e Amair, Regivaldo Galvão também tratou de encobrir tais atos, comprando, intimidando, os sócios da operação.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas, os jurados de 2010, não caíram na esparrela montada para culpar apenas os dois atiradores e os dois sócios-laranjas de Regivaldo Galvão. Leram e avaliaram provas, ouviram as testemunhas, debruçaram-se sobre os autos. E separaram o joio do trigo. Descartaram testemunhos comprados ou extorquidos. Reconheceram provas legítimas e descartaram fraudes operadas pelo réu. Como a farsesca compra-e-venda do Lote 55 ou o ilícito vídeo-entrevista, forjado para parecer entrevista e intimidar e coagir os co-réus em favor de Regivaldo Galvão. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Com ampla e exercida defesa do réu, os jurados avaliaram soberanamente e concluíram pela responsabilidade penal de Regivaldo Pereira Galvão na idealização, organização e financiamento da impiedosa execução de Dorothy Stang. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Porque as provas da acusação estavam nos autos. Porque as teses da defensa foram desmontadas uma a uma.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Dorothy Stang foi assassinada de modo brutal e impiedoso, aos 73 Anos e 37(?) de Amazônia, porque seu compromisso e trabalho em defesa das famílias de agricultores da Transamazônica, da sustentabilidade social e ambiental da floresta e dos rios, expunha os crimes sociais e ambientais de Regivaldo Galvão. Pacífica e legalmente suas ações junto às autoridades estavam dificultando os negócios ilícitos de Regivaldo – da manutenção da posse ilegal de lotes grilados desde sua participação nas fraudes da SUDAM, ao uso de trabalho escravo em queimadas e desmatamentos ilegais. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;"Negócios" que a apelação chama de atividades empresariais e&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;"fazendas" bem sucedidas. Regivaldo Galvão não é legítimo dono de uma única fazenda legal. São terras griladas, pro ele ou outros, operadas com papelada fraudada. Ao longo de cinco anos sua defesa nunca conseguiu uma única prova que passasse por cinco minutos de verificação. As "empresas" citadas estão em nome de laranjas, ou já foram fechadas, simples fabricações de papel para uma fraude ou outra.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os "documentos de propriedade" do lote 55, apresentado pelos advogados de Regivaldo Galvão, ao longo do processo penal, lhe valeram outro processo, em Altamira,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;por três crimes, falsificação documental, estelionato e grilagem de terras públicas. Confira-se o IPL 176/2008, processo n°2009.39.03.000016-4. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Até ao Supremo Tribunal Federal, em 2006, Regivaldo Galvão apresentou documentação falsificada. Basta verificar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Apelar é direito do condenado. Mas, não consegue, uma vez mais,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;apresentar um fato verdadeiro para sustentar sua inocência ou sua distância como comandante do crime. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A decisão de condenação em 2010 foi um momento corajoso dos cidadãos paraenses,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;jurados. Um compromisso com o Pará que tem lei e direito à verdade, à paz e a Justiça. É com este espírito que os familiares e a congregação de Dorothy Stang aguardam a decisão de amanhã.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Belém do Pará, 29 de agosto de 2011.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:200%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:200%"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:200%" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:200%"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center" align="center"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3545146473561252591?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3545146473561252591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3545146473561252591&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3545146473561252591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3545146473561252591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/nota-sobre-o-julgamento-do-recurso-do.html' title='Nota sobre o julgamento do Recurso do Regivaldo Taradão mandante do assassinato da Dorothy Stang'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-6415722739094835814</id><published>2011-08-29T11:55:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T11:55:50.727-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="noticia-header"&gt;       &lt;div class="w652 fl"&gt;           &lt;h2&gt;Paulo Vannuchi: 'Não se pode tolerar a ideia de impunidade'&lt;/h2&gt;&lt;h3&gt;Ao iG, ex-ministro de Direitos Humanos diz que Forças Armadas não concluíram totalmente a transição para o regime democrático&lt;/h3&gt;&lt;div class="barra-superior nobdb"&gt;                              &lt;strong&gt;Ricardo Galhardo, iG São Paulo                     &lt;/strong&gt; | &lt;cite&gt;28/08/2011&amp;nbsp;&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="conteudo"&gt;&lt;div class="bot"&gt;&lt;div class="E33212_novo w652"&gt;&lt;div class="barra-atalhos nomgt w652" id="botoes"&gt;           &lt;div class="botoes"&gt;             &lt;span class="aumentarTxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;div class="botoes"&gt;             &lt;span class="aumentarTxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;div class="botoes"&gt;             &lt;span class="aumentarTxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: none;"&gt;     &lt;div class="noticias-lb" id="boxEmail"&gt;                           &lt;div class="titulo"&gt; 			&lt;strong&gt;enviar por e-mail&lt;/strong&gt; 			         &lt;/div&gt;&lt;div class="cont"&gt; 			&lt;big class="tNoti"&gt;Paulo Vannuchi: 'Não se pode tolerar a ideia de impunidade'&lt;/big&gt; 			&lt;small class="oNoti"&gt;Ao iG, ex-ministro de Direitos Humanos diz que Forças Armadas não concluíram totalmente a transição para o regime democrático&lt;/small&gt; 			 			&lt;form id="formResponderE" method="post"&gt;                  &lt;input name="titulo" type="hidden" value="tituloteste" /&gt; 				&lt;div&gt;     				&lt;label for="campoNome"&gt;Seu nome &lt;span&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/label&gt;                     &lt;input id="campoNome" name="seuNome" type="text" /&gt;                 &lt;/div&gt;&lt;div class="nomgr"&gt; 					&lt;label for="campoEmail"&gt;Seu e-mail &lt;span&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/label&gt; 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				&lt;small class="oNoti"&gt;Ao iG, ex-ministro de Direitos Humanos diz que Forças Armadas não concluíram totalmente a transição para o regime democrático&lt;/small&gt;      				&lt;form action="" id="formResponder1" method="post"&gt;                     &lt;input name="titulo" type="hidden" value="tituloteste" /&gt;                          	    			&lt;div&gt; 						&lt;label for="campoNome"&gt;Seu nome&lt;span&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/label&gt; 						&lt;input id="seuNome" name="seuNome" type="text" /&gt; 					&lt;/div&gt;&lt;div class="nomgr"&gt; 						&lt;label for="campoEmail"&gt;Seu e-mail&lt;span&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/label&gt; 						&lt;input id="seuEmail" name="seuEmail" type="text" /&gt; 					&lt;/div&gt;&lt;label for="campoMsg"&gt;Mensagem&lt;/label&gt; 					&lt;textarea name="mensagem"&gt;&lt;/textarea&gt; 					&lt;input class="botao" type="submit" value="Enviar" /&gt;                  &lt;/form&gt;&lt;span class="obrigatorio"&gt;* campos obrigatórios&lt;/span&gt; 				&lt;br class="clear" /&gt;             &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="noticia" id="noticia"&gt;                                                         A resistência a ações como a abertura dos arquivos  secretos, a criação da Comissão da Verdade e, principalmente, a  reinterpretação da Lei da Anistia mostra que as Forças Armadas  brasileiras ainda não completaram o ciclo transição da ditadura militar  (1964-185) para o regime democrático. A opinião é do ex-ministro da  Secretaria Nacional dos Direitos Humanos Paulo Vannuchi.&lt;br /&gt;Segundo ele, um setor minoritário das Forças Armadas ainda vive o  clima da Guerra Fria, que acabou com a queda do muro de Berlim. “O que é  o comunismo hoje no Brasil? O comunismo no Brasil hoje é o ministro do  Esporte, Orlando Silva, que cuida centralmente da Copa do Mundo e das  Olimpíadas, e o deputado Aldo Rebelo que acaba de ser o relator de um  Código Florestal que foi amplamente aplaudido pelos ruralistas”, disse o  ex-ministro.&lt;br /&gt;Na última quinta-feira Vannuchi, ele próprio ex-preso político torturado, recebeu o &lt;strong&gt;iG &lt;/strong&gt;para uma conversa no Instituto &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/lula"&gt;Luiz Inácio Lula da Silva&lt;/a&gt;,  no bairro do Ipiranga, na capital paulista, onde trabalha como assessor  do ex-presidente. Confira os principais trechos da entrevista:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;iG - Quais são as marcas visíveis da Lei da Anistia ainda hoje na democracia brasileira?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paulo Vannuchi – Ao não fazer o exame você está gerando um problema  muito maior do que a questão da memória e da violência em si. Estou  falando da dificuldade que as Forças Armadas brasileiras manifestam no  sentido de completar o ciclo de republicanização, a compreensão ampla de  que o poder é civil e é bom que seja assim e que não se pode conceber  nunca mais a ideia de depor um presidente da República pelos tanques. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="width: 652px;"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/5k/9l/tf/5k9ltf64yaylvp71g72xzg18f.jpg" /&gt; 		&lt;div class="credito"&gt; 			&lt;cite&gt;Foto: Futurapress&lt;/cite&gt; 		&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;Desde a decisão a favor da Lei da Anistia, STF não passou por renovação, afirma ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;iG – Este ciclo ainda não foi totalmente completado pelos militares?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Paulo Vannuchi – Frize bem a palavra totalmente para não  parecer que estou generalizando. As Forças Armadas hoje têm um grande  contingente que fez a transição. Este contingente é muito bem  representado pelos três comandantes das armas.  Mas ainda existem  situações como no último 31 de março, quando a presidenta Dilma teve que  determinar para que não houvesse comemorações do golpe de 1964. No  Brasil ainda existe um temor exagerado, errado.  A Guerra Fria acabou. O  que é o comunismo hoje no Brasil? O comunismo no Brasil hoje é o  ministro do Esporte, Orlando Silva, que cuida centralmente da Copa do  Mundo e das Olimpíadas e o deputado Aldo Rebelo que acaba de ser o  relator de um Código Florestal que foi amplamente aplaudido pelos  ruralistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;iG – O pensamento desta minoria militar tem ressonância na sociedade?&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Falo do que aconteceu na campanha presidencial do ano passado quando Dilma foi acusada de ser terrorista.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Paulo Vannuchi – Ressonância tem. O problema grave é a  dificuldade de mensurar. Se eu quero saber o que pensa o Judiciário  brasileiro, faço uma pesquisa com os juízes. Mas ninguém faz isso com as  Forças Armadas porque o código de disciplina não permite. Quanto ao  impacto eleitoral em 2010, o João Santana definiu muito bem ao dizer que  nós erramos ao demorar para entender o que estava acontecendo, mas  deixa claro que quando o &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/joseserra"&gt;José Serra&lt;/a&gt;  foi para a linha do aborto perdeu completamente a chance de ganhar a  eleição. Existe ressonância, mas a democracia brasileira hoje se move  por consensos que movimentam 60%, 70% da população. Hoje compomos uma  ampla maioria que pensa na linha de dizer não à homofobia, não ao  racismo, pela defesa dos direitos da mulher etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;iG - A impunidade foi o preço que o País teve que pagar pela volta da democracia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paulo Vannuchi – Uma definição que tem origem na Europa mas que a  Marilena Chauí formula diz que a democracia é a renovação permanente da  política. A gente não fala de democracia como algo estático, que passou.  O argumento sobre a impunidade foi muito usado no período de 1979. Na  época a sensatez política dizia que o mais importante era a volta da  democracia. Agora o mundo evoluiu, a democracia, o direito mundial  evoluíram. Por isso é necessário reexaminar os processos históricos com  vistas para o futuro. No caso da Líbia, agora, vamos ouvir falar em  tribunais internacionais. Certamente os acusados vão alegar que agiram  sob o amparo das leis líbias. Acontece que Nuremberg derrubou isso. A  Alemanha não tinha o direito de ter aquelas leis porque acima da  legislação alemã há o direito internacional. Todo o debate que há no  Brasil hoje sobre a Lei da Anistia é este. O que menos importa hoje é o  que Petrônio Portela e João Baptista Figueiredo pensavam em 1979. O que  importa é que há um diploma internacional ao qual o Brasil aderiu, a  Convenção dos Direitos Humanos da OEA, que já tem jurisprudência na  Corte da OEA de não aceitar leis de anistia auto-concedidas enquanto não  havia democracia.&lt;br /&gt;&lt;div style="float: left; margin: 0pt 20px 20px 0pt; width: 316px;"&gt;&lt;strong style="color: #e6e6e6; display: block; float: left; font: bold 125px/95px Arial; margin-left: -8px; width: 56px;"&gt;“&lt;/strong&gt; &lt;div style="color: #333333; float: right; font: bold 18px Arial; width: 260px;"&gt;É  preciso que haja luz sobre os fatos ocorridos, arquivos, nomes, datas  etc. Temos de dar um futuro a este passado. A Comissão da Verdade está à  mão.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;iG – Ainda existe possibilidade de punição aos torturadores e assassinos da ditadura militar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paulo Vannuchi – A discussão sobre qual tipo de punição é necessária ou  cabível envolve muitos aspectos. O que não se pode tolerar é a ideia de  impunidade. O Supremo Tribunal Federal acaba de decidir que não cabe  punição penal. E tem a decisão da OEA que mais dia menos dia terá que  ser apreciada pelo Supremo. Não existe reconciliação com torturados que  nem ao menos reconhece que houve tortura, como o Ustra (&lt;em&gt;coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, comandante do DOI-Codi&lt;/em&gt;).  Isso é de um cinismo intolerável que rompe com a honra militar. O  código de honra do Exército foi rompido por um oficial de alta patente  que diz que não houve tortura. Ele está mentindo descaradamente. Nisso o  Bolsonaro merece louvor por ter admitido que houve tortura. Isso é ruim  para as Forças Armadas, principalmente virando a 5ª economia do mundo.  Sou daqueles que consideram o perdão uma atitude positiva. Mas para isso  é preciso que haja luz sobre os fatos ocorridos, arquivos, nomes, datas  etc. Temos de dar um futuro a este passado. A Comissão da Verdade está à  mão. Em dois anos ela pode apresentar um relatório que desfará todas as  brumas ideológicas. Ela não vai dizer que houve uma guerra entre anjos e  demônios. Este relatório pode balizar a Justiça. O mais importante é a  quebra da impunidade. Para mim não é necessário que as pessoas sejam  enviadas para a cadeia, mas se isso acontecer não vou ficar triste.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;iG – O senhor tem esperança que o STF reavalie a decisão?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paulo Vannuchi – A curto prazo, menos. Desde a decisão a favor da Lei da  Anistia o STF ainda não passou por um processo de renovação. O ministro  Joaquim Barbosa não votou. Haverá a presidência de Carlos Ayres Brito  que foi um dos votos discordantes. O ministro Luiz Fux também não  estava. Será um retrocesso enorme para o Brasil dizer que simplesmente  vai ignorar a decisão da OEA. Com a Comissão da Verdade um relatório  pode gerar um consenso amplo no Brasil de que é muito danoso deixar tudo  como está.  O que pode ser construído é o com base no relatório da  Comissão da Verdade o Ministério Público instaurar um procedimento   optando por uma ação civil cuja punição pode ser uma ação declaratória.  Os familiares e vítimas ficarão legitimamente insatisfeitos. Só que mais  importante do que a dose é ficar impune. Havendo uma declaração na  Justiça que a seguinte lista de militares,policiais etc. são  responsáveis por práticas de tortura individualizadas caso a caso, já  significa muito. Não vai ter conseqüências práticas mas fica na  história, vai para os livros de direito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="pub-IslandNoticia" style="display: block;"&gt; 											&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-6415722739094835814?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/6415722739094835814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=6415722739094835814&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6415722739094835814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6415722739094835814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/paulo-vannuchi-nao-se-pode-tolerar.html' title=''/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3681250526660722066</id><published>2011-08-29T11:45:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T11:45:51.037-03:00</updated><title type='text'>Campanha Nacional do Desarmamento recolhe 17,6 mil armas de fogo</title><content type='html'>&lt;h1 class="contentheading clearfix"&gt; 		&lt;a class="contentpagetitle" href="http://www.macroabc.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=8186:campanha-nacional-do-desarmamento-recolhe-176-mil-armas-de-fogo-&amp;amp;catid=88:cultura-&amp;amp;Itemid=398"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; 	&lt;/h1&gt;&lt;div class="article-tools clearfix"&gt;&lt;br /&gt;&lt;dl class="article-info clearfix"&gt;&lt;dd class="create"&gt; 						Seg, 29 de Agosto de 2011 11:27		&lt;/dd&gt;&lt;dd class="createdby"&gt; 			Gisele Leonardi		&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Lançada em 6 de maio deste ano, a Campanha Nacional do  Desarmamento –Tire uma arma do futuro do Brasil já recolheu 17,6 mil  armas de fogo e cadastrou mais de 1,4 mil postos de coleta por todo o  país.    &lt;br /&gt;&lt;img border="0" src="http://www.macroabc.com.br/images/stories/demo/hot_news/desarmamento_ag.jpg" style="float: left; margin: 10px;" width="330" /&gt;Os  revólveres foram os mais comuns – cerca de 10 mil -, especialmente os  de calibre 38. Também foram entregues 2.132 espingardas e 1.728  pistolas, além de 53 fuzis. São Paulo é o estado que lidera a lista com  4.906 armas, seguido pelo Rio de Janeiro (2.457) e Rio Grande do Sul  (2.362).&lt;br /&gt;A Campanha Nacional do Desarmamento busca retirar o maior número  possível de armas em circulação, além de promover a cultura de paz.  Segundo o Ministério da Justiça (MJ), reduzir o número de cidadãos  armados é um dos caminhos para a diminuição da violência. Foi assim em  2004 e 2005, quando 500 mil unidades foram recolhidas e o número de  mortes por armas de fogo caiu 11%, de acordo com o Mapa da Violência  2011 – MJ/Instituto Sangari. Os dados ajudam a esclarecer a relação  entre armas nas mãos de cidadãos comuns e criminalidade. De acordo com  informações da Polícia Federal, 80% das armas apreendidas com criminosos  são de fabricação nacional, sendo que na maioria das vezes têm origem  legal e, posteriormente, são desviadas para o crime.&lt;br /&gt;A campanha tem ganhado apoio de várias esferas da sociedade. Além da  adesão de governos estaduais à campanha nacional (18 estados brasileiros  e o Distrito Federal são já são parceiros), entidades da&amp;nbsp;sociedade  civil, parlamentares e artistas estão deixando suas mensagens na rede.&lt;br /&gt;Fonte: Blog do Planalto&lt;br /&gt;Foto: Isaac Amorim/Ministério da Justiça &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3681250526660722066?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3681250526660722066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3681250526660722066&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3681250526660722066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3681250526660722066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/campanha-nacional-do-desarmamento.html' title='Campanha Nacional do Desarmamento recolhe 17,6 mil armas de fogo'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-4586688085753206352</id><published>2011-08-17T08:33:00.001-03:00</published><updated>2011-08-17T08:33:45.277-03:00</updated><title type='text'>Senado aprovou PL que dará prioridade a testemunhas protegidas</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;PL acrescenta o art. 19-A à Lei nº 9.807/99, que estabelece normas para a  organização e manutenção de programas especiais de proteção a vítimas e a  testemunhas ameaçadas, institui o Programa Federal de Assistência a  Vítimas testemunhas ameaçadas e dispõe sobre a proteção de acusados ou  condenados que tenham voluntariamente prestado efetiva colaboração à  investigação policial e ao processo criminal, para estabelecer  prioridade ao inquérito e ao processo criminal em que figure indiciado,  acusado, vítima ou réu colaboradores, vítima ou testemunha protegidas  pelos programas de proteção e estabelecer que qualquer que seja o rito  processual criminal, o juiz, após a citação, tomará antecipadamente o  depoimento das pessoas incluídas nos programas de proteção&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-4586688085753206352?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/4586688085753206352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=4586688085753206352&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4586688085753206352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4586688085753206352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/senado-aprovou-pl-que-dara-prioridade.html' title='Senado aprovou PL que dará prioridade a testemunhas protegidas'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2538255878633441893</id><published>2011-08-12T19:41:00.001-03:00</published><updated>2011-08-12T19:41:27.872-03:00</updated><title type='text'>NOTA DA SDH/PR SOBRE A MORTE DA JUIZA DE DIREITO PATRICIA ACIOLI</title><content type='html'>&lt;h1 class="documentFirstHeading"&gt;&lt;br&gt; &lt;/h1&gt;                     &lt;p style="font-family: georgia,serif;" class="documentDescription"&gt;             &lt;font size="2"&gt;&lt;span&gt;Data&lt;/span&gt;: &lt;span&gt;12/08/2011&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;         &lt;/p&gt;                                        &lt;div class="plain"&gt;             &lt;p style="font-family: georgia,serif;"&gt;      &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.45pt; text-align: center; font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;strong&gt;PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA&lt;br&gt;SECRETARIA  DE DIREITOS HUMANOS&lt;br&gt;CONSELHO DE DEFESA DOS DIREITOS DA PESSOA HUMANA  &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.45pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;" lang="PT"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;NOTA PÚBLICA SOBRE A MORTE DA JUIZA DE DIREITO PATRICIA  ACIOLI&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt; A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da  República e o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH)  se sensibilizam com a morte da juiza de direito Patrícia Acioli,  assassinada na madrugada desta sexta-feira (12), na porta de casa em  Niterói, Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;A juiza Patrícia Acioli  foi um exemplo  do cumprimento do papel do Poder Judiciário na defesa de direitos e teve  sua trajetória profissional pautada pelo enfrentamento ao crime  organizado no país. Segundo informações da polícia, a juiza, que  trabalhava na quarta vara criminal de São Gonçalo, estava em uma lista  de 12 pessoas marcadas para morrer. Nos últimos dez anos, ela foi  responsável pela prisão de cerca de 60 policiais ligados a milícias e a  grupos de extermínio na região.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;Esse crime não intimidará a  atuação do Estado brasileiro e de toda a sociedade no combate ao crime  organizado no país. Trata-se de uma afronta ao Estado Democrático de  Direito e mais um ataque a defensores de Direitos Humanos no Brasil. O  Governo Federal e o CDDPH não medirão esforços para fazer cessar  práticas desumanas de execução sumária daqueles que se dedicam à defesa  dos Direitos Humanos e zelará para que situações como esta sejam  investigadas de forma célere e efetiva.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;O Conselho de Defesa dos  Direitos da Pessoa Humana está acompanhando as últimas homenagens,  através da conselheira Dra. Ivana Farina Navarrete Pena, procuradora de  Justiça do Estado de Goiás, e se solidariza com os familiares e amigos  da vítima.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;Brasília, 12 de agosto de 2011.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;  &lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;Maria  do Rosário Nunes&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direitos  Humanos da Presidência da República&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: georgia,serif;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia,serif;"&gt;Presidenta do Conselho de Defesa  dos Direitos da Pessoa Humana&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;" lang="PT"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;         &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2538255878633441893?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2538255878633441893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2538255878633441893&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2538255878633441893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2538255878633441893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/nota-da-sdhpr-sobre-morte-da-juiza-de.html' title='NOTA DA SDH/PR SOBRE A MORTE DA JUIZA DE DIREITO PATRICIA ACIOLI'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-1275803663154361167</id><published>2011-08-12T19:24:00.001-03:00</published><updated>2011-08-12T19:24:34.679-03:00</updated><title type='text'>TJ-PE cria Comissão para proteger juízes</title><content type='html'>&lt;p class="twoWords"&gt;Segurança institucional&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;TJ-PE cria Comissão  para proteger juízes&lt;/h2&gt;&lt;div class="wysiwyg"&gt;&lt;p&gt;Com o objetivo de  estabelecer políticas institucionais para a garantia da segurança física  dos membros da magistratura do estado, o Tribunal de Justiça de  Pernambuco constituiu uma Comissão de Segurança Institucional do  Judiciário. Formado por dois desembargadores, três juízes e um assessor  Policial Militar e Civil do TJ-PE, o grupo tem entre suas metas a  elaboração de um plano de proteção e assistência dos juízes em situação  de risco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A primeira reunião da comissão aconteceu na última  segunda-feira (8/8). Durante o encontro, que passará a acontecer  periodicamente às sextas-feiras, os integrantes tomaram ciência da  estrutura da Assessoria Policial Militar e Civil do TJ-PE e de outros  fatores ligados à segurança dos magistrados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o presidente  da comissão, desembargador Gustavo Lima, foram abordados pontos como a  proteção de juízes e desembargadores e a segurança nos fóruns.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Resolvemos  contar com os magistrados para a elaboração do plano. Por isso,  enviamos circulares pedindo sugestões. Queremos conhecer cada caso  específico, assim poderemos traças estratégias que atendam a todos",  explicou. Também integram o grupo o desembargador Fausto Campos, os  juízes Alfredo Hermes Barbosa de Aguiar Neto, Saulo Fabianne de Melo  Ferreira e Fernando Menezes da Silva, além do coronel Sebastião Gondim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  comissão foi criada por meio da Resolução da Corte Especial do TJ-PE  306, de maio de 2011, e constituída por meio da Portaria da Presidência  31, de julho deste ano. Os documentos levam em conta a Resolução 104, do  Conselho Nacional de Justiça, que orienta os tribunais a instituírem  comissões de segurança para a elaboração de planos de assistência a  juízes em situação de risco. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de  Imprensa do TJ-PE.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="signature"&gt;Revista &lt;strong&gt;Consultor  Jurídico&lt;/strong&gt;, 12 de agosto de 2011&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-1275803663154361167?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/1275803663154361167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=1275803663154361167&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/1275803663154361167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/1275803663154361167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/tj-pe-cria-comissao-para-proteger.html' title='TJ-PE cria Comissão para proteger juízes'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2115226179396139004</id><published>2011-08-12T12:00:00.000-03:00</published><updated>2011-08-12T12:01:07.886-03:00</updated><title type='text'>Justiça garante permanência dos Guarani Kaiowá em Kurussu Ambá</title><content type='html'>&lt;font size="4"&gt;&lt;strong style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Justiça garante permanência dos Guarani Kaiowá em Kurussu Ambá&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;       &lt;table class="tablerow" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;         &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;            &lt;td&gt;&lt;img src="http://www.cimi.org.br/imagens/spacer.gif" width="5" height="10"&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;            &lt;td class="texto11preto"&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Decisão unânime foi  tomada pela 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Por Cleymenne Cerqueira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;A 1ª Turma do Tribunal  Regional Federal da 3ª Região (TRF3), em São Paulo, garantiu, em decisão  unânime, a permanência dos indígenas Guarani Kaiowá de Kurusu Ambá em um  pequeno pedaço de sua terra tradicional, retomado em 24 novembro de  2009. O território de Kurusu Ambá tem cerca de 2,2 mil hectares e está  em estudo pela Funai. Localiza-se no município de Coronel Sapucaia, na  divisa de Mato Grosso do Sul com Capitão Bado, no Paraguai, a 383 km de Campo  Grande.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;No local, também  conhecido como aldeia Cruz Sagrada, vivem 70 famílias – cerca de 200  pessoas -, inclusive crianças com idades entre zero a oito anos. A  comunidade foi incluída no Programa de Proteção a Defensores de Direitos  Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República  no início deste ano. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Para Eliseu Lopes,  professor e liderança da comunidade, a decisão significa uma vitória. É  favorável não só à comunidade de Kurussu Ambá, mas aos Guarani e demais  indígenas do MS, bem como para o movimento indígena em nível nacional.  "Estávamos preocupados com o que poderia acontecer, pois não temos para  onde ir, mas agora nossa comunidade está em festa, comemorando a  permanência em nossa terra. A gente espera que a decisão favoreça outras  comunidades e acelere a demarcação das terras Guarani Kaiowá no Mato  Grosso do Sul", disse.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Michael Mary Nolan,  assessora jurídica do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), endossa  as palavras de Eliseu. De acordo com ela, o posicionamento é muito  importante, pois começa uma jurisprudência diferente dizendo que os  indígenas podem continuar na área. "A decisão é favorável ao movimento  indígena como um todo porque reconhece o direito à terra tradicional e  avaliza a luta dos indígenas pela recuperação de seus territórios  tradicionais", declarou Nolan. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;A decisão, de acordo com  Eliseu, vem na contramão das que geralmente são tomadas em relação aos  indígenas do estado, quando na maioria das vezes estes são despejados de  seus &lt;i style=""&gt;tekohás&lt;/i&gt; (territórios sagrados). "Agora queremos  que essa decisão também seja tomada para outras comunidades, como as de  Laranjeira Ñanderu e Ita'í, que estão sob ameaça de despejo", afirmou.  Atualmente, mais de 30 comunidades indígenas do MS aguardam decisões  semelhantes. No próximo dia 16 de agosto, o TRF3 julgará dez Agravos de  Instrumento referentes a várias terras indígenas do estado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Os Guarani Kaiowá lutam  há mais de 30 anos pela posse de suas terras tradicionais. Nesse tempo  têm sido vítimas constantes de violência e de diversas violações de  direitos. Muitas comunidades – como as de Kurussu Ambá e Laranjeira  Ñanderu - vivem acampadas na beira de rodovias estaduais. Não têm acesso  a água potável, alimentação, escolas e atendimento médico. Diversas  lideranças já foram ameaçadas, seqüestradas, torturadas e assassinadas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Pelo terceiro ano  consecutivo, o estado do Mato Grosso do Sul lidera a lista de  assassinatos de indígenas no país. Somente em 2010, de acordo com o  Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, publicado  anualmente pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), foram 34  ocorrências das 60 registradas em todo o país. "Estamos sofrendo muita  violência aqui, principalmente pela questão da terra, não temos lugar,  espaço para viver. Muita matança, principalmente de lideranças e  professores por causa dessa luta", denunciou Eliseu. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;O mecanismo de retomar  seus territórios tradicionais é o único meio encontrado pelos indígenas  para sair das beiras de estrada ou sair do confinamento das poucas e  minúsculas terras já demarcadas para acelerar o processo de  identificação e demarcação das áreas. "A retomada sempre é feita pelos  Guarani Kaiowá porque há muitos anos esperamos que algo aconteça e  venhamos a ter nossas terras. Como está demorando e a demarcação das  terras não acontece, a comunidade está se organizando e lutando pelo seu  tekohá", disse a liderança. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Na luta pela demarcação  de suas terras, mais de 40 lideranças do povo Guarani Kaiowá já foram  assassinadas, e a lista não pára de aumentar. Os indígenas reivindicam a  demarcação de suas terras, pois acreditam que só quando tiverem acesso a  elas e, consequentemente, a melhores condições de vida, será possível  viver em paz. "Queremos que nossas terras sejam demarcadas para não  perdermos mais ninguém nessa luta. Nós não queremos mais isso, chega de  violência e mortes. Pacificamente nós queremos a demarcação", concluiu  Eliseu. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Nolan acredita que a  decisão ainda favoreça o desenrolar de vários processos criminais que  estão parados. "Sabendo que eles estão na terra, o próximo passo é fazer  andar os inquéritos e fazer parar a violência contra os indígenas". Ela  chama ainda a atenção das autoridades. "O que esperamos agora é que,  vendo a ação do TRF3, as autoridades dêem prosseguimento a esses  inquéritos policiais, bem como agilize os processos de demarcação das  terras indígenas no Mato Grosso do Sul", finalizou. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Entenda o caso &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;A terra indígena,  reconhecida pelos Guarani Kaiowá como Kurussu Ambá, é reivindicada desde  2007, quando em 5 de janeiro deste ano realizaram a primeira tentativa  de retomada da área. Na ocasião, durante ação violenta de ocupantes e  pistoleiros fortemente armados, foram expulsos do local. Durante a ação,  disparos de arma de fogo foram deflagrados contra os indígenas.  Diversos foram espancados. A indígena Xurite Lopes, 70 anos, &lt;i style=""&gt;nhandesi&lt;/i&gt;  (rezadora) e liderança histórica da comunidade, foi assassinada. Meses  depois, durante a segunda tentativa de voltar à sua terra, outra  liderança foi morta por pistoleiros, dessa vez Ortiz Lopes. Em maio de  2009, Osvaldo Lopes foi assassinado, quando a comunidade fazia a  terceira retomada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Entre idas e vindas da  área, a comunidade viveu acampada em barracos de lona, às margens da  Rodovia MS 284, na altura do km 18, entre a cidade de Coronel Sapucaia e  Amambaí. Ali, largados a toda sorte de necessidades, viveram em  condições precárias – isolamento, fome, frio, falta de atendimento  médico, ameaças e violências. Sequer acesso a água potável tiveram.  Crianças morreram vítimas de desnutrição e doenças facilmente tratáveis,  o que seria evitado caso ocupassem sua terra tradicional e tivessem  acesso à água, remédios e alimentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Em novembro de 2009, sob a  liderança de Eliseu Lopes, os indígenas retornaram pela 4ª vez ao  pequeno pedaço de sua terra tradicional, ocupando uma área localizada  nos limites da reserva legal onde incide a fazenda Maria Auxiliadora.  Lá, onde estão até hoje, é que lhes foi garantida a permanência pela  decisão do TRF3. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Reintegrações de posse&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;A senhora Delza do Amaral  Vargas ingressou com pedido de Reintegração de Posse contra os índios.  No dia 10 de março de 2010, a  juíza responsável pelo processo, doutora Lisa Taubemblatt, concedeu  liminar de reintegração de posse e determinou a saída imediata dos  Guarani Kaiowá da área ocupada. Decisão esta que foi suspensa pelo  desembargador Silvio Gemaque - autor do Agravo ora julgado  favoravelmente aos Guarani Kaiowá -, em 30 de abril de 2010. O despacho  de Gemaque permitiu aos indígenas a permanência na área por mais 90  dias, prazo prorrogado por mais 90 dias.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Após esse prazo o Recurso  de Agravo foi encaminhado para apreciação pela 1ª Turma do TRF3, a  cargo da desembargadora Silvia Rocha. Essa semana o Agravo foi julgado,  resultando na decisão unânime favorável à permanência dos indígenas na  área.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;            &lt;td&gt;&lt;img src="http://www.cimi.org.br/imagens/spacer.gif" width="5" height="5"&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;            &lt;td&gt; &lt;table class="tablesubheader" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top"&gt;                  &lt;td class="texto10preto" align="left"&gt;&lt;font color="#999999"&gt; Inserida                      por: Administrador&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td class="texto10preto" align="right"&gt;&lt;font color="#999999"&gt;fonte:                     &lt;a href="http://www.cimi.org.br/" target="_blank" class="texto10preto"&gt;Cimi&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2115226179396139004?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2115226179396139004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2115226179396139004&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2115226179396139004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2115226179396139004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/justica-garante-permanencia-dos-guarani.html' title='Justiça garante permanência dos Guarani Kaiowá em Kurussu Ambá'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3673656133693409293</id><published>2011-08-05T12:10:00.001-03:00</published><updated>2011-08-05T12:10:58.134-03:00</updated><title type='text'>Charles Carmo: Acordando sem o inimigo</title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;span class="tilt_5"&gt;Charles Carmo: Acordando sem o inimigo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; 	        &lt;p&gt;por &lt;strong&gt;Charles Carmo&lt;/strong&gt;, em&lt;strong&gt; &lt;a href="http://www.oreconcavo.com.br/"&gt;O Recôncavo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As declarações dos principais líderes oposicionistas do país, em  uníssono elogio ao ex-ministro Jobim, são provas irrefutáveis de que a  presidenta Dilma Rousseff fez o certo ao demiti-lo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A presidenta Dilma Rousseff demitiu Nelson Jobim e o substituiu por  Celso Amorim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que pensa a oposição sobre a troca?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Nelson Jobim valorizava o governo, tem conteúdo, prestígio e status  nacional", é o que disse o líder do PSDB no Senado Álvaro Dias a  respeito da demissão de Nelson Jobim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já para o senador Demóstenes Torres (DEM/GO), líder do DEM, a saída  de Jobim foi "uma péssima troca". Segundo o senador "Jobim foi o único  que conseguiu dar uma sistematização ao Ministério da Defesa. Acho que o  Celso Amorim vai ser um desastre. Ele é um fanático esquerdista e não  entende nada de Defesa. Com todo respeito aos diplomatas, mas a Defesa  não é lugar para diplomata", afirmou o senador, sem, entretanto,  explicar se o lugar é cativo dos juristas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por sua vez, o deputado Duarte Nogueira (PSDB/SP), líder do PSDB na  Câmara, afirmou que "Infelizmente, no lugar de demitir os diversos  auxiliares envolvidos em denúncias de corrupção e irregularidades – ou  fazê-lo a conta-gotas – a presidente Dilma abre mão de um ministro que  vinha realizando um bom trabalho".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O baiano ACM Neto, líder do DEM na Câmara, afirmou que "Jobim foi  expulso por ser competente e falar a verdade".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando um ministro passa a ser tão admirado pelos líderes da  oposição, é sinal de que passou da hora dele pegar o boné e ir pescar.  Como sabemos, a oposição nada tem de construtiva.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nelson Jobim foi desleal à presidenta e fazia o papel de  oposicionista, por isso tantos elogios de quem só quer ver a presidenta  pelas costas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As declarações dos principais líderes oposicionistas do país, em  uníssono elogio ao ex-ministro Nelson Jobim, são provas irrefutáveis de  que a presidenta Dilma Rousseff fez o certo ao demiti-lo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Jobim era a oposição dentro do governo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Agora, longe do ministério, o ex-ministro pode se dedicar, com mais  afinco e tempo, a tarefa que se dispôs: sabotar o governo.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3673656133693409293?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3673656133693409293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3673656133693409293&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3673656133693409293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3673656133693409293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/charles-carmo-acordando-sem-o-inimigo.html' title='Charles Carmo: Acordando sem o inimigo'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-737278618445409898</id><published>2011-08-05T11:44:00.001-03:00</published><updated>2011-08-05T11:44:35.854-03:00</updated><title type='text'>Anistia Internacional diz que crescimento econômico ameaça índios no Brasil</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; 	&lt;span class="assinaturaUltimas"&gt;&lt;strong class="textoBlack"&gt;Redação  do  &lt;a href="http://DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR"&gt;DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; 	&lt;br clear="all"&gt;05/08/2011 | 09h19 | &lt;/span&gt;  &lt;div class="compartilhamentoTopo"&gt; 	&lt;div class="TweetFacebook"&gt; 		&lt;div class="tweetmeme_button"&gt; 			&lt;div id="tweetMeme" style="float: left; margin-bottom: 5px; width: 102px;"&gt;  				 			&lt;/div&gt;  		&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;br clear="all"&gt;  &lt;p&gt;O relatório publicado nesta sexta-feira pela Anistia Internacional  alerta para o fato de o crescimento econômico do Brasil estar ameaçando a  sobrevivência dos índios, principalmente no estado do Mato Grosso do  Sul. A anistia também faz referência aos impactos causados pelo projeto  de construção da usina de Belo Monte, no Pará. Os representantes da  Anistia Internacional visitaram o Brasil em outubro do ano passado.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Em meio à expansão acelerada do agronegócio, os  Guarani-Kaiowá estão sofrendo violências e intimidações de pistoleiros  contratados por fazendeiros locais, enquanto são privados do direito  constitucional a suas terras ancestrais, em função dos obstáculos  jurídicos criados por um poderoso lobby ruralista&amp;quot;, afirma o relatório.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Segundo a Anistia Internacional, projetos de  infraestrutura como a construção de hidrelétricas, estradas e portos,  somados à expansão do agronegócio e das empresas de mineração, &amp;quot;são  acompanhados de despejos forçados e da perda de meios de subsistência,  bem como de ameaças e de ataques contra os manifestantes que questionam  esses projetos e contra defensores dos direitos humanos&amp;quot;. Como exemplo, o  relatório cita a perseguição aos pequenos agricultores que protestam  contra a perda de terras durante projeto de transposição do Rio São  Francisco, além dos índios.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O documento relata ainda dois exemplos de violência  contra os índios. O primeiro, de setembro de 2010, quando uma criança de  três anos morreu de diarreia na comunidade Kurusú Ambá, no Mato Grosso  do Sul, pois a Fundação&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Nacional da Saúde havia suspendido as visitas ao  local por considerá-lo perigoso.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O outro caso aconteceu um mês depois, em outubro, no  sul do estado da Bahia. Um líder Pataxó Hã-Hã-Hãe, José de Jesus Silva,  foi morto a tiros por um pistoleiro, quando tentava levar mantimentos a  um grupo de índios que ocupava suas terras de origem.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Da Agência O Globo&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-737278618445409898?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/737278618445409898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=737278618445409898&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/737278618445409898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/737278618445409898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/anistia-internacional-diz-que.html' title='Anistia Internacional diz que crescimento econômico ameaça índios no Brasil'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5414623006689885644</id><published>2011-08-04T12:07:00.001-03:00</published><updated>2011-08-04T12:07:55.073-03:00</updated><title type='text'>Polícia mata uma pessoa no Brasil a cada cinco horas</title><content type='html'>&lt;font size="6"&gt;&lt;span class="h1"&gt;Polícia mata uma pessoa no Brasil a cada cinco horas&lt;/span&gt;           				            &lt;/font&gt;&lt;br&gt;   &lt;span id="items_noticia" style="display: inline;"&gt;     &lt;p&gt;&lt;a class="yellowlight" href="mailto:"&gt;Renata Mariz&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;&lt;a class="yellowlight" href="mailto:"&gt;Alana Rizzo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;       &lt;span class="bluelight"&gt;Publicação:&lt;/span&gt; &lt;span&gt;25/07/2011 08:48&lt;/span&gt;       &lt;span class="bluelight"&gt;Atualização:&lt;/span&gt; &lt;span&gt;25/07/2011 08:51&lt;/span&gt;     &lt;/p&gt;   &lt;/span&gt;                  &lt;div id="abanoticia" style="display: block;"&gt;&lt;table class="image left"&gt;&lt;tbody&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/07/25/262535/20110725085110572397i.jpg" alt=" (Jadson Marques/Agência O Globo)" title=" (Jadson Marques/Agência O Globo)" border="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A cada cinco horas, uma pessoa é morta no Brasil  pela polícia. São 141 assassinatos por mês ou 1.693 ao ano. O dado,  resultado de cruzamento feito pelo Correio a partir das estatísticas de  mortalidade por força policial do Ministério da Saúde e das ocorrências  registradas nas secretarias de Segurança Pública do Rio de Janeiro e São  Paulo, refere-se a 2009. De 2010 para cá, a violência não cessou. Pelo  menos 1.791 pessoas já perderam a vida pelas mãos dos homens fardados.  Um deles foi Juan Morais, de 11 anos, executado em 20 de junho a tiros  de fuzil disparados por policiais militares na favela Danon, Nova  Iguaçu, conforme mostraram as investigações da Polícia Civil do Rio. Os  assassinatos cometidos pela polícia seguem a lógica da violência em  geral: 70% dos mortos são jovens de 15 a 29 anos. Entre os 5 e 14 anos, a  faixa etária de Juan, foram 28 mortos, de 2006 a 2009.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Não  fosse a pressão das entidades de direitos humanos, da Assembléia  Legislativa do Rio e da imprensa, Juan seria eternamente um  desaparecido, como tantos outros", afirma Sandra Carvalho, diretora da  Justiça Global, organização não governamental que faz pesquisas  nacionais sobre violência policial. Para ela, o caso do menino é  emblemático porque mostra artimanhas utilizadas pela polícia para matar  impunemente. "Uma é o chamado 'auto de resistência' ou 'mortes em  confronto', como as corporações costumam registrar todas as mortes  provocadas por eles. A outra maneira de acobertar parte das execuções é  exatamente ocultando o cadáver", diz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No ano passado, no Rio,  foram registradas 545 mortes por força policial, o maior número no país.  No ano anterior, foram 495 — 116 a menos que os 611 registrados em  2008. O número de desaparecidos naquele estado varia de 4,6 mil e 5,4  mil por ano. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública fluminense  ressaltou que, desde 2007, 947 policiais militares e civis foram  expulsos da corporação — a maior parte por crime de homicídio — e houve  queda de 22% nos autos de resistência. As autoridades de São Paulo, que  junto com o Rio respondem por praticamente 80% dos assassinatos  cometidos por policiais no Brasil que chegam aos registros oficiais,  informou que nos últimos dois anos 30 policiais civis foram punidos por  mortes em confronto. Já a PM paulista afirma que houve redução das  mortes em confronto. Em 2010, os óbitos representaram 17% do total de  intervenções, 6% a menos que no ano anterior.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Há dificuldade em  mapear as mortes. As únicas informações oficiais disponíveis no Brasil  são do Ministério da Saúde com base no Sistema de Informações sobre  Mortalidade (SIM). Divergem, no entanto, dos números da segurança  pública estadual e são prejudicadas por subnotificações. O Distrito  Federal, por exemplo, registrou apenas três mortes por intervenção letal  desde 2004. O número é o mesmo de Goiás, onde investigações da Polícia  Federal identificaram a ação de um grupo policial de extermínio no  estado. Em Minas Gerais, o SUS registra 24 mortos entre 2004 e 2009.  Porém, estudos da Secretaria de Defesa Social do estado mostram que,  somente em 2007, 74 pessoas foram mortas em conflitos com a polícia  mineira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Forças de paz&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Especialistas da área  de segurança pública sustentam que a violência policial no Brasil é  reflexo da ineficiência do processo de transição. "As forças policiais  têm uma missão insubstituível para o funcionamento do sistema  democrático", afirma Juan Faroppa, consultor da Corte Interamericana de  Direitos Humanos. Faroppa ressaltou a existência de policias militares  no Brasil como resquício do regime militar, ao contrário de outros  países. A letalidade da polícia brasileira também assusta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"É  preciso uma reforma transformando forças de segurança em forças de paz",  disse ele durante o Congresso Internacional de Justiça de Transição, em  Brasília, no início do mês. Ele destaca medidas como profissionalização  da polícia, independência da organização e despartidarização. "O  processo de desmilitarização tem de ter estrutura hierárquica, o sistema  disciplinar e os direitos humanos."&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O  levantamento feito pelo Correio Braziliense levou em consideração os  dados de óbitos por intervenção legal do Ministério da Saúde e os autos  de resistência das secretarias de segurança pública do Rio de Janeiro e  de São Paulo. Para evitar a duplicidade de mortos, foram excluídos os  registros do SUS dos dois estados.&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-5414623006689885644?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/5414623006689885644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=5414623006689885644&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5414623006689885644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5414623006689885644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/policia-mata-uma-pessoa-no-brasil-cada.html' title='Polícia mata uma pessoa no Brasil a cada cinco horas'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-4140286706201476680</id><published>2011-08-04T09:55:00.001-03:00</published><updated>2011-08-04T09:55:48.632-03:00</updated><title type='text'>Os cinco anos da lei antidrogas</title><content type='html'>&lt;div class="detail-date"&gt;03 de agosto de 2011, às 15h49min&lt;/div&gt;&lt;h1&gt;Os cinco anos da lei antidrogas&lt;/h1&gt;&lt;h2&gt;Entre 2006 e 2010 houve um aumento de 118% do número de presos por tráfico   &lt;/h2&gt;&lt;div class="detail-author"&gt;	&lt;div class="detail-right" style="margin: 0px;"&gt; 	 		&lt;div style="float: right; padding-right: 5px; padding-top: 4px;"&gt;Tamanho do texto:&lt;/div&gt;	 		 	&lt;/div&gt; &lt;div style="padding-top: 4px;"&gt;Por &lt;strong&gt;Antonio Gonçalves&lt;/strong&gt;, &lt;a href="http://www.administradores.com.br"&gt;www.administradores.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 20px;"&gt;&lt;div style="float: left; width: 115px;"&gt;  &lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="float: left; width: 115px;"&gt;&lt;span class="IN-widget" style="line-height: 1; vertical-align: baseline; display: inline-block; text-align: center;"&gt;&lt;span style="padding: 0pt ! important; margin: 0pt ! important; text-indent: 0pt ! important; display: inline-block ! important; vertical-align: baseline ! important; font-size: 1px ! important;"&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1312462132502_0"&gt;&lt;a id="li_ui_li_gen_1312462132502_0-link"&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1312462132502_0-logo"&gt;in&lt;/span&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1312462132502_0-title"&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1312462132502_0-mark"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="li_ui_li_gen_1312462132502_0-title-text"&gt;Share&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p&gt;Prestes a completar cinco anos, a lei antidrogas – 11.343/05,  criada  com o objetivo de aliviar o sistema carcerário brasileiro, concedendo   penas alternativas a usuários de drogas, causou efeito contrário. Entre  2006 e  2010 houve um aumento de 118% do número de presos por tráfico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tal  incremento da percentagem de presos se deve ao fato do artigo  28, que tipifica a  questão do usuário, ser silente no que toca o  procedimento para a caracterização  do uso pessoal das drogas, pois, ao  não prever a quantidade e/ou qualidade da  droga, o legislador  possibilitou uma análise completamente subjetiva por parte  do  judiciário.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Somado  a isso houve um aumento sensível na pena do traficante que  teve o mínimo elevado  para cinco anos, logo, para não ofertar o usuário  com uma transação penal, os  juízes optam por uma pena mais elevada ao  contrário do espírito da  lei.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O  resultado não poderia ser outro senão o aumento desenfreado de  presos com as  mais variadas quantidades e qualidades de drogas, em um  claro retrocesso  normativo. Agora, o usuário, ao invés de ter uma pena  mais branda é considerado  um traficante. A ponto do Congresso Nacional  desenvolver um projeto de lei para  a despenalização do pequeno  traficante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ora,  não é preciso criar tantos tipos penais para descriminalizar ou  criar meios  alternativos, basta que o legislador faça o trabalho  normativo de forma  adequada, isto é, crie o procedimento conjuntamente  com a norma, para, assim,  essas disparidades normativas não continuem a  ocorrer.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Lei  antidrogas completará cinco anos com um aumento de prisões,  com uma confusão  entre usuário e traficante e sem solucionar a questão  da quantificação para a  dosimetria de pena, o que denota dizer que a  lei não cumpriu o seu  papel.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É chegada a hora do legislador completar o serviço para  o bem da  própria sociedade e em conformidade com o espírito do projeto original.   O procedimento, ou melhor, o &amp;quot;manual de instruções&amp;quot; de uma lei, por  vezes é  muito mais importante do que a lei em si. Que o legislador não  se perca uma vez  mais nesta tarefa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Antonio Gonçalves&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;é advogado criminalista,  pós-graduado em  Direito Tributário (FGV) e Direito Penal Empresarial  (FGV). Especialista em  Direito Penal Internacional e o Combate ao  terrorismo - ISISC - Siracusa  (Itália) - órgão conveniado com a ONU; em  Direito Penal Empresarial Europeu pela  Universidade de Coimbra  (Portugal); membro da Association Internationale de  Droit Pénal - AIDP.  Pós-graduado em Direito Penal - Teoria dos Delitos  (Universidade de  Salamanca - Espanha). &lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-4140286706201476680?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/4140286706201476680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=4140286706201476680&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4140286706201476680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4140286706201476680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/os-cinco-anos-da-lei-antidrogas.html' title='Os cinco anos da lei antidrogas'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2434652942732400235</id><published>2011-08-01T12:58:00.001-03:00</published><updated>2011-08-01T12:58:37.943-03:00</updated><title type='text'>Nasce o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos do Rio de Janeiro</title><content type='html'>&lt;table style="width: 100%; border-collapse: collapse;" class="MsoNormalTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="height: 72pt; color: rgb(51, 51, 255);" height="96"&gt; &lt;td style="border-width: medium medium 1pt; border-style: none none solid; border-color: -moz-use-text-color -moz-use-text-color rgb(79, 129, 189); padding: 0cm 5.4pt; width: 100%; height: 72pt;" width="100%" height="96"&gt;   &lt;p style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Cambria" size="6"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 26pt; font-weight: bold;"&gt;Nasce o  Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos do Rio de  Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr style="height: 36pt;" height="48"&gt; &lt;td style="border: medium none; padding: 0cm 5.4pt; width: 100%; height: 36pt;" width="100%" height="48"&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="1"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 8pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 10.5pt;"&gt;Em  Assembléia das Organizações da Sociedade Civil ocorrida no dia &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;29 de julho de 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, na Secretaria de  Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, foram escolhidas as 18  organizações da sociedade civil que comporão o Conselho Estadual de Defesa dos  Direitos Humanos do Rio de Janeiro. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="1"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 4pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 10.5pt;"&gt;O  &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Instituto de Cultura e Consciência Negra  Nelson Mandela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; e a &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fundação Centro  de Defesa dos Direitos Humanos Bento Rubião&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; foram as organizações  mais votadas, com 33 votos, seguidas do &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Movimento de Mulheres em São Gonçalo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, que  obteve 32 votos. O &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Instituto de Defensores de  Direitos Humanos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, a &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Humanitas  Direitos Humanos e Cidadania&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, a &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rede de Comunidades e Movimentos contra a  Violência&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Movimento Popular de  Favelas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; obtiveram 29 votos. Com 27 votos, o &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Instituto de Estudos da Religião (ISER)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, o  &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Viva Rio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Espaço Democrático de União, Convivência, Aprendizagem  e Prevenção&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; também foram eleitos. O &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas  (IBASE)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Movimento Mães da  Cinelândia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; foram eleitos com 25 votos, seguidos do &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Observatório de Favelas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, com 24 votos.  Dentre as organizações acadêmicas, foram eleitos o &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Programa de Estudos da América Latina e Caribe  (PROEALC)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Laboratório de  Análise da Violência – UERJ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, com 45 e 42 votos, respectivamente. O  &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conselho Regional de Psicologia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  (37 votos), o &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sindicato Estadual dos  Profissionais de Educação do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (34 votos) e o &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conselho Regional de Serviço Social&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (31  votos) foram eleitos na categoria entidade de classe ou  sindicato.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="1"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 4pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 10.5pt;"&gt;Além  das organizações da sociedade civil, o Conselho é integrado por representantes  da &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Secretaria de Estado de Assistência Social  e Direitos Humanos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;; da &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Secretaria  de Estado da Casa Civil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;; da &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Secretaria de Estado de Segurança Pública&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;;  da &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Secretaria de Estado de Administração  Penitenciária&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;; da &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Secretaria de  Estado de Saúde e Defesa Civil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;; da &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Secretaria de Estado de Educação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;; e da  &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Secretaria de Estado de Ambiente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.  Também integram o Conselho representantes do &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ministério Público do Estado do Rio de  Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;; da &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ordem dos Advogados do  Brasil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;; do &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tribunal de Justiça do  Estado do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;; da &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Defensoria Pública do Estado do Rio de  Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;; e da &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Comissão de Defesa  dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de  Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="1"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 4pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 10.5pt;"&gt;São  muitos os desafios que se apresentarão ao Conselho de Defesa dos Direitos  Humanos do Rio de Janeiro, dentre eles o debate e a aprovação do Plano Estadual  de Direitos Humanos e o enfrentamento das grandes questões de direitos humanos  que afetam a população do Estado, notadamente as decorrentes do (des)encontro  entre o desenvolvimento e os direitos dos menos favorecidos. Novas soluções para  velhas violações de direitos humanos no Estado precisarão também ser debatidas e  encaminhadas no âmbito do Conselho. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="1"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 4pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="msonospacing"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Cambria" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 10.5pt;"&gt;Trata-se de um acontecimento  histórico para o Estado do Rio de Janeiro, cuja população há muito esperava a  implantação do seu Conselho de Defesa dos Direitos Humanos. Institucionaliza-se  a participação popular na formulação e controle das políticas públicas de  direitos humanos, rumo à concretização de uma democracia participativa robusta.  Parabéns, portanto, a todos os que lutaram por tantos anos para tornar o  Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos do Rio de Janeiro uma  realidade!&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2434652942732400235?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2434652942732400235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2434652942732400235&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2434652942732400235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2434652942732400235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/nasce-o-conselho-estadual-de-defesa-dos.html' title='Nasce o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos do Rio de Janeiro'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3321547738046285040</id><published>2011-08-01T12:35:00.001-03:00</published><updated>2011-08-01T12:35:59.828-03:00</updated><title type='text'>Reserva de água da Amazônia brasileira vale US$ 1,9 quatrilhões‏</title><content type='html'>&lt;h2 class="entry-title"&gt;&lt;a class="entry-title-link" target="_blank" href="http://www.zedudu.com.br/?p=12839&amp;amp;utm_source=rss&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=reserva-de-gua-da-amaznia-brasileira-vale-us-19-quatrilhes"&gt;Reserva  de água da Amazônia brasileira vale US$ 1,9 quatrilhões‏&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="entry-author"&gt;&lt;span class="entry-source-title-parent"&gt;do &lt;a href="http://www.google.com.br/reader/view/feed/http%3A%2F%2Fwww.zedudu.com.br%2F%3Ffeed%3Drss2?hl=pt_BR" class="entry-source-title" target="_blank"&gt;Blog do Zé Dudu&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="entry-author-parent"&gt;de &lt;span class="entry-author-name"&gt;Zé Dudu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="entry-via"&gt;  &lt;a name="07431689365100004125" class="entry-author-attribution-link  friend-link" target="_blank" href="http://www.google.com.br/reader/view/user/07431689365100004125/state/com.google/broadcast?hl=pt_BR"&gt;&lt;br&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;Além disso, a  Amazônia tem reservas de petróleo, ferro, alumínio e manganês&lt;/h3&gt; &lt;p style="text-align: justify;" align="justify"&gt;&lt;img style="margin: 0px 15px 0px 0px; display: inline;" title="Rios da Amazônia" src="http://www.oimpacto.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Rios-da-amaz%C3%B4nia.jpg" alt="" align="left" width="377" height="238"&gt;Escondida sob a floresta  amazônica há uma riqueza de nada menos de US$ 1,9 quatrilhões. Esse é o  valor estimado para a reserva subterrânea que o país possui do mais  básico recurso necessário para a sobrevivência humana: a água. Além  disso, a Amazônia tem reservas de petróleo, ferro, alumínio e manganês  que valem, juntas, em torno de US$ 12 trilhões. E uma capacidade de  sequestrar carbono estimada em US$ 379 bilhões. Isso tudo, claro, se a  floresta permanecer de pé.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;" align="justify"&gt;É o que aponta um estudo  inédito do coordenador de sustentabilidade ambiental do Instituto de  Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Aroldo Mota. Tivemos acesso à  pesquisa, que será apresentada pela primeira vez hoje no Seminário da  Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais. De lá, o estudo  seguirá para a presidente Dilma Rousseff, que poderá usar os dados para  negociações internacionais sobre o valor da biodiversidade brasileira.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;" align="justify"&gt;A necessidade de se  calcular o valor dos serviços ecossistêmicos é uma tecla em que a  Organização das Nações Unidas (ONU) tem batido frequentemente. A  instituição possui, desde 2010, um projeto chamado Economia dos  Ecossistemas e Biodiversidade (TEEB, na sigla em inglês), liderado por  Pavan Sukhdev, que chefia a iniciativa "Economia Verde" do Programa da  ONU para o Meio Ambiente (PNUMA). E vários países têm estimadas suas  riquezas. Mas o Brasil ainda não tinha os cálculos. Por isso, o  economista e especialista em sustentabilidade José Aroldo Mota iniciou a  pesquisa no Ipea, que recebeu o nome de "Valoração dos Serviços  Ecossistêmicos", após um encontro com Pavan Sukhdev, que esteve no  Brasil no início do ano:  Temos que conhecer o valor das nossas  riquezas, até para poder falar de igual para igual em negociações  internacionais. O Brasil não conhece a riqueza econômica da floresta.  Quando o representante da ONU veio ao Brasil, esteve no Ministério do  Meio Ambiente, no Ipea, e comecei a calcular nossas estimativas, disse  José Aroldo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;" align="justify"&gt;Segundo o pesquisador,  havia estimativas, nas quais ele se baseava, de que a biodiversidade  brasileira valia em torno de US$ 4 trilhões. Mas, apenas levando em  conta dados do IBGE de que há, na Amazônia ,1.344. 201, 7 quilômetros  quadrados de aquíferos porosos (dado de junho de 2011), a riqueza já  atinge a casa dos quatrilhões. Trata-se de um potencial econômico que  ainda não pode ser medido em sua totalidade. Mas, tendo em vista os  dados levantados por Mota, já é possível afirmar que a floresta de pé  pode se tornar o principal ativo econômico do país, se for preservado.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;" align="justify"&gt;Isso vale também para as  espécies animais. Sozinha, uma arara azul vale US$ 60 mil no mercado  internacional oficial. Um mico leão dourado vale US$ 20 mil, uma  jaguatirica, US$ 10 mil (foto). E apenas um grama do veneno retirado da  aranha marrom para produzir medicamentos é estimado em US$ 24 mil. Mas,  enquanto não se ampliam estratégias de proteção para a biodiversidade,  todas essas espécimes são alvo da biopirataria internacional e do  tráfico ilegal de animais, que movimenta mais de US$ 1 bilhão por ano.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;" align="justify"&gt;Os números querem dizer:  não derrube a floresta. Isso não é inteligente. Se derrubar, lá se vão  alguns quatrilhões de dólares, somando a água, o estoque de carbono e  etc. Se não há árvores, a água não fica estocada no subsolo e o carbono  não é sequestrado. Perde-se muito a cada espécime retirado sem  precaução.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;" align="justify"&gt;O Razão Social teve  acesso aos números, que serão divulgados hoje. O pesquisador trabalhou  no cruzamento de dados oficiais de órgãos como IBGE, Ministério do  Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Departamento Nacional de  Produção Mineral e com valores negociados no mercado internacional de  carbono e água por m3. A pesquisa será disponibilizada na íntegra pelo  Ipea somente em meados de setembro.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Camila  Nobrega/Blog Razão Social/O Globo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3321547738046285040?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3321547738046285040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3321547738046285040&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3321547738046285040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3321547738046285040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/08/reserva-de-agua-da-amazonia-brasileira.html' title='Reserva de água da Amazônia brasileira vale US$ 1,9 quatrilhões‏'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2917843313412197110</id><published>2011-07-25T12:45:00.000-03:00</published><updated>2011-07-25T12:46:12.707-03:00</updated><title type='text'>“Prisão deve ficar para quem cometeu crimes violentos” - Entrevista com Pedro Abramovay</title><content type='html'>&lt;div id="principal"&gt; 				 				&lt;div class="meta"&gt; 					 					&lt;p class="tagline"&gt;Segurança&lt;/p&gt;                     &lt;h2&gt;"Prisão deve ficar para quem cometeu crimes  violentos"&lt;/h2&gt; 					&lt;p class="autor"&gt;Pedro  Venceslau (&lt;a href="mailto:pvenceslau@brasileconomico.com.br"&gt;pvenceslau@brasileconomico.com.br&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;                     &lt;p class="data"&gt;25/07/11 11:10&lt;/p&gt; 				&lt;/div&gt;                 &lt;div class="hr"&gt;&lt;hr&gt;&lt;/div&gt; 				 				&lt;div id="economico-box"&gt; 										&lt;div class="caption"&gt; 						&lt;img src="http://www.brasileconomico.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/PEDRO_ABRAMOVAY_Advogado_e_professor_FGV_Direito_be_01.jpg" alt=""Prisão deve ficar para quem cometeu crimes violentos""&gt; 						 					&lt;/div&gt; 										                     				&lt;/div&gt;  				 				 				&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Durante o governo Lula o advogado Pedro Abramovay era  visto como um prodígio. Com apenas 30 anos, ocupou o cargo de ministro  no período de transição entre os titulares da pasta.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; 				 				&lt;p&gt;A experiência rendeu-lhe o título de ministro mais jovem da  história do Brasil. Formado pela USP, Abramovay também foi Secretário  Nacional de Justiça e Secretário Nacional de Políticas Sobre Drogas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sua  passagem pelo governo foi interrompida de forma abrupta depois  que ele defendeu, em janeiro, o fim da prisão para pequenos traficantes  em uma entrevista. Sua posição teria irritado a presidente Dilma  Rousseff.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, descartou a  ideia defendida por seu subordinado,  de que o governo enviasse ao  Congresso um projeto para tornar padrão um entendimento do STF (Supremo  Tribunal Federal) que respalda o uso de penas alternativas para a lei de  drogas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Levando hoje &amp;quot;uma vida mais leve que nos últimos oito anos&amp;quot;,  Abramovay atualmente mora no Rio de Janeiro, onde leciona na FGV  Direito.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Embora evite criticar diretamente o governo e até elogie Dilma  Rousseff, ele desfraldou de vez a bandeira de tirar dos presídios os  usuários de drogas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O senhor assistiu ao documentário &amp;quot;Quebrando o tabu&amp;quot;, onde  FHC defende a descriminalização do uso de drogas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assisti sim. O grande mérito do filme é fazer o debate sobre as  drogas sem o preconceito que funciona como um véu nos olhos das pessoas.  A política sobre drogas no Brasil vem produzindo equívocos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde que entrou em vigor (há três anos) a lei que proibiu a  conversão da pena de prisão em pena alternativa nas condenações por  tráfico, houve um aumento de 62% na população carcerária ligada às  drogas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Acontece que não estão prendendo só os traficantes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os usuários de drogas, então, estão no meio dos criminosos   mais violentos...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A prisão deve ficar para quem realmente cometeu crimes violentos. É  preciso medidas que separem o joio do trigo.  Colocar uma pessoa na   prisão é fazer ela entrar em contato e ser cooptada pelo crime  organizado. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O usuário vai ficar estigmatizado e não vai conseguir emprego. Sua  única inserção social será oferecida pelo crime organizado. Pegar uma  pessoa que cometeu crimes leves e colocá-la na prisão é oferecer mão de  obra barata para o crime organizado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A  grande maioria das pessoas presas hoje como traficantes foi pega  com quantidades ínfimas.  O foco da política repressiva de drogas está  sendo enxugar gelo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O senhor deixou o governo Dilma devido as suas posições sobre  as drogas. Como avalia o episódio? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eu não falo sobre esse assunto porque isso tira o foco.  Sou  admirador do ministro (da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo) e da  presidenta (Dilma). Admiro o governo que eles estão fazendo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Então voltemos ao debate das drogas. A fronteira entre o  traficante e o usuário é muito tênue no Brasil. A mudança no Código de  Processo Penal vai contribuir para diminuir a população carcerária? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se você for analisar os casos das pessoas presas com drogas vai ver  que a maioria é gente que nunca cometeu outros crimes.  Estavam  sozinhos, com pequena quantidade, desarmados e não tinham antecedentes  criminais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Houve uma explosão de presos com esse perfil. A imagem de que estamos  afastando os bandidos perigosos da rua ao aumentar  a população  carcerária é equivocada. O novo Código de Processo Penal faz com que as  pessoas acusadas por crimes de até quatro anos e que podem ser trocados  por penas alternativas não podem ter prisão preventiva decretada&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O juiz tem que dar outro jeito, tipo monitoramento eletrônico, prisão  domiciliar, reter passaporte ou outras medias que não a prisão. O atual  modelo não está funcionando.  Precisam parar de colocar na cadeia as  mulheres que levam drogas na prisão para os maridos.  A população  carcerária brasileira é a maior da história. Pela primeira vez, droga é a  razão maior de aprisionamento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O acesso a defesa e aos tribunais é democrático no Brasil?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O sistema penal é seletivo. Ele escolhe de maneira clara quem vai se  preso. No caso de drogas isso é evidente. A pessoa que é presa com um  saquinho de cocaína na favela  é um traficante. Se for em uma região  rica, é usuário.  Além disso, a defensoria pública funciona bem em   alguns estados e em outros tem estrutura pequena.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde a defensoria funciona e onde não?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No Rio de Janeiro, por exemplo, a defensoria é antiga,  tem uma  quantidade boa de defensores o os salários são iguais aos do Ministério  Público. Já em São Paulo, o  salário  é o da base do Ministério Público.  No Paraná, defensoria ainda nem foi criado. Só agora abriram concurso. E  em Santa Catarina não existe.  Onde não há defensoria, a condição de  defesa é muito precária.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O crime organizado brasileiro é um risco para a Copa?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nunca tivemos problemas sérios com o crime organizado em grandes  eventos no Brasil. Não vejo isso com uma ameaça. Mas temos que estar  preparados e investir em tecnologia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O importante é que o controle do crime organizado não seja só nos  eventos. Só faz sentido receber a Copa se ela devolver ao povo  brasileiro a alegria de ir aos estádios e acabar com as brigas de  torcidas.&lt;/p&gt;				                                   &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2917843313412197110?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2917843313412197110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2917843313412197110&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2917843313412197110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2917843313412197110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/prisao-deve-ficar-para-quem-cometeu.html' title='“Prisão deve ficar para quem cometeu crimes violentos” - Entrevista com Pedro Abramovay'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-6761294688641862428</id><published>2011-07-25T11:28:00.000-03:00</published><updated>2011-07-25T11:29:07.913-03:00</updated><title type='text'>Ex-ministro defende punição contra violações da ditadura</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Ex-ministro defende punição contra violações  da ditadura&lt;/h1&gt; 			&lt;p class="editorial"&gt; 				&lt;span&gt; 					 					 					 					 						 						&lt;img src="http://www.parana-online.com.br/media/news/newsagency/image/14_t_w100h30.jpg?modified=012-160757" width="75" height="22"&gt; 					 				&lt;/span&gt; 				 			&lt;/p&gt; 		 		 		 		 		&lt;div id="article"&gt; 			&lt;p&gt;Para o ex-ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, o Brasil  vai ter que se defrontar com a necessidade de esclarecer e punir as  violações de direitos humanos ocorridas no período da ditadura militar.  Ele não acredita, porém, que se isso se dará por meio de rupturas e  condenações à prisão de pessoas envolvidas, como ocorreu em outros  países do continente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação de Vannuchi, em entrevista ao  jornal O Estado de S. Paulo, a ditadura foi derrotada por um leque amplo  de forças políticas, o que tem levado o País a conviver há mais de 20  anos com forças do passado. Trabalhando atualmente como assessor do  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Instituto da Cidadania, ele  também colabora com a presidente Dilma Rousseff nas negociações em torno  do projeto que cria a Comissão da Verdade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;O Brasil não tem a  alternativa de não mexer. As alternativas reais que existem são fazer  isso logo ou adiar para mais tarde. A segunda hipótese significaria o  prolongamento dessa mistura entre passado e presente que vivemos nos  governos de coalizão desde 1988&amp;quot;, disse.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Questionado como vê o  aumento da pressão para que o Brasil resolva problemas pendentes em  relação à ditadura, Vannuchi explica que se o Brasil fosse um país  estagnado, a pressão não estaria ocorrendo. &amp;quot;Mas, como o País está se  encontrando e como ninguém aposta que irá mal nesta década, surgem novos  desafios. Competidores vão trabalhar contra nos organismos  internacionais. O que tornará inevitável mexer na questão do acesso à  verdade. Não acredito, no entanto, que isso será feito com rupturas.  Ninguém vai bater na mesa e dizer: a partir de amanhã vamos ter comissão  da verdade! O Brasil muda, mas não dessa maneira&amp;quot;, avalia. As  informações são do jornal &lt;b&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt; 		&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-6761294688641862428?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/6761294688641862428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=6761294688641862428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6761294688641862428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6761294688641862428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/ex-ministro-defende-punicao-contra.html' title='Ex-ministro defende punição contra violações da ditadura'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3408065710546905497</id><published>2011-07-22T11:30:00.001-03:00</published><updated>2011-07-22T11:30:52.159-03:00</updated><title type='text'>Em 6 meses o Disque 100 (SDH/PR) recebeu 560 denúncias de agressões a homossexuais</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;font size="4"&gt;Em 6 meses o Disque 100 recebeu 560 denúncias  de agressões a homossexuais &lt;br clear="all"&gt;  	&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="assinaturaUltimas"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong class="textoBlack"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br clear="all"&gt;21/07/2011 | 13h21 | São Paulo &lt;/span&gt;  &lt;div class="compartilhamentoTopo"&gt; 	&lt;div class="TweetFacebook"&gt; 		&lt;div class="tweetmeme_button"&gt; 			&lt;div id="tweetMeme" style="float: left; margin-bottom: 5px; width: 102px;"&gt;  			&lt;/div&gt;  		&lt;/div&gt;&lt;br clear="all"&gt; 		&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="multimidia"&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;O caso de pai e filho que foram espancados ao serem vistos abraçados  durante uma feira agropecuária em São João da Boa Vista, interior de São  Paulo, revelou toda a ira de grupos homofóbicos espalhados pelo país. O  episódio, porém, está longe de ser raro. A brutalidade, exacerbada com a  mutilação da orelha do pai por um dos agressores, revela-se em  diferentes facetas nos registros do Disque Direitos Humanos, um serviço  do governo federal que, desde janeiro, passou a receber denúncias dessa  natureza. Nos seis primeiros meses de funcionamento, a central já  acumula 560 notificações feitas pela população homossexual — 20% de São  Paulo. Isso significa uma média de 3 queixas a cada dia, ou 95  mensalmente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao declarar que a Secretaria de Direitos Humanos recebe com muita  "preocupação" as notícias de violência contra homossexuais, a ministra  Maria do Rosário anunciou que vai convocar representantes das polícias  de todos os estados para discutir uma estratégia de enfrentamento dessa  violência. Em nota divulgada ontem, ela afirmou que "a situação é  urgente e merece toda a nossa atenção para a promoção de um ambiente de  paz e respeito à diversidade". Reforçou ainda a continuidade do Disque  Direitos Humanos, gerenciado por sua pasta, para receber as denúncias,  inclusive de telefone celular. Toni Reis, presidente da Associação  Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais,  também se manifestou contra a atuação das autoridades da cidade  paulista, que liberou o agressor confesso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para ele, dado o  desconhecimento da central de denúncias por parte da população, a  quantidade de registros feitos pelo Disque Direitos Humanos é elevada.  "Além de as pessoas não saberem do serviço, 560 denúncias é um número  alto e grave, se considerarmos que o problema incomodou muito o cidadão  para levá-lo a notificar o desrespeito", destaca Toni.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo  ele, os dados do serviço do governo federal representam apenas a "ponta  do iceberg". "Eu diria que, diante da realidade que vivemos no Brasil, o  número vai aumentar muito quando a central se tornar mais popular",  aposta Toni. O serviço vem sendo divulgado em marchas contra a homofobia  e eventos relacionados ao público.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Toni conta que as lideranças  do movimento gay angariam apoio no Congresso Nacional para ver aprovado o  projeto que criminaliza a homofobia. "Enquanto não houver algo claro, é  isso que vai ocorrer. As autoridades fingem que nada aconteceu, como no  caso de São Paulo, em que as vítimas não eram homossexuais, mas  apanharam porque foram confundidas".&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Denuncie&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Para  notificar casos de homofobia, disque 100&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Do Correio Braziliense&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3408065710546905497?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3408065710546905497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3408065710546905497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3408065710546905497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3408065710546905497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/em-6-meses-o-disque-100-sdhpr-recebeu.html' title='Em 6 meses o Disque 100 (SDH/PR) recebeu 560 denúncias de agressões a homossexuais'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-9137538128658828106</id><published>2011-07-22T11:10:00.002-03:00</published><updated>2011-07-22T11:17:48.209-03:00</updated><title type='text'>Provita e Defensores /RJ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-P8rPwb-0-Sc/TimGaOVBodI/AAAAAAAAEtI/3V68JqfDUAU/s1600/cabral-e-a-ministra-maria-do-rosario-nunes-na-cerimonia-de-assinatura-do.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" src="http://2.bp.blogspot.com/-P8rPwb-0-Sc/TimGaOVBodI/AAAAAAAAEtI/3V68JqfDUAU/s400/cabral-e-a-ministra-maria-do-rosario-nunes-na-cerimonia-de-assinatura-do.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br clear="all" /&gt;O &lt;a href="http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/07/21/rio-cria-programa-de-protecao-a-vitimas-e-testemunhas/#" onclick="Pal514598539hw.hwClqnaj(&amp;quot;governador&amp;quot;);return  false;" onmouseout="Pal514598539hw.hideMaybe(this, &amp;quot;governador&amp;quot;);  this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;;  this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;; " onmouseover="Pal514598539hw.hwShow(event,  this, &amp;quot;governador&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;;  this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" rel="nofollow" style="border-bottom: 1px dotted; color: #014a76; text-decoration: underline;"&gt;governador&lt;/a&gt;  do Rio, Sérgio Cabral, assinou na tarde do dia 21/07 o decreto que  institui o Conselho Deliberativo de Proteção a Vítimas e Testemunhas  Ameaçadas (Provita). Ele também anunciou a criação do Programa de  Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos (PPDDH).&lt;/span&gt;&lt;img alt="cabral-e-a-ministra-maria-do-rosario-nunes-na-cerimonia-de-assinatura-do.jpg" src="cid:ii_131522c6b9fe04b5" title="cabral-e-a-ministra-maria-do-rosario-nunes-na-cerimonia-de-assinatura-do.jpg" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-9137538128658828106?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/9137538128658828106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=9137538128658828106&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/9137538128658828106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/9137538128658828106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/provita-e-defensores-rj.html' title='Provita e Defensores /RJ'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-P8rPwb-0-Sc/TimGaOVBodI/AAAAAAAAEtI/3V68JqfDUAU/s72-c/cabral-e-a-ministra-maria-do-rosario-nunes-na-cerimonia-de-assinatura-do.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-3973590801103436548</id><published>2011-07-21T14:01:00.001-03:00</published><updated>2011-07-21T14:01:20.564-03:00</updated><title type='text'>Rio de Janeiro terá conselho para programa de proteção a testemunhas</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt;&lt;a href="http://www.direitoshumanos.gov.br/2011/07/20-jul-2011-rio-de-janeiro-tera-conselho-para-programa-de-protecao-a-testemunhas"&gt; Rio de Janeiro terá conselho para programa de proteção a testemunhas&lt;/a&gt;  &lt;p class="documentDescription"&gt;&lt;span&gt;Data&lt;/span&gt;: &lt;span&gt;20/07/2011&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="plain"&gt; &lt;p&gt;O governo do Rio regulamenta nesta quinta-feira (21) o conselho deliberativo do Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas do Estado do Rio de Janeiro (Provita). A medida será possível por meio de decreto, que será assinado pelo governador Sérgio Cabral e pelo secretário Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, no Palácio Guanabara às 15h.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;O conselho, na avaliação do diretor de Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Fernando Matos, será uma ferramenta importante para o fortalecimento do Provita. "A institucionalização do Conselho Deliberativo do Provita/RJ fortalece o programa e garante a efetiva participação de representes dos poderes e da sociedade civil no acompanhamento da proteção às testemunhas e vítimas ameaçadas, que se dispõem em colaborar com a Justiça no enfrentamento à impunidade", afirmou Fernando.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;O conselho deliberativo determina o ingresso de testemunhas no programa e fiscaliza o serviço prestado. Compõem o conselho membros do Ministério Público, do Poder Judiciário, da Defensoria Pública, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos e da Secretaria de Segurança Pública. Na cerimônia também será anunciada a implantação do Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos (PPDDH).&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;br&gt;Assessoria de Comunicação Social&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-3973590801103436548?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/3973590801103436548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=3973590801103436548&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3973590801103436548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/3973590801103436548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/rio-de-janeiro-tera-conselho-para.html' title='Rio de Janeiro terá conselho para programa de proteção a testemunhas'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-743539045943017234</id><published>2011-07-20T18:57:00.001-03:00</published><updated>2011-07-20T18:57:35.710-03:00</updated><title type='text'>DECISÕES DE JUIZ BENEFICIAM MATADORES DE CASAL EXTRATIVISTA DE NOVA IPIXUNA.</title><content type='html'>&lt;br&gt; DECISÕES DE JUIZ BENEFICIAM MATADORES DE CASAL EXTRATIVISTA DE NOVA  IPIXUNA.&lt;br&gt; &lt;br&gt;                         Após quase dois meses dos assassinatos de José  Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo Silva, a polícia  civil do Pará concluiu as investigações e apontou como mandante dos  crimes o fazendeiro José Rodrigues Moreira e como executores, os  pistoleiros Lindonjonhson Silva Rocha (irmão de José Rodrigues) e  Alberto Lopes do Nascimento.  Mesmo identificando os executores e um  mandante do crime, nenhum deles foi preso, todos encontram-se livres em  lugar não sabido, graças a decisões do juiz Murilo Lemos Simão da 4ª  vara penal da comarca de Marabá. No curso das investigações, a polícia  civil pediu a prisão temporária dos acusados, mesmo com parecer  favorável do Ministério Público o juiz negou o pedido. De posse de novas  provas sobre a participação dos acusados a polícia ingressou com um  segundo pedido, dessa vez, requereu a prisão preventiva de todos, o  pedido chegou novamente às mãos do juiz com parecer favorável do MP e,  mais uma vez, o juiz negou o pedido. Na semana passada, no final das  investigações, a polícia civil ingressou com um terceiro pedido de  prisão e, até o momento da divulgação do nome dos acusados em entrevista  coletiva, o juiz não tinha decidido sobre mais esse pedido.&lt;br&gt;                          Ao negar a decretação da prisão dos acusado por  duas vezes, o juiz contribuiu para que esses fugissem da região e,  mesmo que sejam decretadas suas prisões, a prisão do grupo se torna  ainda mais difícil. O mesmo juiz, decretou o sigilo das investigações  sem que o delegado que presidia o inquérito ou o Ministério Público  tenha solicitado. Muitos outros crimes de grande repercução já ocorreram  no Estado do Pará (Gabriel Pimenta, Irmã Adelaide, massacre de  Eldorado, José Dutra da Costa, Irmã Dorothy) e, em nenhum deles foi  decretado segredo de Justiça. As decisões do juiz Murilo Lemos  constituem mais um passo em favor da impunidade que tem sido a marca da  atuação do Judiciário paraense em relação aos crimes no campo no Estado.&lt;br&gt;                         Desde o início das investigações as testemunhas  ouvidas já indicavam a possível participação de José Rodrigues como um  dos mandantes do crime, ao lado de outros fazendeiros e madeireiros do  município. José Rodrigues pretendia ampliar sua criação de gado para  dentro da reserva extrativista. No entanto, a área que ele dizia ter  comprado já estava habitada por três famílias extrativistas. Na  tentativa de expulsar as famílias, José Rodrigues levou um grupo de  policiais entre civis e militares até o local, expulsou os  trabalhadores, ateou fogo em uma das casas e levou um trabalhador detido  até a delegacia de Nova Ipixuna. Na delegacia o trabalhador foi  pressionado pelos policiais e José Rodrigues a assinar um termo de  desistência do Lote. José Cláudio e Maria além de denunciarem a ação  ilegal dos policiais ao INCRA apoiaram a volta dos colonos para os  lotes.&lt;br&gt;                         Meses antes de suas mortes José Cláudio e Maria  denunciaram as ameaças que estavam sofrendo e apontavam fazendeiros e  madeireiros como os ameaçadores. As dezenas de depoimentos colhidos  durantes as investigações apontam para a participação de outras pessoas  na decisão de mandar matar José Cláudio e Maria. Razão pela qual as  entidades abaixo relacionadas defendem a continuidade das investigações.  As entidades esperam ainda que o inquérito presidido pela Polícia  Federal, e não concluído ainda, possa avançar na identificação de outros  acusados pelos crimes.&lt;br&gt;                         Pelo exposto exigimos: a decretação das prisões  de todos os acusados e suas prisões imediatas, o fim da impunidade e a  conclusão das investigações das mortes dos trabalhadores assassinados na  região após a morte de José Cláudio e Maria.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Marabá, 19 de julho de 2011.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Comissão Pastoral da Terra – CPT Marabá.&lt;br&gt; FFETAGRI Regional Sudeste. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-743539045943017234?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/743539045943017234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=743539045943017234&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/743539045943017234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/743539045943017234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/decisoes-de-juiz-beneficiam-matadores.html' title='DECISÕES DE JUIZ BENEFICIAM MATADORES DE CASAL EXTRATIVISTA DE NOVA IPIXUNA.'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-6054487333954390879</id><published>2011-07-20T18:44:00.001-03:00</published><updated>2011-07-20T18:44:44.525-03:00</updated><title type='text'>Reunião prossegue debate sobre trabalho escravo no Pará</title><content type='html'>&lt;h1&gt;                         	&lt;a href="http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=80697#" id="linkTitulo" title="Reunião prossegue debate sobre trabalho escravo  no Pará"&gt;Reunião prossegue debate sobre trabalho escravo no Pará&lt;/a&gt;                         &lt;/h1&gt;                                                   &lt;div class="ui-tabs ui-widget ui-widget-content  ui-corner-all" id="tabs"&gt;                                                                                                                                                              &lt;/div&gt;                                                                            						                        		&lt;p&gt;	As medidas para promover a  erradicação do trabalho escravo no Estado foram tema de nova reunião  realizada nesta quarta-feira, 20, na Secretaria de Estado de Justiça e  Direitos Humanos (Sejudh). Presidida pelo secretário José Acreano Brasil  Júnior, a Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo contou  com a presença do coordenador-geral da Comissão Nacional ligada à  Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, José Guerra,  e teve como pauta o regimento da Comissão Estadual, assim  como denúncias de trabalho escravo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;	O trabalho da  Comissão é direcionado à prevenção e repressão a esse crime. Na primeira  reunião, os presentes propuseram a reestruturação do decreto n° 385, de  12 de setembro de 2007, a fim de convocar entidades não governamentais a  participar do grupo, que também presta atendimento às vítimas. Tal  alteração se firmou diante da necessidade de integrar diversas  instituições no enfrentamento ao trabalho escravo dentro do território  paraense.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;	Para o representante da Coordenadoria  Estadual, Murilo Sales, dados anteriores mostram que poucos encontros  foram reservados ao debate sobre o problema. "No ano de 2010, as  reuniões da Coetrae foram escassas. Entretanto, em 2011, por compromisso  de fornecer apoio técnico e administrativo necessário ao funcionamento  da comissão, a Sejudh rearticula e retoma as discussões sobre esse  crime", ressalta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;	Ellyson Ramos – Ascom Sejudh&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-6054487333954390879?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/6054487333954390879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=6054487333954390879&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6054487333954390879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/6054487333954390879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/reuniao-prossegue-debate-sobre-trabalho.html' title='Reunião prossegue debate sobre trabalho escravo no Pará'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2266932711997068063</id><published>2011-07-20T18:12:00.001-03:00</published><updated>2011-07-20T18:12:59.442-03:00</updated><title type='text'>Processos com testemunhas sob proteção podem ter prioridade na Justiça</title><content type='html'>&lt;br&gt; &lt;b&gt;&lt;font size="6"&gt;Processos com testemunhas sob proteção podem ter prioridade na Justiça&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; 20/7/2011 14:02,  Por Agencia Senado&amp;lt;&lt;a href="http://www.senado.gov.br/" target="_blank"&gt;http://www.senado.gov.br/&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; A análise de inquéritos e processos criminais que tenham réu, vítima ou  testemunha protegidas pelo Programa Federal de Assistência a Vítimas e a  Testemunhas Ameaçadas poderá ter prioridade na Justiça. A medida consta  do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 86/2007, de autoria do Poder  Executivo, já incluído na ordem do dia do Senado. A votação, que deverá  acontecer logo após o recesso de julho, depende apenas de acordo de  lideranças e da apreciação das Medidas Provisórias 528/2011 e 529/2011  que trancam a pauta do Plenário.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A intenção do Ministério da Justiça, responsável pela proposta, é  agilizar as ações que envolvam pessoas atendidas pelos programas de  proteção a testemunhas. O projeto prevê também a possibilidade de  antecipação dos depoimentos dessas pessoas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Atualmente, o longo período entre a denúncia e a efetiva prisão dos  denunciados acaba por deixar os denunciantes sob ameaça por muito tempo,  o que obriga o Poder Público a manter essas pessoas nos programas de  proteção por mais do que os dois anos legalmente previstos. A demora,  além dos constrangimentos pessoais às testemunhas, aumenta os custos dos  programas, impedindo o ingresso de novas testemunhas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O PLC 86/07 (PL 7.711/2007 na origem) acrescenta o artigo 19-A na Lei  9.807/1999, que estabelece normas para a organização e a manutenção de  programas especiais de proteção a vítimas e a testemunhas ameaçadas. No  Senado, ao PLC 86/07 foi apensado o Projeto de Lei do Senado (PLS)  3/2001, de autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).&lt;br&gt; &lt;br&gt; O projeto de Mozarildo também alterava a Lei 9.807/99, incluindo nas  normas de proteção a testemunhas ações como ajuda financeira mensal  suficiente para todas as despesas do protegido e a possibilidade de que,  em casos excepcionais, o interessado possa ser submetido a cirurgia  plástica para alteração de face, custeada pelo Sistema Único de Saúde  (SUS). Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), no  entanto, o PLS 3/2001 foi rejeitado e arquivado.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O relator na CCJ, senador Eduardo Suplicy (PT-SP), deu, porém, parecer  favorável ao PLC 86/07. Em sua avaliação, a proposta traz "inúmeras  vantagens", como redução do tempo para julgamento, rápida punição dos  envolvidos, redução dos riscos enfrentados por quem fez as denúncias,  redução da permanência dos colaboradores nos programas e aumento do  número de pessoas beneficiadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Paola Lima / Agência Senado &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2266932711997068063?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2266932711997068063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2266932711997068063&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2266932711997068063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2266932711997068063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/processos-com-testemunhas-sob-protecao.html' title='Processos com testemunhas sob proteção podem ter prioridade na Justiça'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5456869716496000887</id><published>2011-07-20T18:11:00.000-03:00</published><updated>2011-07-20T18:12:09.703-03:00</updated><title type='text'>Governo do Rio criará conselho para programa de proteção a testemunhas</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;p style="margin-left: 35.4pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="black" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; color: black; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="http://www.agenciaoglobo.com.br/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;img class="logo" title="" alt="Agência O Globo" src="http://l.yimg.com/bt/api/res/1.2/JJSoL3xOBqlf5DQF5qrd4Q--/YXBwaWQ9eW5ld3M7Zmk9Zml0O2g9MzA-/http:/media.zenfs.com/pt_br/News/logo/agenciaoglobo/infoglobo_logo.jpg" border="0" width="107" height="30"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;cite&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Tahoma"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/cite&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 35.4pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="black" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; color: black; font-size: 10pt;"&gt;&lt;cite&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Tahoma"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Por &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/cite&gt;&lt;span class="fn"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Globo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;cite&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Tahoma"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; | &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/cite&gt;&lt;span class="providerorg"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Agência O  Globo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;cite&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Tahoma"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; &lt;abbr title="2011-07-20T19:55:00Z"&gt;&lt;br&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/cite&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="yui_3_3_0_4_131119267413783"&gt; &lt;div id="yui_3_3_0_4_131119267413782"&gt; &lt;div id="yui_3_3_0_4_131119267413742"&gt; &lt;div id="yui_3_3_0_4_131119267413753"&gt; &lt;p style="text-indent: -18pt; margin-left: 71.4pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="black" face="Symbol" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; color: black; font-size: 10pt;"&gt;·&lt;font face="Times New Roman" size="1"&gt;&lt;span style="font: 7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="black" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; color: black; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: -18pt; margin-left: 71.4pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="black" face="Symbol" size="2"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; color: black; font-size: 10pt;"&gt;·&lt;font face="Times New Roman" size="1"&gt;&lt;span style="font: 7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="4"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;p style="margin-left: 35.4pt;"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="4"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;RIO - O governo do  Rio vai regulamentar nesta quarta-feira o conselho delibertativo do Programa de  Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas do Estado do Rio de Janeiro  (Provita). A medida será tomada por decreto, assinado por Sérgio Cabral e pelo  secretário Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, no  Palácio Guanabara.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 35.4pt;"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="4"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&amp;quot;Esse decreto é  essencial para que o programa possa ser executado de forma plena. O conselho  poderá, de forma deliberada, integrar a testemunha no sistema de proteção&amp;quot;,  explicou o subsecretário de Estado de Direitos Humanos e Territórios, Antônio  Carlos Biscaia.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 35.4pt;"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="4"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O conselho  deliberativo determina o ingresso de testemunhas no programa e fiscaliza o  serviço prestado. Compõem o conselho membros do Ministério Público, do Poder  Judiciário, da Defensoria Pública, da OAB, da secretaria de Assistência Social e  Direitos Humanos e da secretaria de Segurança Pública. Na cerimônia também será  anunciada a implantação do Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos  Humanos (PPDDH).&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-5456869716496000887?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/5456869716496000887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=5456869716496000887&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5456869716496000887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5456869716496000887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/governo-do-rio-criara-conselho-para.html' title='Governo do Rio criará conselho para programa de proteção a testemunhas'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-4432496393429660889</id><published>2011-07-19T11:53:00.001-03:00</published><updated>2011-07-19T11:53:51.276-03:00</updated><title type='text'>Governador da Paraíba cria o Comitê Estadual para a Prevenção e Combate à Tortura</title><content type='html'>14.07.2011 às 16h55min&lt;br&gt; &lt;br&gt; O governador Ricardo Coutinho sancionou a Lei nº 9.413, de 12 de julho  de 2011, que cria o Comitê Estadual para a Prevenção e Combate à Tortura  na Paraíba&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; A lei está publicada no Diário Oficial do Estado, edição de quarta-feira  (13), que circulou nesta quinta-feira (14).&lt;br&gt; &lt;br&gt; A lei tem a finalidade de erradicar e prevenir a tortura e outros  tratamentos ou penas desumanas ou degradantes.  O Comitê e o Mecanismo  deverão observar dentre as diretrizes: respeito integral aos direitos  humanos, em especial das pessoas privadas de liberdade, mediante  qualquer forma de detenção, aprisionamento ou colocação em  estabelecimento público de vigilância, de onde, por força de ordem  judicial ou administrativa, não tenham permissão de se ausentarem por  vontade própria; articulação, em regime de colaboração, inclusive  crítica, orientadora e propositiva entre as esferas de governo e de  poder, principalmente entre os órgãos responsáveis pela segurança  pública, pela custódia de pessoas privadas de liberdade, por locais de  longa permanência e pela proteção de direitos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O Comitê terá 14 membros, representando os seguintes órgãos: Secretaria  da Segurança e Defesa Social; Secretaria da Administração Penitenciária;  Secretaria do Desenvolvimento Humano; Defensoria Pública Geral do  Estado; Conselho Estadual de Defesa dos Direitos do Homem e do Cidadão;  Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba; Conselho Regional de  Psicologia da Paraíba; Ministério Público Estadual da Paraíba;  Ministério Público Federal da Paraíba e Pastoral Carcerária. Tem ainda  dois professores com atuação na área de direitos humanos vinculados a  instituições de ensino superior, com notório conhecimento na temática e  indicado pelo secretário da Segurança e Defesa Social; dois  representantes de entidades da sociedade civil com reconhecida atuação  no combate à tortura na Paraíba, e dois representantes da Comissão de  Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. Cada membro titular terá um  suplente.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O Comitê Estadual para a Prevenção e Combate à Tortura na Paraíba terá  dentre suas competências: coordenar o sistema estadual de prevenção à  tortura, avaliar e acompanhar as ações, os programas, os projetos e os  planos relacionados ao enfrentamento à tortura no Estado, propondo  adaptações que se fizerem necessárias, bem como acompanhar a atuação dos  mecanismos preventivos da tortura no Estado, avaliar seu desempenho e  colaborar para o aprimoramento de suas funções, zelando pelo cumprimento  e celeridade dos procedimentos de apuração e sanção administrativa e  judicial de agentes envolvidos na prática de tortura.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura da Paraíba adotará  a linha de atuação e as recomendações do Mecanismo Preventivo Nacional.  Obedecerá, em sua atuação, os princípios da proteção da dignidade da  pessoa humana, universalidade, objetividade, igualdade, imparcialidade,  moralidade, publicidade e eficiência, dispostos no artigo 37 da  Constituição Federal.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Da Secom&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-4432496393429660889?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/4432496393429660889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=4432496393429660889&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4432496393429660889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/4432496393429660889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/governador-da-paraiba-cria-o-comite.html' title='Governador da Paraíba cria o Comitê Estadual para a Prevenção e Combate à Tortura'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-594123609075137534</id><published>2011-07-18T20:45:00.001-03:00</published><updated>2011-07-18T20:45:24.326-03:00</updated><title type='text'>Governo faz mutirão contra impacto socioambiental em Belo Monte</title><content type='html'>18/07/2011 - 12h01 &lt;h1&gt; Governo faz mutirão contra impacto socioambiental em Belo  Monte &lt;/h1&gt;   &lt;div id="ad-180x150-1"&gt;&lt;p class="adLabel"&gt;Publicidade&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div style="margin-bottom: 0pt;" id="articleBy"&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;LUANA LOURENÇO&lt;/b&gt;&lt;br&gt; DA AGÊNCIA BRASIL &lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;  &lt;p&gt; O governo começa hoje (18) na região da hidrelétrica de Belo Monte, no  rio Xingu (PA), uma força-tarefa para tentar reduzir os impactos  socioambientais da obra. Onze municípios deverão ser atendidos pelo  mutirão, que inclui medidas de regularização ambiental e fundiária e  ações de saúde. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a operação deve atender a  cerca de 300 mil habitantes da região da hidrelétrica, que serão  afetados direta ou indiretamente pela construção do empreendimento. A  concessão da licença de instalação para o início das obras já começou a  atrair novos moradores e, até o fim da construção, pelo menos 100 mil  pessoas devem migrar para a região. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Em junho, o governo instalou na região a Casa do Governo Federal, para  tentar melhorar o diálogo com as populações locais, que se manifestaram  repetidamente contra a obra. A ideia, segundo o ministério, é manter uma  instância do governo no local para acompanhar o cumprimento das  condicionantes pelo consórcio responsável pelas obras e garantir a  implementação do Plano de Desenvolvimento Regional do Xingu (PDRS),  criado em outubro do ano passado. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Até 25 de julho, instituições federais, estaduais e municipais vão  traçar o plano de ação da operação. No dia 3 de agosto, começa o mutirão  de atendimento à população. O primeiro município a receber a  força-tarefa será Altamira, o mais atingido pela implantação de Belo  Monte. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Durante o mutirão, de acordo com o ministério, os moradores poderão  tirar documentos, entrar com pedido de regularização de propriedades,  abrir contas bancárias e consultar benefícios previdenciários. A  programação também inclui atendimento de saúde e vacinação, cursos de  assistência técnica rural e uma feira com produtos da agricultura  familiar. A previsão é que até 15 de outubro, o mutirão tenha passado  pelos 11 municípios. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Belo Monte é o maior empreendimento energético do Programa de Aceleração  do Crescimento (PAC) e terá capacidade para gerar até 11 mil megawatts  (MW). O projeto é alvo de dez ações judiciais que questionam a  viabilidade econômica, social e ambiental da obra. &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-594123609075137534?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/594123609075137534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=594123609075137534&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/594123609075137534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/594123609075137534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/governo-faz-mutirao-contra-impacto.html' title='Governo faz mutirão contra impacto socioambiental em Belo Monte'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5270348150965650846</id><published>2011-07-15T16:10:00.000-03:00</published><updated>2011-07-15T16:18:43.788-03:00</updated><title type='text'>Almeida extingue Secretaria de Direitos Humanos de Maceió</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 class="fonte6 fCor3 margem2" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font-size: 22px; font-weight: normal; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; color: rgb(0, 51, 102); "&gt;  Almeida extingue Secretaria de Direitos Humanos de Maceió&lt;/h1&gt;&lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem4" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 30px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="fonte1 fCor1 margem2" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(34, 34, 34); "&gt;  &lt;b class="fCor3 bloco" style="display: block; color: rgb(0, 51, 102); "&gt;13h09, 15 de Julho de 2011&lt;/b&gt;&lt;span&gt;Da Redação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="mt-mostraImg flutuaDireita" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 10px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; float: right; position: relative; width: 200px; font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;  &lt;div class="fonte1 fCor3 alinhaDireita" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 51, 102); "&gt;  Amanda Dantas/Alagoas24horas&lt;/div&gt;&lt;div class="imagem" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 190px; "&gt;  &lt;a href="http://www.alagoas24horas.com.br/legba/bancoDeMidia/5/d/%7B5d9317a8-f54d-4422-a4e0-87ceb1b2c9e2%7D_dsc_0053.jpg" rel="lightbox[g107939]" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;img width="190" height="145" border="0" alt="Almeida extingue secretaria de Direitos Humanos" src="http://www.alagoas24horas.com.br/legba/admin/temp/thumbs/%7Bd190x145%7D/%7Bh0%7D/5/d/%7B5d9317a8-f54d-4422-a4e0-87ceb1b2c9e2%7D_dsc_0053.jpg" style="border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-style: initial; border-color: initial; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 4px; padding-right: 4px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; "&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="fonte1 fCor3 alinhaCentro" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: center; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 51, 102); "&gt;  Almeida extingue secretaria de Direitos Humanos&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="corpo" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;  &lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem1" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  O prefeito Cícero Almeida (PP) encaminhou à Câmara de Vereadores de Maceió projeto de lei que extingue a Secretaria Municipal de Direitos Humanos, Segurança Comunitária e Cidadania e cria a Secretaria Municipal de Segurança Comunitária e Cidadania.&lt;/p&gt;  &lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem1" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem1" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  A Secretaria de Direitos Humanos foi criada para o então ouvidor nacional dos Direitos Humanos, Pedro Montenegro, que foi exonerado do cargo depois de discordar dos critérios eleitorais na eleição dos conselheiros tutelares. Vereadores e deputados teriam pressionado o prefeito a abandonar Montenegro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem1" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem1" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  A informação, no entanto, foi contestada por Almeida, que justificou a exoneração de Montenegro pela não aceitação da sua política de gestão. Montenegro, por sua vez, alegou ter deixado a pasta sem mágoas do mandatário do executivo municipal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem1" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem1" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  Na mensagem enviada à Câmara, Almeida diz que a secretaria de Direitos Humanos vai ser integrada a de Assistência Social de Maceió. E justifica as mudanças: &amp;quot;Uma das inúmeras preocupações do Chefe do Executivo Municipal é a segurança urbana da nossa Grande Maceió. Por esse motivo, imperiosa é a alteração da estrutura desta secretaria com o objetivo de conduzir ações de promoção da cidadania, buscando prevenir a violência e atuando de forma articulada com os órgãos públicos estaduais e municipais. A oportunidade de alteração desta secretaria repousa na questão da violência social em nosso município, posto que seu crescimento tem preocupado sobremaneira o sistema de segurança pública existente&amp;quot;, diz a mensagem, publicada no Diário Oficial do Município.&lt;/p&gt;  &lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem1" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="fonte2 fCor1 paragrafo1 margem1" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(34, 34, 34); line-height: 1.5; text-align: justify; "&gt;  O cargo de secretário será ocupado por um guarda municipal ou intermediários- que não precisam ter formação na área de Direitos Humanos.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="fonte1 fCor1 margem2" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; "&gt;  &lt;font class="Apple-style-span" color="#003366"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-5270348150965650846?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/5270348150965650846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=5270348150965650846&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5270348150965650846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5270348150965650846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/almeida-extingue-secretaria-de-direitos.html' title='Almeida extingue Secretaria de Direitos Humanos de Maceió'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5620634585090142159</id><published>2011-07-12T15:51:00.001-03:00</published><updated>2011-07-12T15:51:23.861-03:00</updated><title type='text'>POR QUE LER MARX HOJE?(Fernando Antônio Gonçalves)</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;  &lt;p class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-style:normal;mso-bidi-font-style:italic"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1 style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:center; line-height:19.0pt;mso-line-height-rule:exactly" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-weight:normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-weight:normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;POR QUE LER MARX HOJE?&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;h1 style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:right; line-height:19.0pt;mso-line-height-rule:exactly" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-weight:normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Fernando Antônio Gonçalves&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:18.0pt;mso-line-height-rule: exactly"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Parodiando o filósofo italiano Benedetto Croce, nesta segunda década do século poder-se-ia perguntar sobre o que está vivo e o que está morto no pensamento de Karl Marx, quando os regimes marxistas falharam estrepitosamente e a Queda do Muto de Berlim pareceu simbolizar um defenestramento definitivo da política e da economia marxistas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:18.0pt;mso-line-height-rule: exactly"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Os cursos ministrados pelo professor Jonathan Wolff, do Departamento de Filosofia do University College de Londres, tornam-se cada vez mais frequentados por estudantes norte-americanos, que nele se inscrevem porque desejam compreender as ferramentas marxistas para melhor enfrentarem criticamente a sociedade capitalista dos tempos de agora, quando uma globalização inspirada num pensamento único se espraia pelos quatro cantos da terra, pondo preço em todas as coisas, abjurando todas as formas não-econômicas de valor. Eles buscam ampliar suas criticidades analíticas através dos filões encontrados nos escritos marxistas, como no discurso pronunciado pelo próprio Marx, em 1856: "&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Nos nossos dias tudo parece prenhe do seu contrário. A maquinaria, dotada com o poder maravilhoso de diminuir e frutificar o trabalho humano, mata-o à fome e fá-lo trabalhar em excesso. As novas fontes de riqueza, por algum estranho sortilégio, transformam-se em fontes de escassez. As vitórias da arte parecem compradas pela perda de caráter. Ao mesmo tempo que a humanidade domina a Natureza, o homem parece tornar-se escravo de outros homens ou da sua própria infâmia. Até a luz pura da ciência parece incapaz de brilhar exceto contra o fundo escuro da ignorância&lt;/i&gt;." &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:18.0pt;mso-line-height-rule: exactly"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Ler Marx, no entanto, é tarefa que exige especiais cuidados e muita acuidade, a leitura dos seus textos podendo ser desanimadora, ensejando interpretações capciosas e sectárias, messiânicas inclusive. E o alerta foi dado pelo próprio professor Jonathan Wolff, no seu livro denominado &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Porquê Ler Marx Hoje?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, editado pela Cotovia, Lisboa, com a devida autorização da Oxford University Press. Nele está explicitado trecho escrito por Marx aos 17 anos, intitulado &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;As reflexões de um jovem sobre a escolha de uma carreira&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, com o seguinte parágrafo final: "&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Se tivermos escolhido aquela posição na vida em que podemos acima de tudo trabalhar para a humanidade, nenhum fardo nos pode vergar, porque são sacrifícios para&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;benefício de todos; não sentiremos então nenhuma alegria mesquinha, limitada e egoísta, mas a nossa felicidade pertencerá a milhões, as nossas ações permanecerão silenciosa mas continuamente a trabalhar e sobre as nossas cinzas derramar-se-ão as lágrimas quentes de pessoas nobres.&lt;/i&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:18.0pt;mso-line-height-rule: exactly"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;O pronunciamento de Friedrich Engels, à beira do túmulo de Marx, por ocasião do seu sepultamento, dá bem uma ideia da escolha de Karl Marx, em 2005, pela BBC de Londres, como o maior &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-family: Arial"&gt;filósofo de todos os tempos: "&lt;i&gt;Marx era, antes de tudo, um revolucionário. Sua verdadeira missão na vida era contribuir, de um modo ou de outro, para a derrubada da sociedade capitalista e das instituições estatais por esta suscitadas, contribuir para a libertação do proletariado moderno, que ele foi o primeiro a tornar consciente de sua posição e de suas necessidades, consciente das condições de sua emancipação. A luta era seu elemento. E ele lutou com uma tenacidade e um sucesso com quem poucos puderam rivalizar. (…) Como consequência, Marx foi o homem mais odiado e mais caluniado de seu tempo. Governos, tanto absolutistas como republicanos, deportaram-no de seus territórios. Burgueses, quer conservadores ou ultrademocráticos, porfiavam entre si ao lançar difamações contra ele. Tudo isso ele punha de lado, como se fossem teias de aranha, não tomando conhecimento, só respondendo quando necessidade extrema o compelia a tal. E morreu amado, reverenciado e pranteado por milhões de colegas trabalhadores revolucionários - das minas da Sibéria até a Califórnia, de todas as partes da Europa e da América - e atrevo-me a dizer que, embora possa ter tido muitos adversários, não teve nenhum inimigo pessoal."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:18.0pt;mso-line-height-rule: exactly"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;           &lt;/span&gt;Para quem deseja ler mais sobre os textos de Karl Marx, o site &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;a href="http://www.marxists.org"&gt;www.marxists.org&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; (em vários idiomas, inclusive português) guarda um espantoso arquivo. Para mais adequadamente se compreender as crises capitalistas, seus sintomas e seus desenvolvimentos, tal e qual aconteceu com a quebra do sistema financeiro em 2008, considerada simples ponta de um descomunal iceberg por Istvan Mészáros, num dos seus últimos trabalhos, &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;A Crise Estrutural do Capital&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, Boitempo, 2011. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:18.0pt;mso-line-height-rule: exactly"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-family:Arial;color:black"&gt;_______________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:18.0pt;mso-line-height-rule: exactly"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-family:Arial;color:black"&gt;Fernando Antônio Gonçalves é professor universitário e pesquisador social&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:18.0pt;mso-line-height-rule: exactly"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;(Publicada em 11/07/2011, no Portal da Revista ALGOMAIS, Recife – PE) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-family: Arial;color:black"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-5620634585090142159?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/5620634585090142159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=5620634585090142159&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5620634585090142159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/5620634585090142159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/por-que-ler-marx-hojefernando-antonio.html' title='POR QUE LER MARX HOJE?(Fernando Antônio Gonçalves)'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2345683556774793791</id><published>2011-07-07T13:53:00.001-03:00</published><updated>2011-07-07T13:53:58.869-03:00</updated><title type='text'>Governo do Pará vai investir mais de R$ 346 milhões no combate à criminalidade</title><content type='html'>&lt;h1&gt;                         	&lt;a href="http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=79878#" id="linkTitulo" title="Governo vai investir mais de R$ 346 milh�es no combate � criminalidade"&gt;Governo vai investir mais de R$ 346 milhões no combate à criminalidade&lt;/a&gt;                         &lt;/h1&gt;                                                   &lt;div class="ui-tabs ui-widget ui-widget-content ui-corner-all" id="tabs"&gt;                                                                                                      	&lt;div id="tabs-1"&gt;                                                                               &lt;div style="visibility: visible; position: relative; margin: 0pt; background: none repeat scroll 0% 0% black; width: 469px; height: 303px;" id="photos" class="galleryview"&gt;                         	 							                       						                                                  							                                                                          &lt;div style="width: 469px; height: 303px; position: absolute; top: 0px; left: 0px; overflow: hidden; background: none repeat scroll 0% 0% white; display: block;" class="panel"&gt;                                 &lt;img src="http://www.agenciapara.com.br/portal/ccs/photoip/img/medias/7007_00000005.jpg" alt="Rodolfo Oliveira/Ag. 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Ele também propôs uma parceria  com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Federação dos Trabalhadores  na Agricultura Familiar (Fetagri) e movimentos sociais para garantir o  combate à criminalidade no interior do Estado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;	Luiz  Fernandes propôs um diálogo aberto ao presidente nacional da CUT,  Arthur Henrique, membros da Fetagri e de outros movimentos sociais no  Dia Nacional de Mobilização, promovido pela central trabalhista. Para o  secretário, todos os setores só têm a ganhar com a parceria. "Essa  aproximação é fundamental. Temos que trabalhar integrados com todos os  segmentos da sociedade para um resultado mais efetivo", disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 	"Se baterem na nossa porta, vamos atender, ouvir e realizar nossas  ações com mais rapidez", continuou Fernandes. A reunião, ocorrida na  sede da Secretaria Estadual de Segurança (Segup), teve ainda a  participação do delegado geral de Polícia Civil, Nilton Ataíde, do  diretor de Polícia do Interior, Silvio Maués, e do supervisor técnico do  Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos  (Dieese), Roberto Sena.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;	&lt;strong&gt;Descentralização -&lt;/strong&gt;  O secretário apresentou aos presentes projetos de segurança que constam  no Plano Regional de Segurança Pública do Estado. "É importante que as  pessoas conheçam e presenciem o trabalho que está sendo feito. Nossa  prestação de contas é constante, e quanto mais transparência melhor",  asseverou, revelando que os investimentos que serão feitos em quatro  anos servirão para a implantação, no interior, de unidades com  atendimentos especializados, que estarão presentes nas regiões de  conflitos. Segundo o delegado Silvio Maués, serão criadas as unidades de  Apuração de Crimes de Ameaças de Morte e Homicídios; de Conflitos  Agrários; e de Meio Ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;	Para o presidente da  CUT, o importante é chamar atenção para as necessidades do setor. "Nosso  principal objetivo é acabar com a impunidade. Viemos para alertar sobre  a importância da implementação de políticas públicas e sociais e de  ações articuladas entre autoridades do município, Estado e governo  federal", afirmou, garantindo que a CUT e os movimentos sociais apoiam a  parceria proposta pelo governo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;	"Daqui para frente  podemos estabelecer um espaço de diálogo entre os atores sociais,  governos, sociedade civil, movimento social organizado, para mostrar à  sociedade que queremos, juntos, acabar com a impunidade, acabar com a  criminalização e pensar no desenvolvimento local e regional, olhando  para uma agenda positiva", concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;	Ascom Segup&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2345683556774793791?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2345683556774793791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2345683556774793791&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2345683556774793791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2345683556774793791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/governo-do-para-vai-investir-mais-de-r.html' title='Governo do Pará vai investir mais de R$ 346 milhões no combate à criminalidade'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-2572922722235557341</id><published>2011-07-07T08:35:00.001-03:00</published><updated>2011-07-07T08:41:07.210-03:00</updated><title type='text'>Anapu, de irmã Dorothy, tem novos ameaçados</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 418px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;td class="verde11" colspan="2" height="30"&gt;&lt;b&gt;7/7/2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;     &lt;td class="verde11" colspan="2"&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td class="cinza10News" style="font-family: Verdana,sans-serif;" valign="top" width="20"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;img height="9" src="http://www.ihu.unisinos.br/templates/interna/images/icone_noticias.jpg" width="7" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td class="verde12" valign="top" width="401"&gt;&lt;b&gt;Anapu, de irmã Dorothy, tem novos ameaçados&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;     &lt;td colspan="2" height="5"&gt;&lt;img height="1" src="http://www.ihu.unisinos.br/templates/interna/images/pontilhado_news.jpg" width="417" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;     &lt;td class="cinza10News" colspan="2" height="5"&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;     &lt;td class="cinza10News" colspan="2" height="30"&gt;A área onde atuava a missionária americana &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dorothy Stang&lt;/span&gt;, assassinada em fevereiro de 2005 em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Anapu &lt;/span&gt;(PA), continua alvo de madeireiros, com ameaças a assentados e policiais que combatem a devastação florestal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação é de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Carlos Mendes&lt;/span&gt; e publicada pelo jornal &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/span&gt;, 07-07-2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O delegado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Melquesedeque da Silva Ribeiro&lt;/span&gt;, que investiga crimes ambientais na região, teme represálias por ter prendido o madeireiro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;José Avelino Siqueira&lt;/span&gt;, reincidente na prática de retirada de madeira do &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=44755"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Projeto de Desenvolvimento Sustentado (PDS) Esperança&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. O acusado teria prometido vingança. Ele tem recebido apoio e visita de pessoas e políticos influentes em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Anapu&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um madeireiro ouvido pelo Estado, sob compromisso de anonimato, afirmou que após a morte de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;irmã Dorothy &lt;/span&gt;a "agitação" no município passou a ser liderada pelo padre &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=40523"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Amaro Lopes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - que figura em uma lista da Comissão Pastoral da Terra de pessoas marcadas para morrer. &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5232747858188044688-2572922722235557341?l=defensoresdh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://defensoresdh.blogspot.com/feeds/2572922722235557341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5232747858188044688&amp;postID=2572922722235557341&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2572922722235557341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5232747858188044688/posts/default/2572922722235557341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://defensoresdh.blogspot.com/2011/07/anapu-de-irma-dorothy-tem-novos.html' title='Anapu, de irmã Dorothy, tem novos ameaçados'/><author><name>Fernando Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05689253140108360952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-AxnayBgvj0w/TVhc6dbd1EI/AAAAAAAAEk8/HL-ExYHVjrk/s220/Foto_030809_006.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5232747858188044688.post-5019437248927547424</id><published>2011-06-28T09:11:00.001-03:00</published><updated>2011-06-28T09:11:44.759-03:00</updated><title type='text'>País terá Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública</title><content type='html'>&lt;div class="art-postmetadataheader"&gt; &lt;h2 class="art-postheader"&gt;  &lt;a href="http://www.amazonasnoticias.com.br/politica/6902-pais-tera-sistema-nacional-de-informacoes-de-seguranca-publica.html" class="PostHeader"&gt;País terá Sistema
